Mount Olympian

Teste para Justiceiros de Nêmesis

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Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Quíron em Seg Ago 05, 2013 4:54 pm

Justiceiros de Nêmesis

Um grupo de semideuses que servem a deusa Nêmesis e seguem seus ensinamentos, comprometendo-se em fazer valer a justiça e vingar os inocentes. Para tornar-se um Justiceiro deve passar no seguinte teste.

Teste para Justiceiro:


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Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Abby Black em Seg Ago 05, 2013 7:29 pm

Nome Completo: Megan Weasley.
Idade: 16 anos.
Personalidade: Sempre fui uma pessoa extremamente vingativa e nunca suportei injustiças, um dos motivos de e eu me identificar tanto com a deusa Nêmesis. Apesar de ser leal a meus amigos, nunca deixei que os mesmos cometessem injustiças. E desde pequena aprendi a diferença entre o certo e errado.
Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:
Assim que cheguei ao acampamento, eu logo fiz questão de visitar os pégasos, eu nunca tinha visto um pessoalmente, apenas nos desenhos que passavam na televisão quando eu era muito pequena. Com a ajuda de uma garota que trabalhava no Estábulo, eu fui dar uma volta com o pégaso.
Não fomos muito longe, acredito que nem chegamos a sair do Acampamento quando o pégaso pousou.
Me afastei um pouco dele para dar uma olhada rápida no lugar e quando voltei, arfei em surpresa ao notar um monstro perto do pégaso... Na verdade, antes que eu pudesse fazer alguma coisa, o monstro, que reconheci ser um ciclope, matou o pégaso.
Eu não consegui expressar reação alguma, apenas fiquei lá e assisti o pégaso ser morto por um dos meus meio-irmãos.
Eu estava em estado de choque e só me toquei do que acontecia quando o monstro já tinha ido embora.
O fato do ciclope ter matado o um ser tão bonito e puro quanto o pégaso foi uma injustiça horrível e eu me vingaria matando não apenas aquele ciclope, mas também todos que cruzassem meu caminho.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Ter Ago 06, 2013 9:16 am

"Olho por olho, dente por dente"

Seu post foi pequeno,  mas a vingança foi justa. Tente novamente com a mesma história, sempre atenta à repetição das palavras.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Abby Black em Ter Ago 06, 2013 2:19 pm

Nome Completo: Megan Weasley.

Idade: 16 anos.

Personalidade: Sempre fui uma pessoa extremamente vingativa e nunca suportei injustiças, um dos motivos de e eu me identificar tanto com a deusa Nêmesis. Apesar de ser leal a meus amigos, nunca deixei que os mesmos cometessem injustiças. E desde pequena aprendi a diferença entre o certo e errado.

Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:
Desde pequena eu sempre gostei muito de cavalos e principalmente de pégasos, apesar de tê-los visto apenas em desenhos animados ou contos infantis, além de claro, na mitologia.  A beleza do cavalo alado era o que mais me chamava atenção nele.
Quando cheguei ao acampamento e descobri que no Estábulo, além de ficar os cavalos, ficavam também os pégasos, eu corri para lá. Fiquei um bom tempo apenas admirando os animais, até que uma filha de Afrodite vir até mim e perguntar se eu precisava de alguma coisa.
Ela acabou me ensinando o básico sobre equitação, além de me explicar um pouco sobre os lindos cavalos alados. Quando acabou sua explicação, eu perguntei se eu poderia voar com um dos pégasos, ela disse que não seria problema.
Não voamos muito longe, acredito que nem chegamos a sair do Acampamento quando o ele pousou.
Me afastei um pouco dele para dar uma olhada rápida no lugar e quando voltei, arfei em surpresa ao notar um monstro perto do cavalo alado, na verdade, demorei um tempo até notar o que o monstro fazia perto do pégaso e me assustei quando o ciclope começou a matá-lo.
Eu não consegui expressar reação alguma, apenas fiquei lá e assistindo o cavalo alado ser morto por um dos meus meio-irmãos.
Eu estava em estado de choque e só me toquei do que acontecia quando o monstro já tinha ido embora. Arrependi-me na hora de não ter feito nada para ajudar ou vingar, ainda mais sendo filha de Poseidon, que é considerado o pai dos cavalos.
A raiva me corroia. Como pude somente observar? Mas a culpa não era minha, era somente daquele ser. Ciclopes são monstros sem alma nem coração! Por que criar essa criatura, pai?
Sem respostas como sempre, mantive-me perdida em pensamentos. Um sorriso maquiavélico surgia em meu rosto enquanto imaginava cenas maravilhosas. Ciclopes com adagas nos olhos, espadas fincadas por todo o corpo, sangue escorrendo sem parar. Flechas envenenadas atingindo-o sem parar. Por fim uma bomba de fogo grego surgia e fazia-os transformarem-se em pó.
O fato de o ciclope ter matado o um ser tão bonito e puro quanto o pégaso foi uma injustiça horrível e eu me vingaria matando não apenas aquele ciclope, mas também todos que cruzassem meu caminho.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Qua Ago 07, 2013 8:46 pm

