Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Raphael Galdino

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Ficha de Reclamação de Raphael Galdino

Mensagem por Raphael Galdino em Sab Jul 27, 2013 7:01 pm

Progenitor(a) Divino: Hefesto
Progenitor(a) Mortal: Isabela Galdino
Local de nascimento:Inglaterra - Londres
Cor dos Olhos: AzulEscuro
Cor dos Cabelos: PretoEscuro
Estatura: Mediana
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Não
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Primeiramente por conta das habilidades que achei interessantes, Hefesto é um dos deuses que tenho mais admiração, e por sua personalidade ser parecida com a minha.
História: Certo dia uma mulher chamada de Isabela filha de Suína esposa de Caldeus, resolveu ir ao mercado compra algo para sua mãe, entrou no mercado e pegou o que precisava e foi se dirigindo ao caixa,quando ela dobrou os corredores trombou em um rapaz e caiu,o rapaz ao ver aquilo deu lhe a mão e levantou, ela viu aquele rapaz alto de olhos castanhos, cabelos pretos. Já ele a viu como uma moça muito bela, mas humilde pelas suas vestes, mas isso não atrapalhou a sua beleza. O rapaz levou a moça até a porta de sua casa admirando-a sua beleza e seu caráter, já ela ficou muito tímida com a ação dele de ter levado ela até em casa. Chegado lá ele a perguntou
-Como é seu nome? Disse ele dando um leve sorriso.
-Isabela. Disse ela envergonhada
-Aceita sair comigo hoje à noite?
-Sim.
Então ele falou:
-Ás sete e meia venho aqui lhe buscar.
A tarde passou e Isabela começou a ficar agoniada, então começou a se arrumar, enquanto ela se arrumava o rapaz bate em sua porta. Ao ouvir o barulho em sua porta correu em direção á ela, ao abri-la viu o rapaz que tanto esperava. A moça se sentia a mulher mais feliz do mundo sem o conhecê-lo. Finalmente chegam a um restaurante sofisticado e a moça se admira com o local. Tempos depois o rapaz começa a se declarar para ela dizendo que estava apaixonada por ela, e assim ela foi despertando um amor adormecido que nunca sentira por ninguém. Mas ela não sabia que esse rapaz era Hefesto o Deus da forja, depois de longas conversas ele a convida para ir ao mar admira-lo. Lá os dois se amaram a noite toda.
Ao amanhecer ela acorda e procura seu amado e não o vê-lo ao seu lado, assustada começa a procura-lo e não o encontra. Então foi direto para casa triste por não ter visto seu amado, ao chegar a casa sua mãe preocupada pergunta onde ela estava ela responde:
-Estava na casa da minha amiga mamãe.
Depois foi direto para o seu quarto lembrar-se da noite com o seu querido. Todas as noites ela sempre ia à mesma praia para lembrar-se dele.
[...]
Um dia a mãe da moça percebeu que ela se sentia enjoada e que sua barriga crescia cada dia mais, então sua mãe a disse que ela estava indícios de gravidez.
Ao saber dessa notícia a jovem corre para a praia e grita. – Amor. Quero que saiba que estou grávida, não estás ouvindo, eu sei, mas... – Ela não consegue falar, teve uma leve tontura.
[...]
Muito tempo tinha passado Raphael já era um adolescente, sentia que era diferente de qualquer outro adolescente. Notava-se que o garoto tinha mais força comparada aos outros, tinha sua pele um pouco mais quente, seu físico era um pouco mais desenvolvido. Algo estava errado.
Era uma noite fria, Raphael já estava pronto para sua dormida, à mãe do garoto o ignorava toda vez que o garoto perguntava de seu pai, isso ó deixava bravo, confuso, com medo. Ouve-se um barulho na janela, curioso Raphael levanta-se da cama e vai dar uma olhada.
Era uma criatura, o garoto nunca tinha visto algo igual. Tinha cabelos pretos, olhos castanhos, sua pele era morena, mas seu corpo da cintura para baixo era de um bode ou algo parecido.
-Raphael, filho de Hefesto, senhor das forjas, siga-se seu lugar é no acampamento, lá encontrará todas suas respostas. Disse ele indo à direção da floresta.
O garoto não pensou suas vezes, apesar de gostar de sua mãe, tinha que ir atas de respostas, resposta essas que ela não tinha coragem de falar. Ele pega suas coisas e corre na direção da criatura. Indo em direção à criatura não, indo em direção de respostas.

Batalha: Naquela manhã Raphael tinha acabado de sair da arena, acabara de fazer seus treinos matinais e precisa de um descanso. Encontrava-se parado olhando para o nada, pensando em sua nova vida no acampamento, tudo era diferente de antes. Sentia falta de sua mãe, sentia falta de seus amigos, sentia falta de tudo que deixou para trás. Deita-se na grama macia próxima a floresta, o lugar proibido onde nenhum semideus poderia pensar em entrar. Raphael tinha muita curiosidade do por que aquele lugar era tão perigoso ao ponto de ser proibido.
Ninguém estava olhando, os campistas provavelmente estariam almoçando ou praticando seus treinos. Se quisesse entrar era a oportunidade perfeita. O garoto só tinha em mão uma espada de tamanho médio que tinha pegado da arena. Raphael levanta e corre na direção à floresta, em questão de segundos tinha adentrado a ela.
Caminhou durante segundos procurando algo que fizesse aquela área ser proibida. Passado mais um tempo ele avista algo ao centro da floresta. Uma criatura de tamanho mediano, asas cumpridas e coloridas, garras enormes, velhas, caindo aos pedaços. Esconde-se atrás da árvore, não sabia ao certo o que era aquilo, mas sabia que se a criatura o visse estaria em uma situação grave, se fugisse seria considerado um “banana”.
Gira sua espada e corre na direção da fera. Ao ouvir vira voa, mas logo volta dando uma investida rápida do céu. O garoto para analisar o acontecimento e rapidamente formula uma estratégia. Com a velocidade da Harpia, seria fácil o garoto desviar e conseguir se pendurar á sua costa. Embola na tentativa de atacar a Harpia nas patas e consegue desferir o ataque perfeitamente. Ela grita e vai ao chão, o garoto corre em direção á mesma e corta uma de suas asas. Não conseguiu subir em sua costa, mas consegui tirar uma de suas asas. A Harpia deu um chute com toda sua força, fazendo-o parar longe. Ela grita, não hesita e parte para um segundo ataque, sangue jorrava para todos os lados, mas ela não desistiria. Raphael corre na direção a Harpia, que acabara de mostrar suas garras prontas para matar, se joga em cima do garoto.
Desviou-se e em seguida deu um chute fazendo-a cair novamente. Agora Raphael não perde tempo, corre na direção da Harpia caída, gira sua espada e ataca a Harpia na cabeça levando-a a morte.
Agora o garoto sabia o porquê aquele lugar era proibido. Pega sua espada que estava presa à cabeça da Harpia e saí em direção ao chalé.


Raphael Galdino

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Re: Ficha de Reclamação de Raphael Galdino

Mensagem por Nêmesis em Sab Jul 27, 2013 7:21 pm

A história está confusa, pois você só contou detalhes de como sua mãe encontrou seu pai. Muitos erros de ortografia e de pontuação. A batalha é antes de chegar ao acampamento, não depois.
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