Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Kyle Blade

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Ficha de Reclamação de Kyle Blade

Mensagem por Convidad em Seg Jul 08, 2013 1:16 pm

Progenitor(a) Divino: Ares
Progenitor(a) Mortal: Laurien Blade
Local de nascimento:Long Island
Cor dos Olhos: AzulClaro
Cor dos Cabelos: PretoClaro
Estatura: Alta
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Não
Faz o que os outros dizem? Não
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Me identifico com Ares. Seu jeito de ser, suas características. Gosto de seus símbolos e de armas. Acho que sou parecido com um filho de Ares.
História: O sol raiava em minha janela, forçando-o seus raios brilhantes em meus olhos que ao momento encontravam-se fechados pois estava em um belo sono profundo, era tudo tão diferente, pois em um momento parecia estar no meu quarto mas ao abrir os olhos me vi em um local com quadrilhos de madeira ao chão, fitando horizontalmente percebi as arquibancadas que me rodeavam, percebias-se que aquilo era um ginásio, certamente de basquete pois posicionavam 2 cestas em cada lado da quadra, estava tudo tão calmo e friamente queto, conseguia escutar meu coração batendo violentamente como se estivesse assustado, até que o cenário começou a mudar, tudo começou a brilhar, o fogo tomou conta do local, as grades que rodeavam a quadra começaram a cair e o piso de madeira começara a se transformar em cinzas, eu me via rodeado por aquilo sem me mover, meu corpo começou a ficar quente, entrei em pânico no mento pois agora pouco quando tinha aberto meus olhos ao me acordar parecia estar em meu quarto e estranhamente fui parar ali, comecei a olhar em volta procurando algum lugar para fugir, mas não havia pois o fogo parecia estar me rodeando propositalmente sem deixar locais de fuga, foi quando comecei a notar uma sombra surgindo entre as chamas e rapidamente ela começou a se formar como se estivesse se transportando para o local, até que se modelou totalmente ali, por um momento não consegui identificar aquela "coisa", ela tinha um rosto demoníaco e estranhamente parecia ter 2 metros de altura, não era um homem normal, meu rosto estava em face de desespero olhando fixamente para aquilo, a "coisa" começou a rir para mim, sua voz era assustadoramente grossa, aquilo me deixou mais assustado ainda e com um movimento rápido ele correu em minha direção, de repente dei um pulo de susto e percebi que estava deitado em minha cama, meu corpo estava sufocado de suor e meu coração batia freneticamente, por um momento me senti aliviado por ser um sonho, mas aquilo me deixou muito intrigado pois nunca presenciei um sonho tão real em minha vida, assim por algum motivo que nem eu mesmo sabia fiquei intrigado e confuso desde então.
Ja havia colocado meus vestes do dia que não passavam de uma simples camiseta polo branca, com um jeans escuro combinando com um sapato branco da adiddas, depois de me arrumar ouvi um belo berro vindo do outro lado da casa onde encontravas-se minha mãe fazendo a refeição da tarde. - Kyle ! O almoço ta pronto, vamos ! Venha ! - Aquilo me deixou meio constrangido, pois eu ja tinha 14 anos e odiava quando minha mãe ficava me chamando e fazendo as coisas para mim, com um ar de discórdia e irritação exclamei. - Eu sei mãe, não precisa avisar "po" ! - Nenhuma resposta veio da parte dela, mas ao menos no fundo eu encontrava-me agradecido pela disposição para me avisar, apesar de não demonstrar isto pois nunca ao menos disse um simples obrigado a ela, eu me sentia mal por isto as vezes, mas alguma coisa me parava quando eu ia fazer coisas boas para os outros como um simples "obrigado", parecia que alguma coisa me obrigava a pensar apenas em mim mesmo, como um adolescente egoísta que pensa apenas nele mesmo. Na mesa de jantar, ou almoço se preferirem, encontravas-se minha mãe chamada Laurien e meu padrasto Rhouseff, junto a ele estava meu pequeno irmão por parte de mãe Jake que ao contrário de mim, era muito inteligente, pouco rebelde e extremamente calmo, apesar do mesmo ter apenas 8 anos em questão de moralidade ela parecia uns 10 anos mais avançado que eu, sentei-me a mesa junto com eles, no momento minha mãe me deu um belo bom dia mas a ignorei, fiquei olhando pela porta de vidro que encontravas-se logo a minha frente, dali conseguia ver uma grande floresta que rodeava a parte de trás da casa, logo depois Rhouseff olho diretamente para mim, ja de cara percebi que o mesmo acordou com o "pé esquerdo" naquele dia.
- Kyle ! Por que você é assim !? Não consigo te entender, temos uma bela casa, uma boa família, não passamos necessidades e mesmo assim você é todo mal com a vida, briguento, rebelde, estúpido ! Só me responda por que ?! -