Melhorou muito, Megan. Parabéns, bem vinda, justiceira.

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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Dominic Allen Máximos em Qua Ago 07, 2013 9:52 pm

Nome Completo: Dominic Allen Máximos

Idade: 16

Personalidade:
Sempre fui uma pessoa amorosa que buscava a perfeição em tudo que fazia, mudei após tal ato que me chocou, a morte do menino que eu aprendi a gostar durante uma visita em Las Vegas, me tornei uma pessoa diferente, Fria e calculista, bastante estrategista e bem pouco humorado


Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:

Era noite e eu caminhava sozinho pelas ruas de Las Vegas, eu acabara de sair do acampamento e havia pegado um voo de Long Island até aqui, eu estava sozinho, acompanhado somente dos meus pensamentos, totalmente sem rumo. O Vento soprava as folhas de papéis que pairavam no ar da grande cidade, o dançar das folhas eram tão intensos que eu pararia para admira-las se eu não estivesse com pressa, é claro, eu estava com fome e frio, e precisava achar algo para me abastecer, talvez comer um pouco de carne para repor as minhas proteínas e um grande copo de leite bem quente, Depois de muito andar, finalmente encontrei um local, era discreto e tinha um grande aviso na porta de entrada, o aviso era feito com lâmpadas vermelhas e azuis de neon, elas iluminavam e dava vida aquele lugar, isso me deixava muito feliz.  Entrei no estabelecimento e fui muito bem recebido sentei em uma mesa e antes que eu pudesse ler o cardápio fiz o pedido: - Um Bife acebolado com uma xícara de leite quente, acompanhando com algumas panquecas e mel – terminei o pedido e a moça desfez a escrita, avançou para o balcão e sem paciência começou a fazê-lo.  Era tarde e quase todos os clientes já haviam saído, exceto um.  Era um garoto, pequeno e de cabelos negros ele parecia um tanto humilde e pedia as suas refeições com bastante carinho e atenção, eu observava o garoto de perto e me recordava da minha infância, totalmente sozinho e sem ninguém para me acompanhar, perdi grande parte da minha adolescência e com isso foram embora os meus sonhos, tudo que conquistei foi graças ao meu suor e persistência, nunca desisti em frente ao perigo eminente, embora a minha vida só fosse mudar após a descoberta da minha nova mãe, eu fiquei muito feliz com essa nova fase e treinarei todos os dias no acampamento e farei da minha estadia a melhor possível. O Garoto pagou a conta com as poucas moedas que tinha, saiu sem ser notado e cruzou a rua, ele estava triste e abalado, possivelmente também sentia frio, retirei a minha jaqueta e corri atrás dele, a moça do balcão observava atentamente e se emocionava com as minhas ações, estendi a mão para o garoto e lhe presenteei com a minha jaqueta de couro fino. Vi o sorriso estampado no rosto do garoto pela primeira vez naquela noite, o vento gelava a minha pele e eu estremecia diante a brisa, me despedi do garoto e ele virou a esquina bastante feliz. Comi o meu pedido e me retirei, paguei a conta antes de tudo e anotei um endereço de um estabelecimento próximo, era onde eu iria dormir. Passei a esquina e havia 3 homens,  eles estavam encapuzados e maltratavam a criança em troca da jaqueta que por sinal era bem cara, o garoto resistia aos ataques mais mesmo assim foi alvo de um deles, um dos marginais acabou dando 3 longos tiros no garoto que caiu lentamente, corri até a vítima e segurei o corpo do mesmo por alguns instantes, corri apavorado em direção aos assassinos mais não havia mais sinal deles, a criança ainda viva utilizava de seus últimos momentos de vida para me corresponder com um sorriso, seguido de uma lágrima que ardia o meu coração, os seus olhos se fecharam e eu pude pela primeira vez sentir a tristeza de não ter correspondido a tal acontecimento. Ajoelhei diante dele e jurei a mim mesmo que faria justiça por aquela criança, daquele dia em diante o ódio tomou conta do meu coração e em todas as férias e final de semana, aproveitava para ir em Las Vegas fazer uma ronda naquela região.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Qui Ago 08, 2013 10:15 am

