Mount Olympian

O Templo

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Mensagem por Quíron em Qua Jun 05, 2013 3:46 pm

Templo


É um templo para todos os deuses. Ele tem uma espécie de ligação direta com o Olimpo e é administrado por sacerdotes, que são semideuses com aptidão para (NPC's).
Ao fazer uma oferenda perfeita o semideus pode ganhar uma benção ou presente, também serviria para abençoar as armas com atributos básicos relacionados ao progenitor. Além de poder ajudar na cura de possíveis maldições que o semideus possa vir a receber, ou apenas fazer uma oferenda à um deus.

Os deuses quando forem avaliar deverão apontar os três tópicos (Coerência, Ortografia, Criatividade), os erros que o player cometeu em seu post além da porcentagem ganha. Se o texto não atingir 80% ele não poderá ser aprovado. Deuses também não poderão avaliar os posts de seus filhos e seguidores, assim como instrutores não poderão avaliar os posts.

Caso o jogador queira postar a retirada de uma maldição ou algo do tipo, deve postar que um sacerdote está redigindo o ritual. O mesmo para bençãos.

Regras:
- Cada player pode postar aqui várias vezes por dia, porém, só recebe uma recompensa (benção, item...) por mês.

Avaliação:
Coerência = 35 % (o texto deve fazer todo o sentido e ter toda uma lógica)
Ortografia = 30% (pontuação e acentuação corretas são importantes para que se tenha um bom texto, mas não é tudo. Claro que se o player postar um texto com muitos erros ortográficos perderá a chance de ter seu post aprovado)
Criatividade = 35% (se o post não for criativo o suficiente nem deve se aprovado. O Semideus deve apontar cada detalhe do que ele fizer no templo)
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O Templo Empty Oferenda a Ártemis

Mensagem por Myrddin VanHelsing em Sab Jun 08, 2013 4:34 pm

Como minha maravilhosa criação em mãos, testada e aprovada, fui para O Templo.
Era um dos locais mais belos do acampamento. Colunas de mármore branco, com detalhes em ouro. Piras de fogo eterno ilumina tudo.
Esculturas dos deuses. Diziam que eram realistas. Como só tinha conhecido a minha mãe olimpiana Atenas (isso de ter que especificar qual mãe eu falo já está me irritando, mas quem mandou ser filho de duas, literalmente), e o Sr D, não posso realmente dar minha opinião.
Peguei uns incensos e acendi na base da estátua de Atena. Mesmo tendo pouco contato, ainda devo a minha vida a ela. Muitos campistas odeiam seus progenitores olimpianos pela sua ausência, mas prefiro entender isso como uma forma de não nos colocar em mais risco.
Segui então para a estátua do alvo de minha oferta.
Ártemis.
Nada melhor que ofertar uma arma de caça para a Deusa da Caça.
Sei que ela não gosta muito de homens, mas não tenho nenhuma má intensão para com ela ou suas caçadoras.
Espero sinceramente que ela aceite minha oferta e quem sabe assim possa ter uma replica para mim.
Claro que acrescentei algo na minha oferta. Uma flecha, mas com ponta de Ouro Imperial. Tinha encontrado quando criança e guardei sem saber sua verdadeira origem. Mas agora encontrei uma boa função para ela.
Sai com esperanças do Templo.


Criação da Besta:

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Mensagem por Frederico H. Fray em Seg Jun 10, 2013 2:04 pm

Acordo com o despertador apitando, aperto o botão de desligar e esfrego meus olhos, bocejo e me levanto da cama, calço meu chinelo velho e vou em direção ao banheiro, retiro minha roupa e entro debaixo do chuveiro, a manhã estava fria, sorte a minha é que a água estava morninha, termino de me banhar e me visto, tomo um café da manhã bem reforçado, pois terei um dia bem longo, pego um caderno sobre a mesa e checo as coisas que eu irei precisar para esse longo dia.
• Corda de escalada #
• Comida e água #
• Isqueiro e Colar#
• Médicamentos #

Estava tudo certo, ponho tudo que irei precisar em uma mochila, faço uma pequena oração a meu pai para que ele abençoe meu dia e sigo em direção ao templo dos deuses onde irei fazer uma pequena oferenda.

Subo um pequeno morro, o templo fica um pouco longe o ar rarefeito da montanha fazia meu estomago embrulhar, mas seguia enfrente sem vacilar, as plantas arboristas da areia são muito belas, pequenos pássaros vão por lá e pequenos canteiros de tulipas e rosas vermelhas enfeitavam o lugar, vejo uma das caçadoras de Ártemes brincando com um pequeno filhote de cervo, aceno para ela e como de costume sou ignorado.

Sigo em direção a entrada do templo, vejo os Monges sentados a meditar, cada um vestido com um manto que representava o deus a quem eles servia, aproximo-me de um velho careca e de pele branca, se não observasse o subir e o descer de sua respiração podia se dizer que eles já estava morto, ele vestia uma manto negro e havia algo escrito em grego antigo, que por sorte eu arriscava a ler um pouco, tinha escrito “ Servo do Deus dos Mortos e do Submundo : Hades”, faço referencia ao velho monge que com um sorriso morto me recebe.

- Olá filho do deus dos mortos.
- Olá velho sábio. Digo sem querer ofender.
- Venha por aqui, faz muito tempo que ninguém faz uma oferenda ao meu mestre. O Velho da uma tossida seca ate parece que estava com tuberculose.

