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Ficha de Reclamação de Guilherme Antonio [atualizada]

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Ficha de Reclamação de Guilherme Antonio [atualizada]

Mensagem por Guilherme Antonio em Ter Jul 09, 2013 1:41 pm

Progenitor(a) Divino: Hermes
Progenitor(a) Mortal: Silvana Regina
Local de nascimento:São Paulo
Cor dos Olhos: PretoIntenso
Cor dos Cabelos: PretoEscuro
Estatura: Mediana
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Sim
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Insegura
Sempre segue o plano? Sim
Por que escolheu a divindade como progenitor: Hermes, apesar de ser o deus dos ladrões, é muito intelectual, tão brilhante quanto Atena ou Apolo (Não que esses não sejam), afinal, o comércio, as viagens... Tudo isso faz de Hermes um deus invejável. Mesmo com a minha timidez, sou aberto a enfrentar os meus medos e ser uma pessoa totalmente comunicativa e influente. É por isso que o vejo como um exemplo e um pai divino.
História: Certo.
Tudo começa a poucas semanas atrás, em meu país de origem, o Brasil. Eu morava em um município na Grande São Paulo, chamado de Itaquaquecetuba. É, um nome exageradamente grande. Morava apenas com minha mãe e minha irmã, Luiza. Descobri ser um meio-sangue no dia em que a diretora da minha escola se revelou, na forma de um monstro. E que monstro. Ela me atacou, lutamos, até finalmente conseguir matá-la com sua própria cria (Veja melhor abaixo, no tópico "Narre uma batalha"). Então, para ajudar na situação crítica, descobro que um dos meus professores, um jovem professor, era um bicho, meio homem, meio bode. Um sátiro. Ele me revela a verdade sobre o mundo dos deuses e monstros gregos e o meu novo lar: O Acampamento Meio-Sangue. Travamos uma batalha, desta vez, com minha mãe, até que, finalmente, por livre e espontânea pressão, ela permitiu que eu partisse. E agora, estou a caminho dos Estados Unidos, pois ainda tenho de alcançar o Acampamento. Bem, partir foi complica, apesar das circunstâncias. Minha família e eu eramos muito unidos e dificilmente nos desentendíamos. Meus amigos estão... Ríamos por qualquer coisa, sendo nossa maior piada, a diretora da escola. Mas, eu devia saber que não devia subestimá-la. Em casa, meus pais me davam total apoio, principalmente quando a minha psicóloga me diagnosticou com cleptomania (Meu pai, por exemplo, não ficou tão bravo quando eu "acidentalmente" roubei a moto Harley do vizinho, ou quando eu peguei ''emprestado'' o Helicóptero de brinquedo do meu primo). Enfim, eu tinha uma ótima relação familiar e afetiva.
Entrei no avião para os EUA com as únicas coisas que me faziam lembrar de casa: Uma foto minha com minha família e meus amigos e... Hã... A chave do carro do meu pai, onde sempre saímos para ir a um cinema ou fazer compras. Na hora, nem pensei no que fazia, roubei a chave assim que eu a vi. Tomara que o meu pai tenha chaves reservas...
Batalha: (Primeira Batalha, Escola de Guilherme).
Sabia que aquele era um dia de cão antes mesmo de vir para a escola.
Eu tinha a sensação de estar sendo analisado minuciosamente. E desconfiava que ainda me "entenderia" com a Diretora. Ao entrar na escola, aqueles olhos frios e paranóicos me fitaram.
"Céus, será que ela descobriu que fui eu que roubei as panelas da cozinha na semana passada?", pensei comigo.
-Bom Dia, GUILHERME- Disse ela, enfatizando o meu nome.
-Ah... Bom Dia, dona Marisa.
-Eu descobri tudo- Disse ela, simplesmente.
"É, não sei como, mas ela descobriu. Lá vem bomba".
-Tudo o quê?- Perguntei.
-A verdade sobre você- Respondeu- Achou mesmo que eu nunca descobriria? Nada. Foi fácil. No fim do período, na minha sala. Você. Sozinho. Entendeu?
-Ah, sim. Só não sei o que...
-Basta. Vá. Sua aulinha vai começar.
Resolvi obedecer. Com aquela doida ninguém podia.
Depois de uma aula inteira, um intervalo monótono e uma aula vaga, o sinal tocou anunciando a hora de ir embora.
Fui até a sala da "Mariçóca"(um apelido criado por mim, a junção perfeita do nome Marisa com Muriçoca, formando assim, Mariçoca) como ela solicitara.
E a coisa me esperava ali, sentada em sua cadeira.
-Pois não, dona Mariço... Digo, Marisa?
-Ah, você- A Porta se fechou com violência.
-Entregue-se a mim. Deixe que meu veneno o consuma. Já descobri você, meio -sangue.
-É o quê? Que diabos é meio-sangue?
-Ah, não disfarça. Vejo que você tem o mesmo dom de mentir de seu pai. Ótimo. Mas isso não mola comigo.
-Não "Cola"- Corrigi.
-Não me corrija, filho do Ladrão. Estou lhe farejando a dias! Agora, depois do roubo das panelas, que eu VI você roubar, conclui que só poderia ser você.
