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Mensagem por Matthew K. Porter em Qua Jul 24, 2013 1:21 am

Progenitor(a) Divino: Hefesto
Progenitor(a) Mortal: Jane Knight Porter
Local de nascimento:Inglaterra
Cor dos Olhos: AzulIntenso
Cor dos Cabelos: LoiroEscuro
Estatura: Alta
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Não
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Porque gosto de Hefesto e seus atributos como forja, fogo, martelo e outros materiais usados nas forjas e o prazer de criar algo com as próprias mãos e ver funcionando. Muitos não gostam do deus por ele ser feio, mas beleza não é tudo e ele é tão inteligente e um pouco doido com suas invenções incríveis quanto Atena com seus projetos arquitetônicos, teares e etc. Ele pode não ser valorizado como muitos dos outros deuses, mas eu o respeito e pretendo orgulhá-lo como filho e lutar em seu nome.
História: Na Inglaterra
Eu cresci sem pai e minha mãe me ajudou em muitos momentos de dificuldade como a troca de colégios, aprender à dirigir e nas brigas na escola que eu parecia imã pra valentões feios que muitas vezes eu sabia me virar, mas cansava e só eu que era pego com as feridas quando os adultos apareciam. Há 6 meses ela se casou e dou me dou bem com a esposo em questão, decidi fugir de casa, deixando um bilhete para minha mãe me despedindo. Levei algumas roupas, fotos com minha mãe e um foto dos meus pais juntos que era a única coisa dele que eu tinha e por fim peguei 500 euros que o cara tinha guardado debaixo da gaveta do criado mudo dele que eu o peguei escondendo sem querer.

Arrumei-me do melhor jeito que pude e não transparecer que estava fugindo, saio do hotel em que estava porque morava em um apartamento, levando tudo que eu achei necessário é claro. Peguei um táxi e fui para o aeroporto, chegando lá foi tudo normal porque só carregava uma mochila nas costas e foi mais rápido andar entre as pessoas. Paguei a passagem, mostrei minha identidade e por sorte não deu problema mesmo a mulher demorando a verificar se eu era mesmo dono da identidade. Esperei uns minutos e chamaram meu avião, fui para fila e entrei no avião já entrando na cadeira designada pra mim.

O vôo foi comum aparentemente, com algumas turbulências e os lanches, mas no geral foi nada de mais. Dormi por algum tempo, acordei pensando que caia e com o barulho porque bati os pés no chão, uma aeromoça passou e perguntou se estava tudo bem e eu respondi que sim. Passou uns dez minutos depois que acordei e estava distraído com as crianças jogando PSP no banco ao lado do meu. Ouvi que estávamos pousando, respirei fundo com os olhos fechados e abri os amendoins para me distrair enquanto terminava a turbulência do pouso. Olhei pra frente e vi as aeromoças já abrindo as portas, quando olho para os amendoins havia dois escorpiões em cima da bandeja e quando eles pulam para me atacar, uso a almofada para retardá-los.

Saio do meu lugar e aproveito que já havíamos chegado ao aeroporto, à aeromoça que tinha me servido tenta me impedir e percebo que era estranha com a cara um pouco deformada e possuía uma perna de metal e outra era de casco de bode ou cabra, mas chuto seu pé normal, dou um soco na barriga dela, a empurro e saio correndo do local. Saio correndo do aeroporto, logo depois observei um táxi vazio e me aproximei como se não quisesse nada. Observei que tinha as chaves, e o dono tava na porta esperando um passageiro, joguei minha mochila dentro do carro, dei a volta e entrei nele. Rezei pra saber dirigir do outro lado do carro, liguei ele e dirijo até uma lanchonete longe do aeroporto até que vejo numa placa escrito NY que me lembro que meu pai me mostrou num filme e me ajudou a reconhecer certas iniciais.

Parei o carro para ver o que tinha nele e achei um mapa, uma bombinha de asma azul, uns drops de menta que adoro e principalmente por achá-los longa de casa. Um mapa e alguns documentos do táxi. Abri o táxi ali mesmo, verificando onde estava e onde teria um hotel barato e próximo pela gasolina que tava na metade do tanque.
Três adolescentes entram no táxi com pressa e um deles era peludo demais e me dizem para ir para o Estreito de Long Island. Dirijo uns dois quilômetros seguindo o caminho que vi mais ou menos no mapa e pergunto o que eles estavam fazendo aqui. Eles foram evasivos e eu disse que via os chifres do menino peludo, a espada do garoto e a adaga da menina que ambos a espada e a adaga brilhavam como nunca tinha vista só que não entendia porque isso tudo. Eles se entreolham durante o minuto mais longo da minha vida, eu estacionei no meio da estrada e expliquei tudo e o mais peludo com chifres me explicou sobre os deuses, semideuses, o acampamento e sobre as buscas dos sátiros por semideuses. Demoro uns minutos para assimilar tudo, mas não tive tempo de pensar, porque dois cães pretos e com um tamanho acima do normal vinha para o carro rapidamente então ligo o carro e dirijo já pedindo para o sátiro me ensinar como ir para o tal acampamento, logo dirijo pelo caminho indicado para o acampamento cortando caminho.

Quando chegamos próximos, quebramos uma cerca de madeira que separava a estrada do campinho com grama e árvores pela pressa porque os cães ainda estavam atrás do táxi, mesmo estando longe eles não se cansavam fácil e estavam se aproximando. Acelerei um pouco mais a velocidade do carro e estacionei próximo ao dragão e o pinheiro, quase  desmaiei pelo susto, mas não tive tempo. Fiquei meio poker face, porque um dragão venceria fácil os cães, e ele parecia nem ligar para mim e os outros enquanto passamos por ele enrolado no pinheiro, descemos a colina e o sátiro nos levou até uma casa grande que devia ser onde tinha o líder daquele lugar, enquanto me aproximava me preocupava sobre o que o sátiro havia comentado sobre reclamação e de quem seria meu pai divino.