Sigo o velho até um lugar as paredes do templo era enfeitadas por dezenas de desenhos dos deuses, dava para se ver no mais alto e belo lugar Zeus em seu trono portando em sua mão seu raio mestre, ao seu lado Poseidon e Hades logo a baixo Hera e os demais deuses, via-se desenhados cenas de guerras e também cenas de grandes festas.

O Velho monge a ponta seu magro dedo para uma passagem e eu a atravesso e ele vem logo atrás de mim, ao entra na sala vejo uma grande estatua do deus do submundo, sentado em um trono feito de ossos, em sua mão seu Garfo, sua arma favorita, deitado no chão a estatua de seu leal e firme guardião Cérbero com suas três imensas cabeças, era tão real que chegava a dar medo.

Ajoelho-me diante dele e rezo baixinho a ele, o silencio do templo era algo surpreendente que fazia gelar a espinha, olha para o lado e vejo o velho monge fazer o mesmo, dou um pequeno sorriso e volto a orar. Passam-se alguns minutos e vou até minha mochila e retiro algumas comidas, dirijo-me ao velho monge que já estava pronto para começar o ritual de abençoassão .

Ele pega um vaso negro com desenhos entalhados nele e ao redor velas negras e brancas, ele acende alguns incensos para melhorar o aroma do lugar, ele pede que eu me aproxime e ponha a minha oferenda dentro do pote, e eu faço como ele manda, ponho um pedaço de frango, alguns morangos e um pouco de licor de uva, ajoelho-me e rezo baixinho o velho sábio começa a orar em grego antigo algo como: “Άδης Έπαινος που ευλογεί τους οπαδούς του σήμερα και πάντα.”

Ele começa a fazer uma dança e desferir as palavras com mais força e vigor, sinto meu sangue correr mais rápido era como se algo tivesse me possuindo, meus olhos ardiam como brasas, o fogo das velas balançava de um lado para o outro, um forte vento passa por toda a sala meu corpo estava sendo consumido por uma forte dor que não me deixava pensar, eu fez todo o esforço possível para continuar a orar e o velho sábio continuava a dizer : “Άδης Έπαινος που ευλογεί τους οπαδούς του σήμερα και πάντα.”

Quando o velho sabia fechou a boca ao dizer a ultima palavra meu corpo cai ao chão como um boneco de pano.
Acordo com uma jorrada de água sobre minha cara e quando abro meus olhos vejo o velho sábio e ele me diz:

- Você é um garoto bem forte e os deuses gostão de você, espero que seus pedidos ao meu mestre seja atendido, pelo que eu vi sua oferende foi algo que o agradou, principalmente o sangue que você derramou.

Fico com um pouco de duvida, sangue? Que sangue?
Gaguejo algo com:
- Sa... San.. Sangue?
- Sim ,não se lembra de ter derramado um punhado de sangue de seu pulso?
- Não. Olho para meu pulso e vejo um pequeno corte. Sorrio e digo: - Se é assim que os deuses querem assim será.

O Velho sábio me ajuda a levantar, pego minhas coisas me despeço dele o volto para minha jornada dura que seria essa manhã.
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Mensagem por Liessa Sapientiam em Qui Jun 13, 2013 6:58 pm

   Durante esta manhã enquanto tomava meu café, uma amiga falava de como ela nunca havia ido no templo fazer uma oferenda a seu pai, foi  ai que percebi, também nunca havia feito uma oferenda no templo antes, pensando nisso resolvi ir dar uma volta durante esta noite e fazer uma oferenda.


   Quando cheguei perto do Templo percebi que haviam vários sacerdotes vestindo túnicas referentes aos deuses que eles servem, por fora o Templo é tão majestoso e belo que nem ao menos consigo explicar, é tão inacreditável que acabei ficando de boca aberta durante vários minutos, quando finalmente um dos sacerdotes me parou, perguntou-me para que deus seria a oferenda, isso realmente não havia me ocorrido para que deus eu ofereceria a espada, foi ai que uma luz acendeu em minha mente, para quem eu ofereceria uma espada se não ao deus dá guerra, por eu estar tanto tempo parada sem falar nada o sacerdote refez a pergunta, "E então para que deus é a sua oferenda", eu olhei dentro de seus olhos e disse "Para Ares é claro !", o sacerdote virou-se e chamou outro sacerdote de aparência mais jovem, lhe disse algo inaudível de tal distancia, logo o sacerdote mais novo chegou mais perto olhou-me e disse "siga-me, para fazer a oferenda a meu mestre".
   Depois de tanto esperar finalmente entrei no templo e avistei Ares o deus da guerra de pé brandindo um escudo e segurando uma lança,de um olhar alvo e realmente charmoso,passado o deslumbre, ajoelho-me e rezo ao deus da guerra para que me ajude depois de certo tempo pego a espada de bronze celestial e ofereço ao deus, acabo de fazer minhas orações quando algo de muito estranho acontece, sinto um mal estar, olho ao longe e vejo um homem sorrindo, quando volto ao meu total equilíbrio viro-me para a porta e me retiro, essa oi uma experiencia inacreditável.

