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Ficha de Reclamação de Charles Clemente Santafé

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Ficha de Reclamação de Charles Clemente Santafé

Mensagem por Charles C. Santafé em Sex Set 13, 2013 11:58 pm

Progenitor(a) Divino: Hefésto
Progenitor(a) Mortal: Lola Clemente Santafé
Local de nascimento:Nova Jersey
Cor dos Olhos: PretoEscuro
Cor dos Cabelos: PretoEscuro
Estatura: Mediana
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Um pouco
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Bem, se aprofundarmos um pouco na minha personalidade, podemos perceber que sou criativo. É claro, só consigo criar coisas criativas caso fique um tempinho bolando isto. E pensando um pouco, criatividade tem algo haver com os filhos de Hefésto, uma vez que eles são forjadores e para forjar algo, é necessário criatividade, no meu ponto de vista.
História: ANTES
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A mãe de Charles possuía uma oficina mecânica especializada no conserto de carros. Após o nascimento de Charles, como não podia largá-la e o pai biológico do menino não podia ajudar na crianção dele, pois ele era um deus. Os primeiro meses ele cresceu com a avó, mas logo em seguida, Lola começou a se relacionar com um homem, ele era um advogado, não muito sucedido e tinha tempo de sobra para o garoto. Seu nome era Osmar.

Os anos foram passando e Charles começou a frequentar a escola. Com exceção de sua mãe, "pai" e avó, ele não conseguia se relacionar socialmente com os outros, porém, isso não o impedia de ir muito bem nos estudos.  O menino, desde pequeno, gostava de desenhar, e prefira dar mais atenção aos seus desenho do que para as pessoas. Os desenhos feito por ele eram bem desenvolvidos, com bastantes detalhes e, as vezes, parecia alguma espécie de esboço, plantas e coisas do tipo. O interesse dele por tecnologia também cresceu, logo começou a ajudar a mãe dele na oficina, sem muitos desafios, parecia tudo fácil.

Com o passar do tempo, a vida de Charles foi virando uma rotina: Ele ia para escola de manhã, almoçava, ia para oficina da mãe, dedicava um tempinho para os estudos e desenhos, jantava e o dia repetia.

Uma vez, quando Charles tinha doze anos, ele, acidentalmente, escutou uma conversa entre Lola e a avó dele. Elas discutiam sobre Osmar. Sem querer, ele escutou que o advogado não era seu pai biológico e se intrometeu na conversa delas. Ele fico a sós com sua mãe:

Charles: - Se ele não é meu pai de verdade... - o menino não conseguia terminar a frase
Lola: - Bem, seu pai biológico era um amigo de infância meu. Ai ele teve uma proposta de emprego boa, porém o local era no outro lado do país. Em nossa ultima noite juntos, surgiu você - disse ela.

A história não era essa, mas era bem mais fácil do que dizer que o pai biológico dele era um deus. Charles compreendeu, e achou que tudo era verdade.

AGORA
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Charles estava com dezesseis anos e sua mãe havia sido morta. Segundo a perícia, ele foi eletrocutada, desmaiou e bateu forte com a cabeça no chão. O jovem semideus estava em seu enterro. O dia estava ensolarado. Todos ali presentes, parentes e amigos de Lola, usavam preto. Charles usava camisa, calça e sapato tudo social e preto com uma gravata azul marinho. Ele estava um pouco afastado de onde sua mãe estava sendo enterrada. Esta sentado em um banco de concreto perto de uma árvore, na qual envolta possuía outro bancos. O garoto estava emocionado de mais para chorar. A mãe dele era uma pessoa que ele amava muito e uma das poucas que ele se relacionava e agora... Charles estava abalado. Ele se levantou e foi para casa antes do Velório terminar.

...

Quando chegou em casa, viu um estranho garoto que possuía pernas estranhas. Eram de bode? Sim, o menino possuía um par de pernas de bode. Ele estava parado em frente a casa que Charles morava. Ele se aproximou do semideus, que estranhava.

- Olá! - disse ele - Como vai?

Charles não parava de olhar para as pernas do garoto. O sátiro também olhou para as próprias pernas.

- Ah, - disse - não ligue para isso, você ira ver coisas bem piores quando chegar no Acampamento. - e sorriu.
- Que acampamento? - perguntou Charles - O que quer dizer? Quem é você?
- Você fez muitas perguntas... - disse o sátiro - Bem, vamos responde-las: Bem, o Acampamento Meio-Sangue é um lar seguro para semideuses, como você. - Charles iria interromper o sátiro - Perguntas no final da explicação! Continuando. - o sátiro pegou em uma bolsa um pergaminho que mostrava imagens do tal acampamento e elas iam mudando. - Esse é o Acampamento, como já disse, lá é um lar seguro para os semideuses. Você precisa ir urgentemente para lá. Você tinha uma boa relação com sua família, diferente de muitos outros meio-sangues. Já vigiava você desde seus treze anos, mas não queria levá-lo enquanto vivia bem em família. Porém, sua mãe foi morta por um monstro. Isso significa que já não é mais seguro ficar por aqui e não tem mais esse "fator família" que te segura por aqui. E me chamo Beleu, sou um sátiro buscador, trabalhando em nome do Acampamento Meio-Sangue.