Alguns erros de ortografia, mas a história está boa.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Ethan Wayne em Sex Ago 09, 2013 3:56 pm

...


Última edição por Ethan Wayne em Sex Ago 16, 2013 7:57 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Sex Ago 16, 2013 7:20 pm

História confusa, vários erros de ortografia. Conte mais sobre o que exatamente faria... Melhore a situação, pois ficou um pouco incoerente.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Luke Bradshaw em Qui Ago 22, 2013 9:33 pm

Nome Completo: Luke Brashaw
Idade: 12 anos

Personalidade:
Sou uma pessoa realmente calma para alguém que nasceu e cresceu no Submundo, talvez por que fui criado por Macária, deusa da boa morte e quem me deu grande educação e senso de respeito. Sou alguém educado pelo que citei antes e minha mãe de criação não tolerava desrespeito. Sou observador e costumo escutar as pessoas que estão próximas a mim para me dar conselhos ou avisos do que é certo e errado.
Gosto de aprender e ler, sempre estou lendo sobre as coisas por que cresci fora da realidade dos semideuses, a pouco estou no acampamento e graças a minha curiosidade já descobri muita coisa.  Talvez por ser legado de Ares ou por crescer numa região de monstros e perigos, fantasmas e mortos,  eu não tenho medo, ou melhor, o medo não me impede de nada. Tenho para mim que o medo não atrapalha nada, somente se for em excesso, medo te deixa até alerta e ciente das dificuldades enquanto a confiança tira sua atenção em combate, um semideus sábio me disse isso uma vez, na verdade seu fantasma quem disse.
Desenvolvi uma dupla personalidade que só manifesta-se em combate, fico analítico ao extremo, silencioso e até irônico ou sarcástico quando falo algo, frio nas decisões e não hesito em mover minha arma para combate. Tenho alguns defeitos como um pouco de carência, gosto de estar com alguém, não sei se o motivo é ter sido criado por uma deusa que apesar de me dar atenção e proteção, sempre foi ausente por motivos óbvios, ela tem suas tarefas para executar. Minha curiosidade pode ser também um defeito, acabo fazendo perguntas demais e me metendo no que não sou chamado. Outro defeito é ser criança e adulto ao mesmo tempo, a maioria dos semideuses têm esse problema, mas acabo tendo a mais, situações no Submundo tiraram minha infância, amadureci o mais rápido que pude, porém ainda sou infantil às vezes, gosto de ficar no colo de minha madrinha ou de um carinho no cabelo, mas gosto de lutar e tomar decisões de adulto, vivo com os pés em dois mundos.


Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:
Acordei em meu quarto escuro, apesar de ser dia no Mundo Inferior, tudo sempre era escuro e com iluminação diferente, em sua maioria pelo magma ou magia. Coloquei uma calça e jeans e uma camiseta preta, calcei meus tênis e desci avancei para o salão de baixo do castelo de Macária para comer algo.  Assim chegar ao andar de baixo, a deusa da Boa Morte me aguardava com seu vestido negro e olhos bem encantadores para dizer:
- Hoje irá ao Salão de Julgamentos observar os três juízes.
- Sim senhora.
Uma fumaça negra cobriu todo o recinto e quando minha visão voltou a conseguir enxergar algo eu estava sentado, escondido por um véu quase transparente de frente para um salão. No meu lado direito, três homens estavam sentados atrás de uma mesa de madeira que deu para perceber que eram os juízes: Minos, Radamanto e Eaco.
Ao lado esquerdo da mesa estava Macária e Perséfone, ambas sentadas e observando a audiência e cada vez que uma sentença era dada uma nova alma entrava pelas portas do local para ser julgada. Em silêncio eu observei  cada um ser julgado, alguns tinham penas severas e pagariam pelo resto da eternidade por tudo que ele fez de errado e outros ganhavam a sorte de ir para os Campos Elísios ter uma morte calma e tranquila.  Quando uma nova alma entrou eu fiquei arrepiado, era um senhor de idade que estava sendo arrastado por dois guardas de armaduras negras. Ele devia ter cinquenta anos, cabelos brancos e barba mal feita e pelas vestes que trajava era um homem pobre no mundo mortal, Eaco tomou um papiro com os erros do homem e acertos e disse:
- Você matou um homem pelas costas, isso é desonesto e deverá pagar com sofrimento eterno.
- Senhor, foi para salvar meu filho.
Nesse momento meu coração acelerou, será que realmente o homem matara para proteger seu filho, nessa situação não seria desonesto, ele seria punido por um ato heroico. Levantei de minha cadeira e corri até Perséfone, por ter passado por trás da mesa dos juízes ninguém me vira, somente quando ajoelhei ao lado da deusa e disse:
- Senhora Perséfone, peço que interceda pelo senhor em julgamento.
- Como assim rapaz, por que?
- Senhora, se o homem fala a verdade, ele matou de forma a salvar seu próprio filho, faça algo, por favor.
A deusa apenas virou o rosto e se levantou de seu trono e caminhou vagarosamente até frente ao julgado e tocou seu corpo. Depois ela espalmou a mão e uma imagem começou a tremeluzir no ar, era uma casa caindo aos pedaços e com dois homens com tocas negras no estilo batendo em um garoto que deveria ter vinte anos. De repente um homem entrou pela porta, era o senhor que agora estava sendo julgado e na cintura tinha faca, deveria ser pescador. Ele cravou a arma nas costas de um deles e depois bateu no outro, desamarrou o garoto machucado que jazia no chão e disse:
- Filho, está bem...
Logo depois a  imagem sumiu e a deusa da primavera se sentou dizendo:
- Ele fala verdade, ato para salvar o filho, não deve ser castigado por isso.
Os juízes se entreolharam e no fim, como esse era o maior peso do papiro do senhor pescador, ele foi passado para os Campos Elísios. Perséfone olhou para mim e disse com um sorriso bem leve:
- Não faça isso de novo...
Voltei para minha cadeira atrás de um véu que não deixava que ninguém mais me visse, dei um suspiro e fiquei feliz por ter ajudado uma alma que seria alvo de injustiça.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Qui Ago 22, 2013 11:53 pm

Meu querido, sua história está boa e tens imaginação. Fora alguns erros de ortografia e concordância. Mas a historia deveria ser de algo injusto e o que faria para consertá-la... Tente novamente.
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NOVO TESTE

Mensagem por Luke Bradshaw em Sex Ago 23, 2013 2:49 pm

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Sou uma pessoa realmente calma para alguém que nasceu e cresceu no Submundo, talvez por que fui criado por Macária, deusa da boa morte e quem me deu grande educação e senso de respeito. Sou alguém educado pelo que citei antes e minha mãe de criação não tolerava desrespeito. Sou observador e costumo escutar as pessoas que estão próximas a mim para me dar conselhos ou avisos do que é certo e errado.
Gosto de aprender e ler, sempre estou lendo sobre as coisas por que cresci fora da realidade dos semideuses, a pouco estou no acampamento e graças a minha curiosidade já descobri muita coisa. Talvez por ser legado de Ares ou por crescer numa região de monstros e perigos, fantasmas e mortos, eu não tenho medo, ou melhor, o medo não me impede de nada. Tenho para mim que o medo não atrapalha nada, somente se for em excesso, medo te deixa até alerta e ciente das dificuldades enquanto a confiança tira sua atenção em combate, um semideus sábio me disse isso uma vez, na verdade seu fantasma quem disse.
Desenvolvi uma dupla personalidade que só manifesta-se em combate, fico analítico ao extremo, silencioso e até irônico ou sarcástico quando falo algo, frio nas decisões e não hesito em mover minha arma para combate. Tenho alguns defeitos como um pouco de carência, gosto de estar com alguém, não sei se o motivo é ter sido criado por uma deusa que apesar de me dar atenção e proteção, sempre foi ausente por motivos óbvios, ela tem suas tarefas para executar. Minha curiosidade pode ser também um defeito, acabo fazendo perguntas demais e me metendo no que não sou chamado. Outro defeito é ser criança e adulto ao mesmo tempo, a maioria dos semideuses têm esse problema, mas acabo tendo a mais, situações no Submundo tiraram minha infância, amadureci o mais rápido que pude, porém ainda sou infantil às vezes, gosto de ficar no colo de minha madrinha ou de um carinho no cabelo, mas gosto de lutar e tomar decisões de adulto, vivo com os pés em dois mundos.


Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:
Estava em missão por Quíron, devia apenas ajudar uma ninfa carregar uma coroa de cedro até o Central Park para o conselho de sátiros que nos esperava lá, era algo fácil e por isso eu fui designado sozinho. Eu sai do acampamento vestindo uma calça jeans, tênis negros e uma camisa do acampamento e, além disso, eu carregava minha lança de prata em forma de pingente e meu anel de armadura no dedo esquerdo da mão para defesa.
Levar e escoltar a ninfa fora tranquilo, sem problemas ou monstro nos seguindo o que foi uma sorte, a Cristin ficou pelo Central Park com outros seres da natureza e disse que eu poda retornar para o acampamento, mas quando eu fui para o ponto de ônibus eu fiquei chocado. Esperava um ônibus tranquilo, olhava para rua despreocupado até que um mendigo passou correndo fugindo de alguma coisa e logo atrás um carro com dois caras na janela gritando:
- Peguem o cara, vamos bater nele.
Meu sangue ferveu, era apenas um senhor que corria descalço pela rua por sua vida, roupas esfarrapadas e podia se ver dor em sua face enquanto pelo menos três caras ameaçavam bater nele. Não podia deixar aquilo acontecer na minha frente, mesmo sendo errado usar poderes ou itens mágicos contra mortais, eu teria que ajudar o senhor. Segui o carro até que ele estacionou por que o pobre rapaz tropeçou.
Três caras saíram todos com sorrisos maquiavélicos nos rostos, eram jovens e deviam ter vinte anos mais ou menos e provavelmente todo fim de tarde eles deviam arranjar problemas pelas ruas. Um deles carregava um bastão de beisebol, outro um soco inglês e o último apenas as mãos. O velho se arrastava pela rua para se afastar e pedia socorro, nesse momento eu peguei o pingente de prata e disse:
- Deixem o velho, vão embora.
- Vai embora você moleque ou então quem apanhará será você.
- Pode tentar.
Eu era legado de Ares e não receberia provocações de luta quieto, apenas acionei Lýkos e a minha lança se abriu de imediato, uma arma longa de prata com ponta afiada e mortal para qualquer inimigo. Os caras ficaram surpresos e assustados, mas avançaram contra mim mudando seu alvo que era antes o mendigo, graças aos deuses. O que estava desarmado ficou temeroso a avançar, mas aquele que segurava o bastão atacou na direção de meu rosto. Aparei o golpe com a haste de minha lança e depois chutei na direção de sua barriga. Nesse momento o outro com soco inglês me acertou na barriga, doeu um pouco e gemi, mas contra ataquei com um arco com a parte não cortante da lança lhe acertando na perna com muita força. Dei alguns passos para trás apontando a lâmina de minha arma para eles, porém não sentiram medo e me circularam.
Um deles tentou me acertar novamente, mas dessa vez eu não estava de brincadeira e ataquei com força. Cortei a coxa dele de leve com a minha arma e bati com o cabo no seu rosto o tombando no chão. Os outros dois vieram com tudo e eu desviei de um soco inglês. Quando o outro pegou um pedaço de ferro para me acertar no peito eu ativei minha armadura de lua e o ferro parou na minha defesa. Os dois ficaram assustados e se afastaram surpresos com a minha mágica, eu bati em um deles com a lança e o outro eu dei uma cotovelada na barriga, passei a lança pelas pernas e o tombei ao mesmo tempo em que eu colocava a minha arma em seu pescoço e dizia:
- Vão embora.
Os três se levantaram e saíram correndo com medo enquanto eu guardava minha armadura como anel e minha lança como pingente o pendurando no pescoço. Ajudei o mendigo a levantar, dei um sorriso e ele retribuiu por que sabia que se eu não estivesse por ali ele provavelmente estaria morto. Despedimos-nos e cada um seguiu seu caminho.
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Dom Ago 25, 2013 6:30 pm

