Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Giulieta Montecchio

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Ficha de Reclamação de Giulieta Montecchio

Mensagem por Jadelyn B. Collins em Ter Jul 23, 2013 9:09 pm

Progenitor(a) Divino: Dionísio
Progenitor(a) Mortal: Joanne Montecchio
Local de nascimento:Las Vegas
Cor dos Olhos: AzulClaro
Cor dos Cabelos: LoiroClaro
Estatura: Mediana
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Um pouco
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Dionísio é mais conhecido como o deus do vinho, da loucura ou das festas, sendo filho de Zeus com Semele (uma mortal). Outra característica forte presente quando o assunto é Dionísio é o teatro. Ele pode ser especialmente tradicional nisso, sendo bastante cultuado. Na série de Percy Jackson, Dionísio ficou preso por cem anos a tomar conta dos semideuses que chegavam ao Acampamento Meio-Sangue, punido por desrespeitar as regras de seu pai.
História: Giulieta nasceu em Las Vegas, mas foi criada na cidade de Nova York. Sua mãe fez de tudo para criar ela sem ajuda dos familiares, e o que mais perturbava a jovem era o fato de nunca ter conhecido seu pai.
Quando a menina começou a entrar em algumas confusões sua mãe para acabar com isso resolveu matricular sua filha em um colégio interno, aquele seria o ultimo colégio que a menina estudaria, caso acontecesse alguma coisa sua mãe iria recorrer a uma ajuda quem ela nunca quis: O pai da garota.

Ela era nova por ali e não sabia onde era seu quarto e tampouco aquilo a incomodava naquele exato momento momento.
Tudo parecia novo e totalmente estranho.A menina reconhecia o local, talvez tenha vindo ali uma vez quando era criança – se é que velas tem esta fase –. As lembranças começaram a surgir um pouco embaçadas, se lembrava de que a experiência que teve ali foi horripilante, havia um menino de olhos azuis, um fantasma, um moreno estranho e arrogante e um senhor gentil de nome estranho e que parecia já estar com o pé na cova, e claro, tinha seu tio com aquele jeito curioso de ser. Guilieta soltou um leve suspiro e cogitou a ideia de se sentar na pequena escadaria que existia por ali. Como da última vez e quem sabe Angelina não aparece e lhe dê um pequeno sermão? Ou até mesmo um aluno atormentado por pirraça apareça e lhe faça raiva?
Ela soltou um pequeno suspiro e a ideia de se sentar não parecia tão sedutora. Sentia-se estranha, como se fosse uma mudança repentina de humor,antes estava eufórica com a viagem e, agora, ao encontrar o lugar praticamente deserto havia ficado desapontada.
“Não irá estudar lá,apenas vai tentar não causar problemas.” Foi o que sua mãe – uma mulher conservadora– disse para a menina antes da embarcar no trem que a levaria para Londres.Mas a menina sabia que era um imã para problemas e Angelina já estava planejando o que pronunciará aos pais quando aparecer com a carta de lacre vermelho.
Começou bater o pé no chão impacientemente tentando afastar os maus pensamentos e novamente mordeu seu lábio inferior.Talvez ela devesse atravessar a porta e ser levada a um determinado lugar que ela desconhece. A ideia de ir para um lugar diferente parecia tentadora e quase impossível, seria apenas uma visita, mas Safira sabia que isso podia lhe custar muito. Dá ultima vez em que esteve ali quase foi manda para um reformatório, mas dessa vez Giulieta disse a si mesma que iria ser diferente. Quando chegou a estação de trem em Londres foi recepcionada por um senhor de cadeira de rodas, ele dizia que era um parente distante de sua mãe, mas Safira tinha certeza de que já o vira antes, não sabia onde. Ele a levou para uma casa humilde mais muito aconchegante. Ele começou a contar historia sobre gregos e Giulieta começava a se perguntar o que aquilo tinha haver com ela, quando ele tocou em ponto que fazia a garota sofre, seu pai. Sua mãe dizia que ele tinha ido embora por motivos familiares, por isso ela tinha se casado novamente. O senhor de cadeira de rodas falou sobre um acampamento, lá seria um bom lugar para Safira não se meter mais em confusão, lá seria diferente. A proposta de ir era tentadora, mas a menina começou a pensar na mãe e como seria doloroso para ela, mas a garota sabia que se não fosse sua vida continuaria um inferno. Quando Giulieta se deu conta ela estava em um navio que a levaria de volta para Nova York, mais esse navio não parecia ser comum, se movimentava em uma velocidade extraordinária.
A viagem foi feita em algumas horas, quando chegaram ao porto o homem na cadeira de rodas disse para pegar a van que estava a esperando, a van iria levar a garota para o acampamento. O mesmo que aconteceu com o navio também aconteceu na van. Quando se deu conta Giulieta tinha chegado ao paraíso, na placa da entrada do acampamento lia-se ‘’ Acampamento Meio-Sangue’’ Giulieta sabia o porque, pois tinha lembrado as histórias do senhor na cadeira de rodas. Mas não fazia ideia de quem poderia ser seu pai.