Charles ficou pensando um pouco até juntar todas as informações. Até que finalmente disse:

- Essas imagens, são em HD? - perguntou sorrindo e apontou para as imagens no pergaminho.
- É claro! - respondeu o sátiro rindo - Ah, quase me esqueci. - Beleu mexeu mais um pouco na bolsa e tirou um canivete. - Guarde isso. - e entregou para Charles.
- Então - disse o semideus, enquanto pegava o canivete - onde é esse tal acampamento?
- Long Island. - respondeu Beleu.

Sem trocar de roupa, ele pegou as carteiras de identidade e de motorista, reserva, de Osmar, substituiu por uma foto dele e pegou um pouco do dinheiro que estava em casa. Em seguida foi até a garagem e a moto dele estava lá. Conferiu os documentos e não pensou duas vezes. O tanque estava quase vazio, porém o suficiente para ir até o posto e abastecer. Ele era um garoto que se dava bem com máquinas, Charles havia trabalhado com a mão durante anos. Dirigir era como respirar para ele. Beleu ia na garupa e possuía um mapa.

...

Depois de abastecer, eles seguiram a rota do mapa. De vez e quando, eles paravam em uma lanchonete e compravam um café para se manterem acordados. Eles não pararam para descansar e percorreram quase todo o caminho do mapa.

Batalha: Charles desceu de sua moto, sua não, da moto que usava. E caminhou para a entrada de uma lanchonete de estrada. Estava para entrar, quando de dentro do estabelecimento, surgiu um ciclope não muito alto, porém forte e armado de um porrete.

- Olá - disse ele

Charles ficou um pouco desconfiado.

- Quem é você? - perguntou
- É um ciclope maligno. - disse Beleu um pouco nervoso
- Isso mesmo que o sátiro disse. - respondeu - Sou uma espécie de assassino, sabe? Mato os pais mortais dos semideuses para atraí-los para o Acampamento e pego os indefesos em uma armadilha. Ah, antes que você pergunte: sim, eu que matei sua mãe! Sabotei os equipamentos dela, ela levou um choque e acertei a cabeça dela com esse porrete. Ainda tenho o sangue dela aqui...

Charles arregalou os olhos e ficou muito nervoso que nem conseguia falar. A temperatura de seu corpo aumentou muito. O ciclope preparou seu equipamento para um golpe.

- Pegue aquele canivete! - disse Beleu

O semideus procurou nos bolsos e pegou o, mencionado, canivete. E ao abri-lo, teve uma surpresa: ele se transformou em machado!

O monstro gritou e correu na direção do garoto. Charles fez o mesmo. Porém, o ciclope foi mais rápido. O porrete dele atingiu o semideus em cheio, fazendo ele ir na direção de uma árvore que estava ali por perto. A criatura se aproximou e tentou agarra-lo, mas queimou a mão ao encostar nele. O semideus estava com a temperatura do corpo muito quente. Ele se levantou e suas mãos estavam em chamas. Charles estava confuso sobre como isso estava acontecendo.

- Ateie fogo nele! - gritou Beleu
- Sem chance! - gritou o ciclope olhando para o sátiro

Aproveitando a distração da criatura, Charles lançou a bola de fogo em sua mão como se fosse uma bola de beisebol. Quando o monstro de virou, era tarde de mais. As chamas atingiu o olho dele. O semideus segurou o machado com as duas mãos e correu até o ciclope que queimava. Saltou e desceu seu equipamento na cabeça do monstro enquanto caia no ar. A arma do semideus entrou na cabeça da criatura que foi virando pó.

- Isso foi pela minha mãe - disse Charles

O jovem estava muito cansado, logo caiu desmaiado. Um pouco depois, Beleu conseguiu acordar ele.

- Cara - disse o sátiro - isso foi incrível!

Charles não havia recuperado a consciência por completo. Fato que lhe fez ver dois ou três Beleus. Depois de um tempo ele se recuperou mais um pouco e entraram na lanchonete. Comeram e descansaram um pouco. E por fim, voltaram para a estrada.

A ultima parada havia sido perto do Acampamento, logo não demoraram muito para chegar nele. Até que finalmente eles chegaram.


Última edição por Charles C. Santafé em Dom Set 15, 2013 12:32 am, editado 1 vez(es)
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Re: Ficha de Reclamação de Charles Clemente Santafé

Mensagem por Melinoe em Sab Set 14, 2013 10:15 pm

Sua escrita foi boa, quase não houve erros e mostrou possuir muita criatividade e acabou se perdendo por ai.

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Re: Ficha de Reclamação de Charles Clemente Santafé

Mensagem por Charles C. Santafé em Dom Set 15, 2013 12:35 am

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Re: Ficha de Reclamação de Charles Clemente Santafé

Mensagem por Perséfone em Dom Set 15, 2013 11:26 am



Charles...
Houveram muitos erros de ortografia e alguns de pontuações.
Uma coisa, ciclopes são resistentes a fogo, não tem com matá-lo queimado.
E alguns pontos, seu texto ficou confuso, cansativo.

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Re: Ficha de Reclamação de Charles Clemente Santafé

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