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Mensagem por Hades em Sex Jun 14, 2013 7:01 am

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liessa - sem recompensas.
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Mensagem por Convidad em Sex Jun 14, 2013 5:22 pm

Acordei naquele típico dia de Outono. O sol brilhava no céu azul, com algumas pequenas nuvens brancas. Levantei da minha cama e me espreguicei, observando o chalé e minhas irmãs, Carol, Beca e Gigi, dormindo tranquilamente, Louis, meu outro irmão deveria estar treinando naquela hora.  Arrumei minhas coisas, e fiz tudo o que deveria ser feito, logo em seguida, saindo de meu chalé com uma bolsa nas costas, e andando pelo acampamento. Eu havia planejado ir para o templo, rezar para o meu tio-avô, Poseidon.  Caminhei pelo acampamento, observando o local que há um mês havia se tornado o meu novo lar. Ouvia o barulho das forjas dos filhos de Hefesto, via os filhos de Hermes tentando abrir a porta da loja, dois filhos de Ares correndo de uma caçadora de Ártemis, e um filho de Hípnos, dormindo em pé, em frente ao seu chalé. Sorri para mim mesmo. Continuei caminhando até chegar a magnifica construção destinada aos deuses, situada em um pequeno morro, no acampamento. O templo era a maior construção do Camp, enfeitado com tochas e flores, como Tulipas e rosas. Entrei no templo, fazendo uma pequena reverencia. Eu iria rezar para Poseidon, mas tinha de respeitar todos os outros deuses. Dentro do templo, estátuas de todos os deuses haviam sido colocadas, e em frente de cada uma, sacerdotes com um manto, representando o Deus que eles serviam. Caminhei pelo templo, olhando estatuas e observando pinturas dos deuses, muitas delas mostrando as antigas batalhas dos deuses contra os titãs. Até que finalmente cheguei à estátua certa. Lá estava, Poseidon, sentado em seu trono, segurando o grande Tridente, ao seu lado, um de seus símbolos, um belo Hipocampo.  Mesmo sendo uma estátua, aquela forma petrificada do Deus do mar ainda nos mostrava que ele era forte e poderoso, e poderia lhe matar em poucos segundos caso o desrespeitasse. Ajoelhei-me perante a estatua, e logo, senti uma mão em meu ombro. Olhei para o lado, vendo um homem alto, de cabelos castanhos escuros, pelo manto que ele usava, da cor do mar, com um símbolo do Tridente, com certeza aquele era o sacerdote de Poseidon.
-Olá criança de Apolo! Veio rezar para Poseidon?-Ele perguntou, sorrindo.
-Sim senhor!-Eu disse.
-Muito bem, o que tem para oferecer ao Deus do mar? -Ele disse. Abri minha bolsa e tirei de lá uma grande concha que havia encontrado na praia, além de um mini tridente, que eu havia achado em um dos meus passeios da escola que antigamente eu estudava. Não sei se meu Tio iria gostar daquilo, mas não custava tentar. O sacerdote se ajoelhou ao meu lado e começou a rezar:
-Noble κύριε, υπάρχει ένα δώρο για σένα!-Ele disse, eu havia entedido o que ele tinha dito, mas comecei a rezar.
-Caro Poseidon, deus do mar, criador dos cavalos e dos terremotos, rei de Atlântida, porfavor nobre senhor, aceite minha oferenda!-Eu disse, mentalmente, em seguida, apenas observei os objetos sumirem.

-Bom, agora é só esperar para ver se o nobre senhor dos terremotos irá aceitar as suas oferendas!-O sacerdote disse, sorrindo. Eu sorri de volta, fiz uma reverencia a estatua do deus do mar, e em seguida me despedi do sacerdote, indo embora, voltando para meu chalé.

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Mensagem por Convidad em Sab Jun 15, 2013 12:52 pm

Lukas: Benção de Poseidon I - Você é capaz de criar um pouco de água a partir de suas mãos, esta água limpa ferimentos medianos e os cicatriza em alguns minutos.

Atualizado por Atena.

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Mensagem por Vola E. Wolfwood em Dom Jun 16, 2013 4:28 pm

Eu tinha acordado muito cedo e não estava sentindo sono algum. Olhei para o chalé e meus irmãos estavam dormindo. Não tinha nada para fazer, mas mesmo assim decidi me levantar.
Fui até o banheiro, me troquei e ao me olhar no espelho vi meus olhos. Eram de um azul intenso... Um azul cor de... Mar. Me lembrei do que Quíron tinha falado no primeiro dia do acampamento: "Se vocês quiserem rezar, pedir uma benção ou algo do tipo, o templo está lá para isso.". Bom... Eu nunca gostei muito de água, na verdade eu gostava... Porém acho que meu tio não gostava do fato de eu estar dentro dela, mas que se seja.
Arrumei minhas coisas na mochila e caminhei até o templo.

Enquanto andava pude ver algumas ninfas brincando no gramado. Eu sorri... Não era muito de sorrir por coisas fofas, mas o dia estava lindo e sei lá, eu estava de bom humor. Pelo menos uma vez durante 1 mês.
Me perdi em pensamentos e quando me dei conta estava na frente do templo, suspirei e entrei.

O templo era... Enorme, cada Deus tinha um espaço para ele mesmo. O primeiro, era meu pai. Parei por ali alguns minutos e fiquei observando as oferendas que ainda estavam no altar. Levantei o olhar e vi o "rosto" da estátua de meu pai.
- Oi pai... Tudo bem? - O que eu estava fazendo? Conversando com uma estátua? Se bem que ele poderia ouvir mas... Esquece. Balancei minha cabeça e fui mais a dentro do templo, quando vi o altar de Posseidon. Lá estava ele, segurando seu tridente e sentado em um trono. Inclinei minha cabeça para o lado, pensando se ele era realmente assim... Se todas as estátuas eram realmente as faces de nossos pais. Eu já estava me perdendo em pensamentos novamente, quando alguém pigarreou.

