Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Matthew Knight Porter

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Ficha de Reclamação de Matthew Knight Porter

Mensagem por Matthew K. Porter em Qua Jul 17, 2013 8:19 pm

Progenitor(a) Divino: Afrodite
Progenitor(a) Mortal: James Knight Porter
Local de nascimento:Inglaterra
Cor dos Olhos: AzulEscuro
Cor dos Cabelos: LoiroEscuro
Estatura: Alta
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Sim
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: É um jovem fechado para a maioria das pessoas e um pouco falso por não demonstrar de primeira seu verdadeiro ser. Ele como filho de Afrodite é aparentemente inexperiente, pois não é lindo com a maioria das irmãs e sim um pouco alto demais em comparação com alguns semideuses e também musculoso pelos treinos de luta que teve no ensino médio. Gosto da deusa e principalmente do fato que o amor quebra as expectativas, pois muitos pensam que filhos de Afrodite só se importam com a beleza e não é verdade, pois eles e elas usam a beleza a seu favor da melhor forma possível. Não costuma se abrir pra qualquer um, mas quando gosta de alguém, ele realmente se entrega a essa amizade ou algo mais. Ele tem um pouco de coragem misturada com burrice porque muitas vezes defende alguns mais fracos de valentões e isso já o encrencou muito. Ele pode não parecer um filho de Afrodite comum, mas ele é está aprendendo a se abrir mais com as pessoas, pois a criação que teve não o permitiu isso.
História: Na Inglaterra
Eu cresci sem mãe e meu pai me ajudara em diversas situações como mudanças de colégio, mas ele não falava direito comigo, nosso relacionamento era como se fosse obrigado e ele estivesse esperando eu fazer 18 e ir embora. Em casa não tinha muito o que fazer também além de pensar no meu pai e na minha mãe que nunca conheci e porque meu pai não falava comigo. Constantemente alisava o anel de minha mãe que eu ganhei de meu pai quando fiz quinze. Ele era de prata e com uma pedra vermelha em cima que me pareceu rubi por ser a única vermelha que conheci, dentro do anel estava escrito: “Para Matthew de sua mãe. Te Amo.” Sempre andava com o anel no dedo e raramente parava em casa de dia por não ter o que fazer, e na cidade ia geralmente na biblioteca que tinha alguns computadores e podia procurar de várias formas sobre o passado de meu pai e sobre o que iria fazer da minha vida depois do ensino médio. Nos colégios, era costume eu ser expulso por razões estranhas, desde brigas até ser suspeito de grande dano público. Meu pai nunca acreditou em mim, mas de alguma forma apenas escutava e me mudava de colégio esperando que eu melhorasse e parasse de ajudar os outros e apenas seguir minha complicada e nada mole vida. Meu tempo diário era tentar esquecer da minha casa e isso incluiu fazer os deveres escolares e ajudar em casa logo para poder sair de lá. Em um dia comum no colégio St Angel Magnnus, uma moça loira, de olhos verdes me atraiu de uma forma estranha que mexeu no meu estomago, mas não era amor e sim algum sentimento de lembrança como se a conhecesse e ela me atraísse como ima. A moça me chamou com o dedo e a segui como os desenhos que seguem a garota bonita quase que voando de atração, depois de alguns minutos seguindo ela eu de alguma forma parei na entrada de um clube. Eu entrei e uma voz na minha cabeça me disse treinar bastante para me preparar pro futuro. Achei estranho a fala na minha cabeça, mas segui as “ordens” e passei a treinar 3h por dia. Sempre ficava a academia aberta mesmo não estando o colégio, e só fechava lá pelas 