Batalha:
Morta. Era assim que eu poderia me descrever enquanto eu corria, tropeçando por todo o caminho, naquele corredor sem fim. Meus braços e pernas estavam arranhados de algumas vezes que eu tinha caído, mais nada demais. E de que eu estava correndo? Aé. Esqueci-me de falar para vocês.

Um lestrigão do tamanho de um guarda-roupa, se não maior, não parava de me perseguir. Eu, na verdade, também não tinha tentando me livrar realmente dele, pensei que depois de um tempo ele se cansaria, mas realmente não foi isso o que aconteceu. Eu corria extremamente rápido para uma garota e aquilo estava me deixando em uma boa vantagem.

Parei repentinamente quando eu cheguei a uma encruzilhada. Existiam dois caminhos, três se você for contar com o que eu tinha vindo, e parecia que ambos projetavam sons estranhos de monstros. Suspirei e me virei fitando o solo rochoso pelo qual eu tinha acabado de passar. “Se eu seguir um desses dois, terei dois monstros para matar. Se eu matar o Lestrigão primeiro, ficarei concentrada em apenas um monstro”. Eu pensei realmente indecisa e puxei meu pingente do pescoço com força.

Alguns milésimos se passaram até a transformação ocorrer de verdade. Uma espada de bronze celestial onde seu punho era todo negro e cravejado com rubis jazia em minha mão pronta para ser usada em combate. Passei o seu punhal em volta de meus dedos, realizando um giro e me permiti ficar em posição de ataque.

O lestrigão era um monstro tão gordo que apesar da nossa diferença de distância eu conseguia ouvir os seus passos pesados pelo solo. Suspirei profundamente três vezes tentando relaxar e me lembrei de uma arma essencial. Levei a mão esquerda livre nas costas e logo eu pude sentir, com alivio, que o meu cajado estava cruzado em minha bainha. Sorri para mim mesma e voltei minha atenção novamente para frente, da onde eu já conseguia ouvir os grunhidos do monstro.
Assim que vi seu primeiro enorme pé na curva, parti em uma corrida extremamente veloz em sua direção. Eu sacudia minha espada para frente e para trás e assim que o monstro me viu, ele também apertou o passo. Passei por cima de uma pedra e com ela mesma eu peguei impulso. Antes de realizar um plano que eu tinha em mente, claro, videiras prenderam o monstro com certa dificuldade no chão.

Enquanto eu pulava e voava uma curta distância no ar, soltei um grito de ataque. Apertei o punho da espada com as duas mãos e em um corte transversal, fiz o ombro do lestrigão começar a sangrar. Ele urrou com dor e ficou meio zonzo com isso, tentando me acertar inutilmente com algum dos braços, mas o burro não havia me visto parando atrás dele depois do salto e do ataque.

Corri ao seu encontro novamente, mas em um de seus movimentos descontrolados (além de ser tão brutamonte que quebrou minhas videiras) ele me acertou um golpe no ombro me jogando para a parede e quase quebrando o meu osso. Gemi de dor e caí no chão, apertando a região (as regiões) ferida.

Ele percebeu que me machucou mais ainda estava sangrando demais para tentar me acertar ou formar algum plano, só continuou, apenas, com os golpes cegos. Comecei a rastejar para trás com os olhos fechados para evitar que as lágrimas caíssem. Aquilo não estava dando nada certo e eu precisaria acabar logo com isso.

Olhei para a minha espada que estava aos meus pés e suspirei. As ideias vinham tão rápido em minha mente. Incrível!

- Preciso de você, garota. Tipo, agora Rubye. – Eu disse sussurrando e apesar disso a espada tremeluziu se transformando em uma serpente. Ela se contorceu e veio até mim, roçando em minha perna. Sorri para ela e consegui captar seus pensamentos. “Devo atacar ele, mestra?”. Concordei com a cabeça e ela se moveu para o rumo do monstro, mostrando as presas.

Fechei os olhos por um momento, para ver se as dores musculares amenizavam e assim que ouvi um grito me sobressaltei. O Lestrigão pulava em um pé só e preso ao seu calcanhar estava Rubye. Eu reprimi uma risada e comecei a me levantar realizando mínimos movimentos. Foi difícil. Olhei novamente para a serpente e ela captou meu olhar, apreensiva.

- Volte. – Ela desprendeu do tornozelo do monstro com um salto e no ar ela voltou a ser a espada, que eu peguei. Berrei em ataque e segurando a arma com as duas mãos, enfiei-a por completo no meio das costas do Lestrigão. Ele urrou de inicio mais foi parado no ato por ter virado um montinho de pó.
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Re: Ficha de Reclamação de Giulieta Montecchio

Mensagem por Tânatos em Ter Jul 23, 2013 9:25 pm

Boa historia, bem criativa.
So a parte da espada ficou meio confusa, mas a batalha está em bom nivel
BEm vinda filha do deus do Vinho

Aprovada;
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