Olhei para trás, e um homem estava me observando. Estava com um tule azul-marinho e no peito havia um pequeno tridente. Ele tirou o capuz e sorriu para mim, se aproximando.
- Olá semideusa. Você seria filha de Zeus? - Ele ainda sorria e eu sorri junto.
- Sim, mas... Como sabe? - Franzi minha testa, interessada. Ele apenas apontou para o altar de Zeus.
- Eu vi você falando com seu pai. - Ele soltou um pequeno riso e ficou de frente para o altar de Posseidon. - Veio falar com seu pai ou tio?
- Na verdade, com meu tio... - Eu parei de olha-lo e comecei a encarar a estátua. - Sabe... Eu gostaria de tentar entender por que não me dou bem com a água. Vim rezar para ele um pouco. Quem sabe melhora minha situação? - Mordi meu lábio, pensando no que eu tinha acabado de falar.
- Certo, semideusa. Você trouxe algo para ele? - Ele olhou para minha mochila e eu assenti com a cabeça. - Então, por favor... Coloque no altar.

Ele esticou o braço, mostrando onde eu deveria colocar. Eu o olhei por alguns segundos e concordei com a cabeça, avançando um pouco para o altar.
Me ajoelhei e coloquei a mochila nos meus joelhos, abrindo-a. Tirei uma pequena escultura que eu tinha feito quando criança... Quando minha mãe me levava para a praia, eu não podia entrar na água... Então eu ficava na beira, catando conchas e algas. No fim das férias, eu tinha decidido fazer um tipo de escultura.
Havia uma concha que representava uma pedra, e em cima dela tinha algumas conchas quebradas que formavam um tridente quase perfeito amarrado por uma alga, um tipo de laço. Ok, eu era criança.
- Foi você quem fez? - O sacerdote tinha se ajoelhado junto comigo e estava observando minha escultura.
- Ah... Uhun, foi. Bom... Eu era criança e... Sabe como é. - Franzi meu lábio.
- O que? Está bonito, semideusa. Posseidon não se importa com beleza, só com a intenção. - Ele sorriu e estendeu a mão, pedindo para segurar a oferenda.
Deixei ele segurar, enquanto falava algumas palavras gregas... Apenas consegui entender algumas: Posseidon, Deus dos mares. Aceite a oferenda, semideusa, sobrinha. O resto eu não entendi muito bem, mas mesmo assim fechei os olhos e comecei a sussurrar.
- Tio Posseidon, senhor dos mares, aceite minha oferenda como prova de admiração e gratidão. - Abri meus olhos e o sacerdote ainda estava falando coisas em grego... E então eu decidi tentar algo. Falei baixo o suficiente para ter certeza de que o sacerdote não iria escutar. - Bom, aceite a oferenda e me escute... Eu sempre quis tomar banho de praia, mas não consegui. Não o culpo por isso, talvez seja automático mas... - Olhei para o sacerdote e falei mais baixo ainda. - Eu queria poder nadar um pouco. Se não for muito incomodo. - Torci minha boca, como um gesto de "foi mal" e quando terminei, o sacerdote falou comigo.
- Está feito, criança. - Ele se levantou e deu a mão para mim, eu a peguei e ele me levantou. - Agora é só esperar, certo? Obrigada pela sua oferenda, e que os deuses te abençoem. - Ele esticou o braço para a saída.

Peguei minha mochila e o agradeci por ter me ajudado na oferenda. Logo depois, sai do templo e percebi que algumas pessoas já estavam treinando e andando por aí. Talvez eu poderia dormir mais um pouco, nem que seja por uns 5 minutos. Então, fui para meu chalé.
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Mensagem por Syd Barrett em Dom Jun 16, 2013 4:36 pm

Um dos maiores passatempos de Syd era ler. Vez ou outra ele lia os livros que ficavam espalhados pelo chalé, a maioria pertencentes aos seus meio irmãos, mas na grande maioria das vezes retirava suas leituras da cartola mágica. Como gostava de tranquilidade e passava boa parte do tempo longe dos demais meio sangues, tinha tempo de sombra para viajar pelas páginas de diversos livros, dos mais variados. Um dos assuntos que mais despertava seus interesses era mitologia grega, ainda mais depois de descobrir que ela fazia efetivamente parte de sua vida. Lia livros muito bons, que tinham ótimas fontes, alguns foram até escritos por outros semideuses que viveram tempo suficiente para escrever.

Syd folheou a última página de um livro que falava exclusivamente sobre Hermes. Fora provavelmente escrito por um semideus, já que haviam muitos detalhes e conclusões impossíveis de serem observadas por olhos mortais. As palavras do livro causaram um profundo impacto em Syd, que passou, de certa forma, a respeitar o deus. Ele mesmo dormira no chalé de Hermes por alguns dias quando chegou ao acampamento, e sentira-se muito grato por ser acolhido, mesmo que o chalé fosse uma completa baderna. O deus também era um dos mais astutos, enganara seu irmão Apolo com uma facilidade cômica. 

No dia seguinte, Syd decidiu abster-se de seus treinos e oferecer uma oferenda a Hermes, mesmo esse não sendo seu progenitor. Para tanto, deveria caminhar até o templo de todos os deuses, um lugar destinado justamente a sacrifícios e oferendas, onde os campistas poderiam cultuar a qualquer divindade de forma direta. O garoto se preparara bastante, a fim de não sofrer uma maldição, pois a ultima coisa que iria querer era trazer para si a ira dos deuses. A caminhada, em si, não levou mais que alguns minutos, pois o local não ficava tão afastado dos chalés. Logo o grande templo podia ser visto, era uma das estruturas mais bonitas do local, chegando a rivalizar com a Casa Grande. O filho de dionísio subiu as escadas que levavam a porta com passos obstinados, e abriu o portão, entrando devagar. Nunca havia estado ali antes, por isso o local o assustava. Tinha vários assentos vazios e cheiro suave de incensos. O garoto chamou:

- Sacerdote? - Após alguns segundos uma voz respondeu:
- Eu! A quem desejas prestar culto, filho? Irei ajudar-te a fazer tudo certo e tirar quaisquer dúvidas. Mas antes, me diga o motivo pelo qual quer fazer um culto.  - Syd resumiu como havia lido um livro sobre Hermes e o admirava, contou também sobre sua gratidão por ser acolhido pelo chalé e que desejava portanto oferecer algo ao deus. - Muito bem rapaz. Acho que seu motivo é justo. Irei orar, perguntando o que o deus quer de você.