23h, então quando podia ficava lá direto, o que me deixou desleixado sobre meu pai e as suas peculiaridades. Ele passou a chegar com a roupa desarrumada, indo pro trabalho dele que era num escritório de livros onde aprovavam novos livros e faziam as obras de capas. Passei a observar que era quase todo dia esse esquema dele indo um brinco de homem arrumado e voltando como se tivesse ido numa suruba e se divertido com roupa mesmo. Pra mim isso cheirava mal, mas deixei quieto e só observei até que numa tarde que o clube tinha uma folga pelo torneio de escolas do dia anterior, porém as coisas mudaram drasticamente quando meu pai conheceu a Stella. O Mason é linda, ruiva, olhos negros e por algum motivo pareciam que revistavam a gente por dentro, é magra, ou seja, um pedaço do mau caminho completo porque mesmo linda e amorosa com meu pai o defeito dela era comigo. Meu pai parecia um siga a mestra porque concordava com ela em tudo mesmo, era bem assim: “Lambe meu sapato e ele lambia. Limpa o banheiro com escova de criança e ele limpava.” Meu pai pediu ela em casamento num mês e no seguinte casou sem nem me consultar. Eu não tinha muito o que fazer a não ser aceitar aquela mulher dentro de casa, ou melhor, na casa porque Stella pediu um quarto pras obras de artes dela porque era uma pintora e o burro do meu pai me mandou pro sótão me virar. Vivia discutindo com aquela mulher por tudo, pois ela queria o que era meu, o que comia, o assunto com meu pai e nem com isso na cara meu pai ficava do meu lado. Ela me batia, me fazia de empregado e garçom muitas vezes quando ela e as amigas marcavam de jogar baralho lá em casa. Quase todo dia ela agia e fazia poses de mulher fácil pro meu pai como abaixar e empinar a bunda, ficar se esfregando nele e outras coisas piores. Depois de uma vez que vi a safada da Stella traindo meu pai, me escondi no canto da rua e tirei umas fotos bem reveladoras como provas. Logo que o cara acaba de se roçar com a Stella que pela roupa era mesmo “barra pesada”, estava satisfeito com as provas que tinha e já ia embora porque minha casa era na outra direção e sem querer derrubei várias latas de lixo atrás de mim. Os dois me viram e a troca de olhares significou tudo, me levantei e sai correndo dando a volta no quarteirão para ir para casa e chegar antes que ele me pegasse. Depois de uma boa corrida já que estava em uma EXCELENTE forma comparada com aquele cara estranho, eu entrei em casa desesperado pelo meu pai que depois de 5 minutos revistando os cômodos percebi que ele não estava lá. O cara não sei como já chegava à esquina e me viu na janela, ele veio em disparada e assim que entrou no prédio eu desci a escada de emergência e sai desesperado pela fuga dele. Sai correndo procurando meu pai nas ruas e logo que encontro ele saindo de uma loja, o cara chega perto de mim mas Stella faz sinal pra se afastar e ele some. Fiquei com o coração quase saindo da minha boca sozinho quando ele aponta para mim e quando vejo a cara da Stella de decepção começo a querer mandar Stella pra fábrica de aço pra ser incinerada pelo que quer que tenha falado de mim, mas é claro que não faria e nem conseguiria. Eu me aproximei dele que nem me deixou falar e só falou que estava de castigo e voltei correndo para o apartamento cansado pela perda de tempo. Estava com tanta raiva que escrevi um bilhete de despedida para meu pai, peguei o mais importante para mim como algumas roupas, biscoitos, uma garrafa de água e uma foto de mim com minha mãe sozinhos e peguei 400 dólares do pote de emergência e sai correndo antes que eles voltassem.

