Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Arthur Castellan

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Ficha de Reclamação de Arthur Castellan

Mensagem por Convidad em Sab Jul 27, 2013 11:54 pm

Progenitor(a) Divino: Eros
Progenitor(a) Mortal: Lara Castellan
Local de nascimento:Washington DC
Cor dos Olhos: AzulClaro
Cor dos Cabelos: PretoClaro
Estatura: Mediana
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Não
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Nenhum dos dois.
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Gosto de Eros, gosto das habilidades dele, o modo de feitiço, poder nos elementos e principalmente pela habilidade no arco que eu posso adquirir sendo filho dele e é a arma preferida do Arthur.
História:Meu pai conheceu minha mãe durante um evento em Paris, um desfile de moda. Minha mãe era uma das principais modelos e talvez por que seus cabelos negros formasse uma bela combinação com os olhos claros dela. Lara Castellan fazia sucesso nas passarelas e também no coração de um homem. Ela e meu pai passaram um tempo juntos o suficiente para ela ficar grávida. Minha mãe retornou para sua cidade natal, Washington DC e teve um menino em um hospital da cidade, o menino sou eu.

Minha mãe ficou comigo diretamente até os três anos, durante esse tempo ela recuperou sua forma física e quando eu estava mais independente dela, ela voltou para sua rotina de modelo, deixando-me com meus avós. Meu avô, Jeremy Castellan, foi um professor de História, especializado em culturas antigas como Romana e Grega, já minha avó, Anna Castellan, era Professora de Aritmética, então desde criança tive que manter boas notas e desempenho exemplar, pelo menos tentava.

Desde cedo eu comecei a perceber que era diferente dos outros garotos, com cinco anos eu podia ver as pessoas mudarem de forma, algumas eram maiores que o comum e outras tinham apenas um olho, claro que ninguém acreditava no que uma criança dizia.

Meu avô foi sempre um grande amigo meu, ensinou quase tudo que sei, talvez por ser a única figura paterna que tenho. Para passar o tempo, meu avô começou a contar histórias sobre a mitologia grega e alguns dos grandes vilões tinham características iguais aos seres que eu via nas ruas. Mesmo assim meu avô não acreditava no que lhe contava, sobre os monstros que caminhavam entre nós, então parei de contar a ele essas coisas.

Assim que atingi os dez anos as coisas começaram a mudar, meu avô morreu em um acidente de carro, ele estava voltando de uma viagem de Chicago e um caminhão acertou de frente. Minha avó fiou muito mal com isso e minha mãe deixou as passarelas para cuidar de sua mãe. Depois de alguns meses a depressão levou a minha avó embora e eu e minha mãe tivemos que sair de Washington por que tivemos problemas por lá. Nossa casa pegou fogo e minha mãe disse que não fora um acidente, estava perigoso ficar na capital, mas nos mudamos para uma cidade tão grande quanto, Nova York.

Fui matriculado em uma escola boa, Green Park High School, onde eu conheci alguns amigos e também arranjei problemas. Uma coisa interessante era que eu sempre tive facilidade com meninas, elas normalmente faziam o que eu pedia, mesmo que sendo um pedido complicado e nunca soube o motivo, mas isso irritava alguns meninos. Eu não era do tipo pegador, ficava na minha mesmo sabendo que muitas meninas gostavam de mim. Meu grande amigo era o Bale, um garoto irlandês que por ser também excluído fizemos um grande elo de amizade. Depois de um tempo, quando atingi doze anos, comecei a descobrir toda a verdade sobre mim. Um dia na saída da escola um cara me abordou de repente, eu estava caminhando para pegar um ônibus e encontrar com minha mãe, mas o rapaz me colocou contra a parede e disse:
- Semideus, está na hora de você virar meu almoço.
- Do que você está falando?

Então o rapaz começou a mudar de forma, cresceu até três metros, ganhou músculos e junto com eles algumas tatuagens, seus dentes eram amarelos e serrilhados como se fosse u tubarão, mas provavelmente ele não gostava de peixes. Soquei a barriga dele com força e dei um soco em sua face, já que estava perto de sua cabeça por estar suspenso na parede, o fazendo me soltar. Rolei no chão e comecei a correr com o monstro logo atrás, mas depois de duas quadras um amigo surgiu, o Bale. Ele carregava um arco e uma flecha na corda, disparou e a flecha quando acertou o monstro explodiu fazendo o monstro virar pó. Olhei para o garoto que disse:
- Temos que ir agora.
- Certo, mas para onde? O que está acontecendo?
- Você é um semideus, assim como Aquiles ou Perseu, lembre-se das histórias gregas que seu avô te contava, são reais e muito reais.