O homem sentou-se em um local mais elevado, forrado por um tecido nobre, e começou a recitar uma oração em grego antigo. Assemelhava-se a uma antiga, mais rápida em algumas partes e de longas sílabas em outras. Passaram-se dez minutos até que o sacerdote ficou em silêncio por algum tempo. O campista levantou o rosto, para verificar se o sacerdote ainda estava vivo, mas esse sorria e caminhava em sua direção. Ele colocou a mão em seu ombro e falou:

- Bom, os deuses aceitaram a sua intenção. Hermes deseja que você faça uma tarefas e seja bem sucedido. Você aceitaria esse desafio? Pense bem antes. - Mas ele não precisava pensar, estava disposto a muita coisa, sempre. Anuiu a cabeça e o velho continuou - Bom, sendo assim, ouça com calma. Você deverá trazer um objeto perdido até o final da tarde, se mostrar-se capaz, será abençoado, mas se te mostrares incompetente, sua oferta será tomada como insulto e o você nunca mais poderá viajar, nem a menor distância., ficará preso em seu chalé até o final de seus dias.
- Es..está certo! O que eu devo trazer para o templo? - Tentava manter a sua voz o mais firme possível, mas suas pernas bambeavam e sua garganta se fechava, como se não quisessem deixar as palavras saírem. 
- Bom, você deverá pegar a roda da biga do chalé de Hermes, que se encontra em algum lugar da floresta. Acho que os filhos de Hermes sabem da história, embora eu duvide que ele contarão para você. Boa sorte, filho.

O sacerdote deixava escapar uma nota de pena na sua voz, notada pelo meio sangue, mas não comentada. Ele ainda se sentia muito disposto a cumprir a tarefa, embora uma pontada de medo insistisse em incomoda-lo. Sua mente trabalhava rápido, buscando uma forma de convencer os filhos de Hermes a contarem uma história aparentemente ruim. Conhecia alguns deles, embora não intimamente.

Syd voltou ao seu chalé e pensou um pouco, até ter uma ideia. Hermes era deus dos mercadores, portanto ele deveria negociar! Sim, o filho de Dionísio podia ser ótimo em negociar, pois tirava da cartola ótimas moedas de troca, literalmente. Ele retirou alguns livros famosos, que ainda eram sensações. Tirou também um relógio de pulso e um mini-game. Coisas eletrônicas costumavam ser bastante valiosas, e um mini-game dificilmente atrairia um monstro... Enfim, depois de juntar tudo na mochila o garoto saiu a procurar por um filho de Hermes mais velho, o que não custou a achar. Syd o abordou quando este estava indo para a arena, dizendo:

- Ola, Markos, poderia ter uma palavra contigo? Te proponho um negócio.
- Hm, sim? - Perguntou o garoto, um tanto desconfiado - Mas seja rápido, estou sem tempo.
- O que você sabe sobre uma roda perdida, da biga de seu chalé?

Markos o encarou por alguns segundos e respondeu, sem disfarçar a irritação na voz:

- Você está caçoando dos filhos de Hermes, é? Seu pivete...  - Mas antes dele sacar a espada, Syd interveio, aumentando o tom de voz também.
- Escute, preciso de informações para uma...missão. Posso pagar pela informação. - E retirou os livros e o relógio da mochila. Pelo menos tinha funcionado, pois o filho de Hermes não o olhava com ódio, mas sim manifestando algum interesse, até esboçando um sorriso. Respondeu:
- Não sei cara... é um assunto bem delicado. Talvez se você tivesse um sutiã das filhas de Afrodite...
- É, não tenho um sutiã, mas tenho outra cartada final - Mostrou-lhe o mini game e viu os olhos de Markos brilhando por um momento. Mas o filho de Hermes de hermes era um bom negociante e disfarçou assim que pôde, ponderando um pouco, mas cedendo:

- Passe o mini game, acho que irei te ajudar. Escute sem interromper. Já ouviu o ditado "Ladrão que rouba ladrão tem mil anos de perdão"? Pois bem, as vezes é difícil para nós resistirmos ao impulso de pegar algo emprestado por um tempo... Principalmente de gente descuidada. Mais ainda em épocas de competição. Nós não somos dos tempos das corridas de bigas, mas a coisa era bem braba. Fiemos uma trapaças, visando a vitória, é claro, mas alguns semideuses levaram esse ditado a sério e roubaram a roda de nossa biga um dia antes da corrida... Ficamos cheios de raiva, mas não podíamos pegar a roda de volta, pois quem roubou escondeu perto do monte de formigas.
- Monte de formigas? - Perguntou Syd
- Ah, cara, acho melhor você não saber o que é. Tá bem, é um local dentro da floresta onde há um formigueiro de formigas gigantes e venenosas. Não queira ir até lá. Que essa história fique só entre e a gente, ouviu? Seria uma pena se suas armas começassem a desaparecer...