-Olha, não estou te entendendo. O que a senhora está falando?
-Audácia! Já chega de mentiras. Vou lhe matar agora mesmo.
E com isso, ela se transformou. Sua pele ganhou aspecto reptiliano. Seu pescoço se dividiu em nove pescoços, com cabeças de cobras e dentes de tubarão. Em outras palavras, ela era uma... Uma...
-Hidra!- Berrei.
As nove cabeças abriram a boca. 8 soltaram veneno e a do meio  cuspiu fogo. Saí do caminho na hora exata. O ataque derreteu a porta, por onde eu fugi.
-Você pode correr, mas não pode se esconder!- Urrou a coisa com uma voz demoníaca.
E saiu em meu encalço.
***
Um pequeno "flash back":
Nas últimas aulas, o meu professor de história me puxara de lado.
-Estou sabendo que a diretora quer falar com você- Disse o professor Silvéster- Não vá.
-E por que não?
-Ela... Ela não é ''confiável'', digamos assim.
-Eu sei- Respondi.
-Não é só isso. Ela pode ser... Hã... Perigosa.
-Não tenho medo dela.
-Prometa, Guilherme. Não vá sem mim.
-Professor...
-Prometa!
-Tá, tá. Eu prometo.
-Assim é melhor.Bem, na hora de ir embora, ele foi cercado por alunos atrás de nota; não tive paciência de esperar. Meu primeiro erro.
***
-Morra!
Mais uma coluna de chamas e veneno foi lançada contra mim. E mais uma vez escapei, apenas com uns pelos chamuscados.
-Céus! Eu não sou um meio-sangue!- Gritei.
Ela atacou com as cabeças.
Fui atingido no peito.
Minha visão embaçou. Senti uma mão humana me puxando.
-Fogo- Disse meu professor- Precisamos de fogo.
-Professor Silvéster?
-Sim. E você hein? Vindo sozinho.
-Que história é essa de meio-sangue...?
-Depois eu explico. Agora, precisamos de fogo. Hidras só morrem assim.
-Matar?
-É. Infelizmente, é matar ou morrer.
-Prefiro matar- Decidi.
O monstro surgiu mais uma vez, com as presas à mostra.
Disparamos pelo pátio, até a cozinha.
-Trancada!- Anunciou Silvéster-- Você tem as chaves não tem?
Encarei-o perplexo.
-Claro que não.
-Mas você roubou as panelas na semana passada. E a cozinha estava trancada.
-Como você sabe disso?
-Esqueceu que você tem uma declaração psiquiátrica declarando a sua cleptomania?
Bufei, entregando-o as chaves, guardadas até hoje em minha mochila.
Abrimos e entremos.
-Botijão?- Perguntei, apontando aos enormes cilindros de um metro de altura.
-Botijões- Assentiu e corrigiu Silvéster.
-MORTE!- Berrou a Hidra (Mariçoca!).
-Eu a enfrento enquanto você arruma os botijões...
-Não- Disparei- Eu a distraio. Não aguento pegar aquilo.
-Tenha cuidado então.
Corri na direção da Hidra.
-Ei Mariçoca. Você tem bafo de chulé! U-hu!
Funcionou. O monstro me atacou com tudo, e por incrível que pareça, eu consegui desviar de todos. Cheguei até a bater nela com uma cadeira.
-Guilherme! Agora!- Gritou ele, pulando sem a calça, e revelando seus... Aquilo eram cascos?
Não tive tempo de processar o que vi (Meu professor com chifres e cascos de bode, a perna peluda...). Corri na direção dos botijões de gás, na esperança dela não come-los, ao invés de cuspir fogo.
-Ei bobona!- Chamei- Duvido você me acertar com FOGO!
Ponto para mim. Ela cuspiu uma labareda titânica. Eu teria virado Churrasquinho de Guilherme, não fosse pelo meu professor-meio-bode me empurrado com um super salto caprino.
Os botijões explodiram. O Fogo detonou a hidra. O ar aqueceu-se. Era o fim da Mariçoca.
Me levantei e corri para fora. Meu professor trotou até mim.
-Você é um Bode!- Gritei.
-Sátiro!- corrigiu-me- E você, você é um meio-sangue.
-Que é meio-sangue?
-Meio humano, meio deus grego. Também conhecido como semideus.
-Então, eu...?
-Sim. Você é. Mas, agora, melhor arrumarmos seu passaporte e a sua bagagem.
-Bagagem?
-Claro. O Acampamento Meio-Sangue fica em Long Island, Estados Unidos.
-Acampamento Meio Sangue?
-Chega de perguntas!
Bem, assim foi minha primeira batalha.


Última edição por Guilherme Antonio em Sab Jul 20, 2013 10:35 am, editado 1 vez(es) (Razão : Segui o conselho de Tânatos, e atualizei a história com algumas informações, antes de ir ao acampamento Meio-Sangue.)

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Re: Ficha de Reclamação de Guilherme Antonio [atualizada]

Mensagem por Tânatos em Ter Jul 09, 2013 4:53 pm

Batalha foi boa e criativa.
Mas historia poderia ter sido mais elaborada, contando o que você fazia antes disso, como vivia com sua familia, como era a relação com sua ela, e com seus amigos, essas coisas.
tente de novo

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Re: Ficha de Reclamação de Guilherme Antonio [atualizada]

Mensagem por Tânatos em Sab Jul 20, 2013 10:47 am

Melhorou, mas não está perfeito. Um pouco confuso.
Porem, seja bem vindo filho do Deus dos viajantes.

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