No avião

Num dia que viajava de avião com dinheiro roubado de uma loja, uma aeromoça me servia amendoins e eu me distraía com as crianças jogando PSP no banco ao lado do meu, quando olho para os amendoins havia dois escorpiões em cima da bandeja e quando eles pulam para me atacar, uso a almofada para retardá-los e saio do meu lugar e aproveito que já havíamos chegado no aeroporto, a aeromoça que tinha me servido tenta me impedir e percebo que era ele e era um pouco estranha com uma perna de metal, mas chuto seu pé normal, dou um soco na barriga dela, a empurro e saio correndo do local. Saio correndo do aeroporto, logo depois pego um taxi roubado e dirijo até uma lanchonete e vejo numa placa escrito NY que me lembro que meu pai me mostrou num filme e me ajudou a reconhecer certas iniciais.

A surpresa

Três adolescentes entram no táxi com pressa e um deles era peludo demais e me dizem para ir para o Estreito de Long Island. Dirijo uns dois quilômetros e pergunto o que eles eram porque eu podia ser a mesma coisa e como eles ficaram sem jeito eu disse que via os chifres do menino peludo só que não entendia porque e já me disseram para ir para o Estreito de Long Island que havia um local seguro lá. Eles se entreolham durante o minuto mais longo da minha vida, eu estacionei no meio da estrada e expliquei tudo e o mais peludo com chifres me explicou sobre os deuses, semideuses, o acampamento e sobre as buscas dos sátiros por semideuses. Demoro uns minutos para assimilar tudo, mas não tive tempo de pensar, porque dois cães pretos e com um tamanho acima do normal vinha para o carro rapidamente então ligo o carro e dirijo já peço para o sátiro me ensinar como ir para o tal acampamento meio-sangue, logo dirijo pelo caminho indicado pelo sátiro para o acampamento e pelas crianças para cortar caminho.

A chegada

Quando chegamos próximos, quebramos uma cerca pela pressa porque os cães ainda estavam atrás do táxi, mesmo estando longe eles não se cansavam fácil e estavam se aproximando. Acelerei um pouco e estacionei próximo ao dragão e o pinheiro, passamos pelo dragão enrolado no pinheiro, descemos a colina e o sátiro nos levou até uma casa grande que devia ser quem mandava ali, enquanto me aproximava me preocupava sobre o que o sátiro havia comentado sobre reclamação e de quem seria minha mãe.

Batalha: ▬ Cão Infernal -

Encontro-me na arena de lutas que estava limpando com intuito de ganhar uns dracmas como trabalho, quando sem saber do porque me escolheu de alvo, um cão infernal vem correndo na minha direção. Concentro-me rapidamente tentando focar nas minhas habilidades de luta e nos reflexos de semideus. Já embainho a espada e a adaga que estavam em minha bainha e quando o cão chegou perto o suficiente eu tento um corte vindo de baixo para cima na direção dele e preparei um chute caso ele virasse. Ele fez exatamente o que previ, virou pro meu lado esquerdo que eu tinha a adaga e pulou em mim tentando me agarrar, mas fui mais rápido me abaixando já que o tamanho dele ajudou a ele pular sobre mim tranquilamente e ergui a espada para rasgá-lo. Só consegui ouvi uivos e ele caindo chorando e rosnando já que não foi muito profundo o corte que pude fazer. Não perdi tempo e antes dele perceber, já o imitei e pulei nele com a adaga apontada na sua cabeça e a espada no caminho de seu pescoço. Aproveitei que ele havia rolado pela queda de antes e estava nas costas dele e errado o golpe com a espada, puxei a espada um pouco da grama enquanto tirava a adaga do dorso do animal e abaixei a espada no pescoço do cão. Tentei sobrepor toda a minha força naquele movimento que não consegui identificar com certeza se ele foi morto antes ou depois dessa minha tentativa de decepá-lo. Limpo-me do sangue do bicho como pude, terminei de organizar algumas coisas e saio do local receoso de outra surpresa canina.

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Re: Ficha de Reclamação de Matthew Knight Porter

Mensagem por Tânatos em Qua Jul 17, 2013 10:16 pm

Você deve dizer o motivo de ter escolhido Afrodite como mãe, não as características.
Sua historia tem pontos que ficam confusos.
E a batalha ficou muito ruim.

reprovado
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