Se despediram rapidamente, pois ambos tinham coisas a  fazer. Agora o filho de Dionísio estava realmente preocupado. Já haviam passado do meio dia e ele teria de encarar um ninho de formigas gigantes. Parecia ser ideia de filmes da década de 70, mas agora ele não tinha muita escolha. Foi ao seu chalé e armou-se até os dentes. Pegou seus anéis e sua espada de Quartzo, além de seu colar, para casos de fuga desesperada. Depois bebeu uma garrafa de vinho, para se fortalecer e partiu em direção a floresta. Não fazia a menor ideia de onde procurar, só sabia que era em algum local mais adentro, por isso se embrenhou pela mata, usando um dos seus anéis para voar sobre as árvores. A floresta começou a ficar mais sinistra a cada metro, as árvores ficavam cada vez maiores e retorcidas. Syd pousou em um rochedo e pôs-se a caminhar. Sentia que, de alguma forma, os vento que gentilmente o ajudava a voar lhe tinha trazido até ali. Quando avistou a clareira, teve sua confirmação, embora não tenha ficado exatamente feliz com isso.

Era um monte enorme e horripilante. Formigas do tamanho de pastores alemãs! Uma formiga dessas já seria muito assustadora, um formigueiro cheia delas faria qualquer um desmaiar. Syd tinha uma ótima memória fotográfica, então observou o local por um tempo, tentando avistar a roda, mas sem sucesso. Também observou que as formigas carregavam pedaços de metal para dentro de um grande buraco. Perguntava-se se elas comeriam metal em vez de folhas.

Quando chegou o momento de agir, o medo se mostrou um adversário a se considerar. Ele pensou em desistir e levar sua vida dentro do chalé, mas essa ideia também era assustadora para ele. Foi só então que ele avançou, voando com o anel, circulando o formigueiro gigante. Ele observava tudo, centímetro por centímetro, e depois de alguns minutos de busca insessante conseguiu ver uma roda de biga enterrada pela metade no chão. O problema era a proximidade com as formigas, eles seria atacado assim que pisasse no chão e ainta teria que desenterrar metade da roda. O garoto desembainhou a espada e pousou em frente a roda. Desesperadamente, começou a cavar, usando a lâmina larga da espada como pá. Cavou até bastante, mas uma das formigas logo se aproximou dele, abrindo e fechando suas pinças laminadas. Syd ergueu a espada e abriu a cabeça da formiga com um só golpe. Mesmo aquela espada não conseguiu atravessar a cabeça da formiga, mas bastou um corte profundo para faze-la sumir em poeira dourada. Outras formigas começaram a se aproximar, e o campista desistiu de enfrenta-las, dedicando ainda mais tempo e desespero a tarefa de cavar. Conseguiu cavar o suficiente para puxar a roda, foi quando sentiu um liquido queimar seu braço. Uma das myrmecos atingiu-lhe com veneno. Ele não tinha chance contra todas elas.

Num ato desesperado, pegou a roda e protegeu-se de outro jato de veneno usando seu escudo de bronze. Depois levantou do chão e afastou-se das formigas. Depois correu floresta adentro, na direção do acampamento, tentando manter a linha reta. Depois de muitos minutos correndo conseguiu atravessar a floresta e aparecer perto do lago de canoagem. O sol já começava a baixar n horizonte. Depois de uma breve ponderação, calculou que não haveria tempo para se curar e voltou a correr em direção ao templo, ignorando os olhares curiosos que alguns lançaram para ele. Subiu as escadas e mostrou a roda de biga para o sacerdote, sorrindo por ter conseguido.

O velho surpreendeu-se com o seu sucesso, mas o parabenizou tentando disfarçar. Depois pegou a biga e o levou para o altar. Colocaram a roda em cima da pedra de mármore polido e ajoelharam-se. O sacerdote disse que eu deveria apenas oferecer a roda ao deus, que ele cuidava de outras peculiaridades, por isso Syd apenas falou:

- Por favor Hermes, deus dos viajantes, mercadores, ladrões e de tantos outros atributos, aceite minha humilde oferenda!

Quando abriram os olhos a roda da biga simplesmente não estava mais lá. Um vento incomum soprava dentro do templo, mas o sacerdote disse que a oferenda havia sido aceita pelo deus.



~~ Atualizado por Hermes ~~

Eu me materializei, como eu sempre apareço pra mortais (todo estiloso),  em frente ao semideus enquanto ele fazia a oferenda, o observei, ele realmente parecia ser sincero. Então falei:

- Syd, eu aceitei a sua oferta, semideus.. Te darei uma benção  e como eu sou o deus dos negociantes também, te darei uma maldição. Levará dois por um.

Depois disso toquei na testa do semideus e ele desmaiou e acordou na sua cama com um recado ao lado:

Spoiler:

Bênção: Você ficará mais rápido quase como meu filho  (+ 30% de agilidade no ataque)
Maldição: Você se tornará um cleptomaníaco, mas com minha bênção não será pego tão facilmente.
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Mensagem por Frederico H. Fray em Dom Jun 16, 2013 5:49 pm

Vou ao templo após minha luta contra Rafael para fazer uma oferenda a Hades em agradecimento a sua bondosa benção, falo com o monge responsável pelo templo de Hades, ele sorri ao me ver, aperto sua mão e seguimos em direção ao templo chegando ao templo de Hades vejo sua imensa estatua me ajoelho diante dela e abaixo minha cabeça e começo a rezar:
“ Obrigado Lord Hades, se não fosse por sua bondosa benção não estaria mais vivo para gradecer te por tudo.”
Retiro de minha mochila uma garrafa de Whisky e uma vasilha com camarões ao molho e ponho diante dos pés da estatua dou um sorriso e digo:
- Para um bom deus uma boa oferenda.