Melhorou bastante, parabéns!
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Renato Zampieri em Qui Ago 29, 2013 4:14 pm

Nome Completo: Renato Zampieri
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Personalidade:  quando estou normal sou : brincalhão, bobo, idiota e irritante, quando tenho um objetivo sou : frio, calculista, oportunista, cruel e vingativo
Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar: Eu tinha nove anos quando tudo ocorreu, estava em meu bairro de infância. Eu ia brincar com as crianças e quando cheguei no campo de futebol uma delas apontou pra mim:

- Aberração não pode jogar! – eu olhei feio pra criança e ela começou a rir – só pessoas normais jogam futebol!

- cale-se! – eu falei prestes a chorar

- um idiota feito você não pode fazer nada pra me impedir, aberração, sua mãe te achou numa lata de lixo! – eu estava realmente irritado, na época eu não sabia mas agora sei como tudo acontecera

- CALE-SE! – eu estava com lagrimas nos olhos e então gritei novamente – CALE-SE! - uma luz forte iluminou a cara do garoto e ele se ajoelhou com a cara ardendo e eu comecei a soca-lo – se me chamar de aberração de novo é isso que acontece tá ligado? – eu gritei espancando ele quando os amigos dele vieram ajudar, parei de esmurrar ele e corri de seus amigos, eu sempre era tratado assim, eu era um semideus e às vezes fazia coisas estranhas como controlar luminosidade local, eu fugi até um beco e sentei colocando minha cara entre os joelhos. Um gato negro saiu das latas de lixo e veio até mim, ela parecia sorrir e se alegrar comigo e quando levantei a mão para acaricia-lo ele se afastou com medo, mas logo se aproximou, ele tinha cicatrizes no rosto e no resto do corpo.

- Você é lindo... Como a noite! – ele ronronou e eu sorri o pegando no colo e indo até em casa... Onde minha mãe me daria uma bronca

- eu não vou cuidar desse gato Renato! – ela brigou comigo e eu comecei a chorar

- mas o Sr. V gosta de mim!  - eu falei e ela olhou pra mim curiosa

- Senhor V? – ela falou rindo

- senhor Vênus! A primeira estrela da noite.  - ela então respirou fundo e acariciou meus cabelos

- podemos ficar com ele, mas você vai cuidar dele ouviu? – eu sorri e acenei positivamente, e fiquei com Senhor V por uma semana. Eu estava indo até o parque para brincar com ele quando vi o menino de antes, ele estava com um sorriso assustador e falava com um homem grande, eu encolhi a cabeça pensando que era o pai dele, mas oque estava a seguir era pior, eu tinha só 7 anos na época, então o homem olhou pra mim e falou com uma voz grossa e medonha

- você é quem incomoda meu irmão mais novo? – eu olhei pra ele assustado sem saber oque fazer enquanto ele continuava – eu vou te dar uma lição! – e ele me jogou no lago, eu sabia nadar por sorte e fui “socorrido” por Senhor V que lambeu meu cabelo, o homem viu o gato e o levantou – ah, um gato... ele sabe nadar? – e ele o jogou no lago, eu sem pensar pulei no lago e o peguei, enfim nadei até a borda e o homem o pegou novamente – entendo... bom, já que sabe nadar – ele começou a colocar as mãos no rabo do gato – que tal isso?

Eu gritei e ele começou a balançar o gato batendo com a cabeça dele na arvore e no banco, eu gritava e implorava, mas ele não quis parar. Ele só parou com a morte do gato que parou de gritar - Não! – eu gritei ao constatar que ele estava morto, então comecei a chorar, como se não bastasse ele me chutou na barriga.


- entende oque acontece quando meche com meu irmão? – haviam varias pessoas vendo oque estava acontecendo mas ninguém interferiu, eu ergui a mão e o cara riu – HAHAHAHA.... vai me matar? – e então o inesperado aconteceu, uma pedra caiu do céu e acertou a cabeça do homem, que caiu morto no chão, eu arregalei os olhos e o outro garoto começou a chorar pela morte do irmão, a policia veio e registrou o caso, mas a névoa tinha ajudado. Foi só um meteoro que caiu dos céus e atingiu a cabeça do homem, isso era raro mas não impossível. Mas agora eu sei que foi meu pai a mando da deusa Nêmesis, e agora escrevo essa carta para me juntar aos Justiceiros de Nêmesis e nunca mais deixar algo tão cruel acontecer sem que a justiça bata com força na cabeça dos malfeitores.