Batalha: Entrei na Casa Grande e quando o menino bode com chifres sussurrou algo pro centauro ele me direcionou o sofá na sala de espera enquanto esclarecia uns assuntos com o trio. Assenti e fiquei sentando esperando sozinho na sala de espera enquanto aquilo só me deixava nervoso porque estava um calor e com meu nervosismo tudo aumentava somando também meus pensamentos a mil.

Ouvi uns gritos que me fizeram quase ter um troço devido ao que pensava que era conversado naquela sala com centauro. Eu me levanto calmamente e vou até a porta da casa com apenas o anel de minha mãe, mas tomei um susto quando vi umas dez mulheres com pernas de caudas de cobra usando peitorais de armadura, cada uma com escudos, espadas ou lanças e elmos completos.

Fiquei observando a cena de longe esperando que aquilo acabasse, mas só piorou porque alguns semideuses rolaram da colina meio-sangue que em seguida apareceu dois cães pretos e enormes como os que me perseguiram no carro. Quase tive um troço quando um deles me viu e veio calmamente rosnando até a Casa Grande. Virei pra trás para chamar o centauro, o sátiro e o casal pra vir ajudar, porém o sátiro estava caído no caminho da porta devido a uma parte do escritório ter explodido o que me alertou da minha audição prejudicada porque não tava ouvindo o sátiro me alertando de uma mulher cobra atrás de mim e o cão preto na varanda da casa.

A mulher fez um movimento com a espada, eu tentei me defender com meus braços e acabei levando um corte médio no braço esquerdo me fazendo cair pela força dela no sofá do lado da sala. Dei um grito de dor, levanto-me e de alguma forma estranha uma espada brilhante apareceu na minha mão e a mulher cobra quase teve um infarto quando viu. Por instinto dei um grito alto de BU e ela caiu no sofá parecendo temer minha espada. Ela se recompôs e eu tentei um corte partindo de baixo para cima tentando cortar as pernas/cauda dela o que surtiu efeito para acordá-la do medo.

Ele se levantou e tivemos alguns choques de espadas comigo atacando ela e a mesma se defende e vice versa. Durante os ataques dela, pisei na cauda dela que estava ferida devido um golpe meu, o que fez a gritar de raiva, mas tarde demais porque girei a espada a minha mão e cravei no peito dela. Ela simplesmente sumiu e eu fiquei surpreso com isso, mas não tive tempo porque o cão me deu uma patada.

Tento me levantar o mais rápido que podia, pois cai em cima do sátiro que desmaiou durante meu tombo. O cão arrebentava a entrada da casa e eu não tinha ideia de como lutar com ele que era enorme, mas tive uma ideia e sai da Casa Grande pelo “buraco” no escritório. Pulei pra fora, caindo no chão com um pouco de areia e grama e dou a volta na Casa Grande para surpreender o cão. Observei que os outros semideuses conseguiram exterminar quase todas daquelas mulheres estranhas pelo menos em comparação de antes e agora eu tinha que fazer algo com aquele cão nem que fosse distrair até os outros me ajudarem.

Eu consigo chegar a tempo dele não ter entrado todo na casa e agora estava meio a meio pra dentro e fora. Eu corro para perto dele, me aproximo com minha espada pronta pro ataque e corto a perna esquerda dela que o faz tombar de lado e uivar de raiva, mas o pior foi conseguir a proeza de me chutar com a outra pata sem nem me ver. Eu caio no chão com um pouco de pedras, dou algumas tossidas enquanto me levanto e vou até ele com uma raiva que crescia dentro de mim como nunca senti antes. Assim que aproximo o suficiente, pulo no osso da pata dele e escalo na bunda dele tentando não deixar a espada cair e por algum motivo aquilo parecia natural pra mim. Quando ao máximo perto do pescoço dele pra fora da casa, uso minha espada em vários fincadas no dorso dele o que o provocou tanto que ele conseguiu se soltar, mas apenas para girar de novo o que diminuiu a pressão no corpo do animal e o fez ficar de barriga pra cima.

Cai devido ele ter virado, solto minha espada puxando pra cima e fazendo um rasgo nas costelas do cão. A pata esquerda dele tenta me golpear, mas me esquivo e depois da terceira tentativa dele, pisei na pata e corto o máximo que consegui. A pata sumiu na hora assim como a traseira e a mulher cobra de antes, mas não me satisfiz e subi nele de novo. Escalei só a lateral e desci até o pescoço dele passando onde era a porta já com a espada apontada pra cravar no pescoço dele. O cão tentou me bater com a outra pata, mas a parede ajudou e finquei várias vezes nele até ele sumir e eu ficar no chão cheio de pó de monstro. Passei uns minutos parado ali, sentado no chão com a espada fincada nele e com as mãos no cabo dela esperando que fosse um sonho, mas não era.
Uns semideuses apareceram depois me dando parabéns e perguntando minha mãe ou meu pai e outras coisas que nem entendi. Quíron pediu silencio, passou em meio aos semideuses e falou que agora iria falar comigo naquele escritório meio aberto.
Matthew K. Porter
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Mensagem por Nêmesis em Qui Jul 25, 2013 6:30 pm

Muitos erros de ortografia e de pontuação. Detalhe melhor a sua história, pois está confusa... Três semideuses não entrariam sem disfarce em um táxi qualquer.

REPROVADO
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