Me ponho de pé faço uma reverencia a estatua de Hades, agradeço ao monge e sigo saindo do templo de Hades.
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Mensagem por Hades em Dom Jun 16, 2013 5:54 pm

O Garoto saía do Templo após me fazer uma oferenda, ele mal sabia o que lhe aguardava. Quando ele pisou fora do templo o sacerdote o chamou.
- Filho da Morte, Mestre Hades lhe manda uma mensagem: "Sua dívida ainda não foi paga".
Após essas palavras o sacerdote retornou ao interior do templo.
..............................

Syd e Vola, aguardem os deuses para quem vocês rezaram atualizar os seus posts.
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Mensagem por Frederico H. Fray em Dom Jun 16, 2013 6:00 pm

Fico surpreso com as palavras do monge e vou atrás dele por mais informação eu grito:
- Senhor, Senhor, o que o senhor que dizer com isso?
Fico um pouco confuso.
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Mensagem por Hades em Dom Jun 16, 2013 6:10 pm

O monge não deu ouvidos ao garoto e as portas fecharam, a dúvida começou a percorrer a mente de Frederico, afinal o que o Senhor dos Mortos queria com ele? O menino voltou para o seu chalé, indeciso sobre o que fazer.
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Mensagem por Convidad em Dom Jun 16, 2013 8:27 pm

Vola - Benção de Poseidon II -Você ganhou a habilidade de respirar  embaixo d'água e ainda pode criar um pouco de água que cicatrizará seus ferimentos ao ser tomada.

Atualizado por Hades

Convidad
Convidado


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Mensagem por Arthur Stark em Seg Jun 17, 2013 9:37 am


 
My offer
 
 
 
Nuvens escuras cobriam o céu do acampamento, provavelmente chovia em Nova York, mas a defesa mágica do pinheiro onde Thalia costumava ficar protegia o local de interferências climáticas graças ao velocino de ouro. Carregando minha mochila de espaço infinito nas costas, usando uma camisa cinza comum e calça jeans escura, deixei meu chalé sentindo o poder do meu pingente de raio que sempre estava pendendo ao peito. Hoje eu tinha planos bem diferentes da minha rotina comum o que significava ter uma palavrinha com meu tio.

Não estava prestando atenção em meu caminho, na movimentação comum de semideuses e outros seres mágicos pelo local se dirigindo para suas atividades, eu estava muito focado e relembrando a todo momento o que eu queria dizer ao meu Tio Hades. Só de pensar em seu nome podia sentir um calafrio que corria pelas minhas costas eriçando meus pelos, era realmente difícil eu conseguir uma resposta de meu tio se pensar que sou filho de Zeus, mas esperava que ele atendesse ao meu pedido.

Na porta do templo procurei a estátua de Hades e quando achei caminhei até ela sem dar tanta atenção para outras estátuas, mas na de Zeus dei uma pequena parada, olhei para seu rosto pensando sobre nossos problemas e meu pequeno desgosto por ele, mas ainda sim era meu pai e Senhor do Olimpo e por respeito abaixei a cabeça cordialmente e prossegui em meu caminho. Parei em frente a uma estátua de mármore de m homem grande acima de uma série de degraus.

O homem usava um manto que cobria por completo seu corpo deixando apenas sua cabeça e uma mão de fora. Na sua mão estava um elmo que eu jurava que simbolizava o Elmo das Trevas e podia também ver os cabelos de meu tio esculpidos com certa perfeição dando ênfase ao seu volume e seus olhos passavam melancolia. Sabia que Hades não era assim, mas eu entendia que a escultura passava a melancolia da prisão que meu pai impôs a meu Tio o prendendo a vida cruel de Senhor do Submundo. Olhando para esse homem imaginei o manto escuro, cabelos negros  um sorriso misturando um toque de felicidade, mas com raiva e crueldade misturando, esse era o Hades.

Subi os degraus em direção a estátua e um homem me abordou segurando meu ombro. O rapaz usava uma toga branca e bem limpa, cabelo negro caindo em cachos e um cinto de ouro em sua cintura. Virei rapidamente sem compreender muito, mas em poucos instantes entendi quem era o rapaz.
- Semideus, deve saber que esse é o templo de Hades, o que fazes aqui?
- Vim ter uma conversa com meu tio.
 
Assim que deixei escapar essas palavras o sacerdote me olhou diferente, com desprezo. Imaginei que ele fosse um filho do Senhor do Submundo ou tivesse uma ligação bem poderosa com ele e saber que um filho de Zeus ou Poseidon se aproximava dele era realmente desprezível. Deu para ver em seus olhos que ele sabia que eu era filho de Zeus e sua próxima fala confirmou isso tudo:
-Filho de Zeus, seu lugar não é com meu senhor.
-Eu quero falar com ele, com licença.
-Sendo assim deve saber como proceder uma conversa e oferenda a Hades.
-Terei uma conversa de sobrinho para tio, então obrigado pela sua ajuda.

Soltei meu corpo das mãos do sacerdote que ainda me encarava com desprezo, provavelmente amaldiçoava minha conversa com Hades e desejava que eu fosse morto por minha ousadia. Coloquei a mochila ao pé da estátua, agora eu podia sentir frio vindo da pedra, mas não sabia se era verdade ou apenas uma sensação de meu corpo. Retirei um copo e uma garrafa de Whisky que consegui com uns filhos de Hermes por alguns dracmas, retirei um cesto de frutas vermelhas, uma punhado de dracmas dentro de uma sacola de couro e um sobretudo negro o qual coloquei como forro. Ajoelhei e olhando para baixo disse:
- Hades, sou Arthur Stark, filho de Zeus, seu irmão. Venho me apresentar como guerreiro e querendo mostrar minha admiração pelo senhor.
 