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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Dom Set 01, 2013 5:44 pm

História sem sentido. Era o que você faria pra se vingar, e não o que já foi feito. Muitos erros de ortografia e concordância. Tente novamente.
REPROVADO
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Nêmesis
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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Renato Zampieri em Qui Set 05, 2013 8:18 pm

Nome Completo: Renato Zampieri
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Personalidade: brincalhão, bobo, idiota e irritante, quando tenho um objetivo sou : frio, calculista, oportunista, cruel e vingativo
Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar: Eu estava em uma missão com uma filha de Hermes para recuperarmos um dos sapatos prediletos de Hermes. Eu estava exausto de procurar por ali

- Ei, teu pai tem vários daqueles não? – perguntei olhando pra ela sério – tipo... não precisamos buscar esse

-... Esse é especial – ela fez uma longa pausa olhando pro fogo do acampamento improvisado – eu acho...

- Hmpf... Eu pego o primeiro turno! - ela assentiu com a cabeça e foi dormir, eu fiquei acordado por um bom tempo até sentir algo forte na cabeça e desmaiar, fiquei um tempão dormindo e quando acordei me vi amarrado com um ciclope enorme na minha frente, ele rosnava olhando pra mim

-Dois semideuses, que interessante! – ele pegou a minha companheira pela perna e a mordeu no abdômen – Você vai ser a janta de hoje! – ele a jogou do meu lado e a amarrou, indo até sua cama e aparentemente tirando um cochilo

- Ei... Belo trabalho como vigia! – ela falou pegando sua adaga do bolso e cortando as cordas sorrateiramente com a faca, eu suspirei aliviado quando ela tirou as minhas, enfim eu ergui minha espada e fui matar o ciclope quando ela me impediu. – Idiota, vamos sair logo enquanto ele dorme!

- Certo... – falei agachado andando até a saída da caverna, mas algo aconteceu e ela caiu de dor.
– argh meu... Abdômen... – ela estava quase gritando de dor, eu a coloquei nas costas e fugi até a saída da caverna, lá eu parei e vi o estado dela, estava sangrando muito. Ela não ia sobreviver tanto tempo, então eu levei uma marretada e cai uns 8 metros dela, e pude ver o ciclope a pegando. Desesperado gritei:

-largue-a! – eu gritei desesperado enquanto ele a pegava pelo pescoço – PARE AGORA! – ele olhou pra mim e simplesmente quebrou o pescoço dela, eu gritei de ódio e corri pra cima dele com a espada levantada, ele desviou por pouco, mas eu girei 180 graus e acertei a barriga dele, ele caiu no chão urrando de dor.

- SEU DESGRAÇADO! – corri pra cima dele gritando e deixando todo o meu ódio vazar, e então acertei seu único olho – VOCÊ NÃO VAI – agora eu acertava novamente sua barriga enquanto ele caia – SOBREVIVER! – e então parei e vi sua cara, ele implorou pela vida e eu sorri – não... – e arranquei sua cabeça. Passei minutos em silencio e fui até o corpo dela e vi em sua bolsa duas botas, eu chorei me perguntando por que ela tinha morrido e então voltei para acampamento em busca de justiça.

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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Thales Mason em Sab Set 07, 2013 11:32 am

Nome Completo: Mason, Thales.
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Personalidade: Sou um cara normal, exceto porque sou cego, mas nada que me acrescente dos demais. Sou idiota na maioria das vezes, mas eu sei o que estou fazendo. Tudo tem um objetivo que almejo alcançar, minhas atitudes e ações são breves e objetivas. É só isso que você precisa saber.
Escreva um texto explicando uma situação (que você passou) que tenha sido injusta e o que você faria para se vingar:


(As características dos personagens da história não são vistas por meu personagem, apenas descritas como Narração dos mesmos)