Ambos seguimos o caminho e pegamos um ônibus, mandei uma mensagem avisando minha mãe que eu estava indo para um lugar seguro e que logo eu contaria toda verdade a ela, mas suspeitava que ela já soubesse tudo. Fomos até a estrada no estreito de Long Island, onde paramos em um lugar remoto. Seguimos uma trilha aberta na mata até um acampamento, segundo Bale era nosso lar.



Batalha: Mesmo no acampamento há uma semana, não havia sido reclamado ainda, mas já tinha uma rotina de treinamentos completos como qualquer outro semideus. Treinava na parede de escalda ou equitação em pégasos, mas desta vez era um confronto com monstro mesmo então me preparei para isso. Eu usava uma calça jeans negra, uma camisa branca e tênis negros para caminhar ou correr que não atrapalhavam em combate. Chegando á arena armei-me com minhas armas preferidas, um arco e flechas de bronze nas costas, peguei duas facas e coloquei na cintura e fui para o local onde alguns monstros estavam presos.

Mesmo de longe eu podia ouvir o barulho de rugidos, grunhidos e reclamações em grego antigo por estar preso, talvez fosse melhor para esses seres lutar e ter a chance de viver do que ficar enjaulados tanto tempo. Armei meu arco com uma flecha, mas mantive baixa para esperar meu inimigo, que logo surgiu para combate. Era um ciclope de três metros e meio, seu único olho era marrom escuro e sua cabeça estava repleta de cachos enroscados entre si. O monstro de apenas um olho carregava nas mãos sua arma, uma clava enorme com espigões para furar e destruir o que encontrar no caminho. Mirei meu arco e disparei a flecha de bronze que acertou seu peito, nesse momento o meu inimigo correu em minha direção.

Desviei rolando para o lado e olhando para trás em tempo de ver a clava descendo. Dei um salto para trás e disparei uma nova flecha acertando seu ombro, mas teria que acertar outras para mandar essa fera para o Submundo. Corri até próximo à parede que divida a arquibancada da Arena, o ciclope seguia perto, eu podia sentir e ouvir seus passos e sua respiração. Saltei o muro que dividia com um movimento apenas, subi duas fileiras de cadeira e disparei uma nova flecha que se alojou em sua costela. O ciclope saltou e quando pouso na arquibancada, além de destruir tudo ao seu redor ele ainda causou um pequeno tremor. Guardei o arco e peguei as duas facas de bronze avançando no monstro.

O ciclope girou sua clava e cortou meu antebraço de raspão no momento que eu desviei, girei pelo chão e vi sua arma esmagar as cadeiras onde eu estava. Cortei com minha faca atrás de seu joelho e depois pulei em suas costas cravando ambas as armas para me segurar. O meu adversário começou a tentar me buscar com as mãos, mas não alcançava então ele teve a ideia de se jogar de costas. Saltei dele antes que fosse esmagado e ambos rolamos na terra, de volta a Arena. O monstro levantou tonto e desorientado, atirei ambas as facas que acertaram seu peito, mas uma delas apenas de raspão. Ajoelhei para ter mais base, eu também estava meio tonto com a queda e precisava estar estabilizado. Coloquei uma flecha na corda do arco que retire das costas, o ciclope recuperava sua arma e corria na minha direção então tinha apenas um disparo. Rezei rápido para acertar a flecha e soltei a corda.

Minha flecha cortou o ar em câmera lenta e atingiu o ponto fraco do ciclope, seu olho. O ser se desfez em poeira e eu levantei ainda tonto. Cambaleando eu fui para meu chalé, talvez dormir fosse o melhor remédio.


Última edição por Arthur Castellan em Dom Jul 28, 2013 12:23 am, editado 1 vez(es)

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Re: Ficha de Reclamação de Arthur Castellan

Mensagem por Nêmesis em Dom Jul 28, 2013 12:06 am

Bem-vindo, filho de Eros.
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