Senti o frio aumentar e parecia que meu corpo estava dormente, eu podia sentir medo apenas por falar quem eu realmente era, mas prossegui.

- Como forma de admiração e gosto pelo senhor lhe ofereço algumas coisas que simbolizam meu conhecimento e gosto por você. A bebida é por que soube que o senhor têm certo apreço por ela, as frutas vermelhas representam sua esposa Perséfone e também o sangue que é algo sagrado para o Senhor. Os dracmas representam que sei que você é o Senhor das Riquezas e o casaco é a Pele do Leão de Nemeia, leão de couro impenetrável e minha maior defesa, mas acredito que com sua aliança não necessito dessa defesa. Ofereço tudo isso por um auxílio seu sobre mim. Além disso tudo ofereço minha lealdade com o Senhor.

Fiquei de cabeça baixa esperando uma resposta.


Código:
ITEM FALADO
Pele do Leão de Nemeia- Em forma de sobretudo negro.








 


POST: first ✖ NOTES: nothing ✖ WITH: Sacerdote✖ WHERE: Temple

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Mensagem por Hades em Seg Jun 17, 2013 10:16 am

Em meu palácio no submundo ouvi as palavras de meu "sobrinho", sentei-me em meu trono e fechei os olhos, quando tornei a abri-los estava no local da estátua, na verdade, eu era a estátua. Me voltei para o semideus o encarando.
- Arthur Stark, por que perturba o Senhor do Submundo?
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Mensagem por Arthur Stark em Seg Jun 17, 2013 10:26 am


 
I don't believe
 
 
 


Olhei para estátua assutado quando ela me encarou e falou o motivo que eu tinha para perturbá-lo. Olhei para trás e vi que o sacerdote estava ajoelhado na escada provavelmente em mesmo estado de surpresa que eu. Levantei meu rosto e encarei a pedra que agora tinha vida e disse:
- Tio, eu vim aqui pedir ao senhor que me aceite como seu guerreiro e também alguma coisa que simbolize isto. Ofereço além de algumas coisas como tributo, minha ajuda e lealdade.




 


POST: SEcond ✖ NOTES: HERE ✖ WITH: Hades✖ WHERE: Temple

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Mensagem por Hades em Seg Jun 17, 2013 10:30 am

Continuei a encarar a prole de meu irmão com desprezo, minha antipatia por outros semideuses que não fossem meus filhos era notável.
- Sua ajuda? E como ela me beneficiaria? Não necessito da ajuda do filho daquele que me enganou! - disse com um tom vocal extremamente alto, fazendo as paredes de mármore tremerem.
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Mensagem por Arthur Stark em Seg Jun 17, 2013 10:34 am

Olhei para Hades e pude sentir que o templo estremeceu e que agora até o sacerdote estava com medo do que poderia acontecer daqui para frente, mas sentia a mesma coisa que Hades falou:
- Interessante Tio que também sinto certa necessidade de não depender da ajuda de meu pai, por que ele nunca fez nada por mim então não acho que seja a hora de aceitar algo dele. 

Levanto do chão e limpo meus joelhos para observar Hades e digo:
- Sou um semideus que pode lhe ajudar em assuntos que um deus não tenha necessidade de vir resolver, como missões e também estou lhe pedindo ajuda para ficar mais forte e independente de meu pai. Poderia me ajudar?
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Mensagem por Hades em Seg Jun 17, 2013 10:42 am

Me inclinei para frente, chegando bem perto do semideus e o olhando com raiva.
- Você quer ser independente do seu Pai? Pois bem, eu posso lhe dar isso, eu posso lhe dar poder para que nunca mais precise pedir ajuda a ele, posso lhe dar os meios para que tenha sua própria vida, sem a intromissão de meu irmão. Mas tudo tem um preço.
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Mensagem por Arthur Stark em Seg Jun 17, 2013 10:44 am

Dei um passo a frente para me aproximar de Hades, mas ainda sim não olhava em seus olhos diretamente:
- Me diga o preço e também o que oferece, assim podemos ou não firmar negócio.
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Mensagem por Hades em Seg Jun 17, 2013 10:47 am

- Te ofereço o poder que apenas o submundo pode dar, lhe transformar em um guerreiro quase perfeito, sem medo ou qualquer outro sentimento que interfira em seu sucesso. Mas em troca, terá que jurar sua lealdade a mim.
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Mensagem por Arthur Stark em Seg Jun 17, 2013 10:50 am

- Eu aceito suas condições, mas coloco apenas uma objeção. Mesmo jurando lealdade a você ainda quero que minhas decisões sejam as que definam minhas escolhas. Não trairei jamais o senhor agindo por suas costas, mas isso não quer dizer que concordarei com você em todas suas escolhas. O que quero dizer é que gostaria de seu guerreiro e não sua arma. Entende?
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Mensagem por Hades em Seg Jun 17, 2013 10:52 am

Ri e mais uma vez as parede tremeram.
- Acredite, você não é tão valoroso a ponto de que eu o escolhesse como minha arma. Terá que estar disponível sempre que eu lhe convocar.
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Mensagem por Arthur Stark em Seg Jun 17, 2013 10:55 am

-Estarei disponível para o Senhor e serei um bom guerreiro. Me dará poderes e habilidades que apenas um filho teu conseguiria? Eu aceito ser seu guerreiro e juro ser leal ao Senhor Hades, mas sempre à partir de meus ideias.
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