"A algum tempo atrás vi-me triste, sentado sob a grama verde e recostado em uma árvore. Minha vida não tinha sentido, sem emoção, e eu precisava disso. Sentia bem próximo de onde estava uma avenida movimentada, o barulho daqueles veículos me irritava. Vivi ali boa parte da minha vida então conseguia me virar pela cidade sem a ajuda de ninguém, até porque não havia ninguém para me ajudar, apesar de minhas dificuldades visuais sabia a existência de cada loja, rua ou bares. Minha infância não fora nada fácil, desde pequeno tive que aprender a me virar para que hoje eu pudesse ter autonomia. Depois que me descobri filho de Hefesto minha vida mudou, frequentava O Acampamento Meio-Sangue onde era treinado para caso encontrasse com um monstro. Mas era novo ali, e muitos dos meus treinos se tornavam difíceis por aua da minha condição, mas enfim, voltei pra casa e estava num parque sozinho, tive medo de monstro aparecerem, mas até agora nada de anormal. Até agora...
Conforme o tempo passou percebi pessoas passando até um momento que percebi uma garotinha correr, chorando desesperadamente mas ninguém parecia perceber. Logo atrás uma Fúria e um garoto a perseguiam. Podia sentir a presença de um monstro e um semideus como se fosse um GPS. O garoto tinha os cabelos da Ciano, estranho, mas ninguém percebia. Levantei e passei a analisar melhor. A criança entrara num beco e consequentemente os outros também, corri para ajudar mas era tarde demais. Ouvi um grito alto, aquilo fez meu coração acelerar, a cada passo meu desespero aumentava e quando entrei no beco senti um cheiro de sangue... apenas isso... além da presença dos dois...

- O que vocês fizeram com ela?! - Perguntei aflito. Somente o garoto virou e me fitou dos pés a cabeça depois voltando a visualizar o sangue. Murmurou algumas palavras e o sangue ascendeu em um vermelho intenso, ele e o monstro levantaram seu braços e o sangue começou a envolvê-los.

Cobertos daquele líquido reluzente seus corpos se uniram e uma estranha criatura se originou numa explosão de luz que percebi por instantes em meus olhos cegos enquanto uma pequena ventania por nós se passava e agitava-me o cabelo. Estava com medo. Ali estava eu, de pé confuso e naquela situação incompreensível de frente para um corpo deformado, com base humana e traços horrendos de uma fúria. Este detinha garras enormes e dentes afiados em um rosto humano. Asas de morcego e  olhos de fogo.

- Você presenciou esse ritual profano e agora deve morrer, um monstro e um semideus não podem se unir em um só corpo, é proibido pelos Deuses, mas estes estão ocupados demais para ver o que está acontecendo. Deve haver um sacrifício de um corpo e uma alma... Nós temos um corpo... Mas a alma será a sua... - Disse a aberração com uma voz dupla, humana e outra voz semelhante a um choque de lâminas.

Dei um passo para trás, não pude acreditar. "Aquilo" avançou contra mim e num choque absurdo de um chute caí no chão sem ar, o monstro voou e já em cima de mim disse " Você será lembrado com certeza, mas não em vida..." Assim a mão humana do garoto tocou minha face e assim fiquei inconsciente, mas pude sentir minha alma sendo sugada de meu corpo, com um frio intenso me vi em uma escuridão profunda.
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Pouco tempo depois abri os olhos, mas como era de costume não podia ver nada, estava deitado em cima de uma pedra. E uma mulher estava a me olhar de longe. Não conseguia me mover e logo fiquei desesperado.

- Calma jovem, eu sou Nêmesis, Deusa do equilíbrio e da justiça divina, você foi vítima de algo que os deuses não aprovam e a mim foi concedida missão de acabar com essa criatura, mas não posso interferir na vida humana. Darei a você uma oportunidade de buscar sua alma novamente, se conseguir destruir a criatura terá sua alma de volta, viverá normalmente. Darei a você uma única chance de vingança. Boa sorte jovem... - Quando ela terminou senti minha mente girando, tudo começou a se misturar até um momento que vi-me novamente aquele beco. Tinha uma oportunidade e não iria desperdiçar...

[Pretendo fazer disso o início de uma Fan fic]

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Re: Teste para Justiceiros de Nêmesis

Mensagem por Nêmesis em Seg Set 16, 2013 2:41 am

Bom teste. Pequenos erros de ortografia, mas nada de tao grave. Parabens, semideus.
APROVADO
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