- tsk ... - Com um certo grau de ignorância foi apenas isto que respondi para ele, sem ao menos olhar em seus olhos, minha mãe um pouco chateado tentou acalmar o marido mas nada adiantou, vendo que tudo ia piorar ela pediu para Jake ir para seu quarto um pouco.
- As vezes tenho vontade de te expulsar desta casa ! Você ja frequentou 4 escolas nos últimos 3 meses e não conseguiu ficar em nenhuma, tudo por causa de brigas ! Sua mãe não merece um filho como você, seu pai dev; - Logo quando ele ja começara a falar meu corpo estava explodindo de raiva, mas no momento que ele abriu a boca para exclamar qualquer coisa sobre meu pai que nem ao mesmo o conhecerá, levantei-me rapidamente da cadeira e com minha mão direita acertei um soco em seu rosto tão forte que nem eu sabia ao certo da onde vinha tamanha força, Rhouseff deu um salto para trás e fica por um momento paralisado ao chão com sua grande barriga "gordurosa" virada para cima, meu olhar estava tão diferente que nem mesmo eu me reconheci. - Não ouse usar essa boca suja pra falar do meu pai ! Ta me escutando !? - Assim fui correndo para o quarto extremamente furioso, estava quase na hora de ir para a aula e talvez aquele seria o melhor jeito de acalmar a mente, arrumei minhas coisas e parti sem dar tchau a ninguém naquela casa, minha fúria era tão grande que aparentemente nem minha mãe me desejava la.
Nunca consegui me dar bem em escolas, pois sempre tava me metendo em brigas estúpidas, mas o problema é que sempre ganhava assim a culpa caia apenas sobre mim fazendo ser expulso de todas onde frequentará, estava disposto a fazer o máximo para não acontecer a mesma coisa nesta escola, ja que por causa das expulsões ja estava 3 anos atrasado para a formatura, logo chegando na mesma vi que seu nome aparentava ser "National Institute of Education JohnFreiser", eu ja sabia que era uma pacata cidadezinha nos suburbios de New York. Ja ao chegar não me identifiquei muito com as pessoas daquele colégio, havia vários deles vestidos de Punk, pichadores, gangsters, viciados, entre outras mas companhias que há em escolas, e nesta escola 90% dos alunos era isto que acabará de citar e tinha um problema ainda maior, eu sempre acabava me metendo em confusões com este tipo de gente, tentei não encarar muito os alunos daquele colégio, evitava olhar em seus olhos para não arrumar confusão, sei que é dificil de acreditar mas parecia que a briga sempre me buscava, até mesmo uma simples troca de olhares era motivo para brigar, eu mesmo não conseguia me entender. Continuei a caminhar para o Hall de entrada do instituto, até que um homem forte um pouco mais alto me parou centímetros da entrada, de acordo com a diferença proporcional física eu devia estar com um grande medo daquele valentão que acabará de me parar, mas por incrível que pareça aquilo parecia mais um idiota para levar "porrada", ele olhou fixamente em meus olhos e logo comecei a encara-lo, por um momento ele pareceu que iria me bater ou algo assim mas instantaneamente ele saiu do meu caminho como se não tivesse acontecido nada, quando passei por ele algo estranho aconteceu, um calafrio corroeu por meu corpo como se eu ja conhecesse aquele grandalhão, tive a mesma sensação de medo que tive em meu sonho neste manhã, aquilo foi muito estranho mas ignorei.
Continuei a dar algumas voltas pelo imenso colégio a procura de algum cartaz que pudesse me dar uma breve localização de minha sala, depois de se passar alguns minutos de caminhada por lá eu não pude deixar de notar uma pessoa aparentemente de 19 anos que estava à me seguir desde quando cheguei ali, no começo ignorei mas aquilo me pareceu estranho, então decidi tomar alguma providencia, dobrei rapidamente em um corredor que havia ali e pairei escondido atrás de um armário, à espera que aquele homem que estava na minha "cola" desde cedo passas-se por ali, assim eu intimidaria. E foi isto que aconteceu, ouvi uns leves passos, como se tentasse se esconder de alguém, ele começou a se aproximar da onde eu me encontrava, sai rapidamente do lado do armário e o espremi contra a parede apertando seu pescoço. - Quem é você !? Por que ta me seguindo seu idiota ? - Estranhamento ele não respondeu, mas percebi que ele ficou me cheirando por um momento, achei aquilo muito estranho então o soltei e me afastei um pouco, pois nenhum humano normal começarei a cheirar outro sem motivo nenhum, de repente ele começou a se afastar de mim totalmente assustado, como se estivesse encontrado um tesouro, ele olhou com um rosto totalmente exaltado para mim e disse. - Cuidado ... Ele está por aqui ! - Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa, o homem saiu correndo muito rapidamente como um louco, aquele dia só estava se tornando cada vez mais estranho para mim.
Agora eu me encontrava na minha primeira aula naquele colégio, a professora me apresentou para a turma mas eu apenas a ignorei deixando-a com uma cara de "tacho", como se ela previu que mais um aluno desinteressado e rebelde entrou para sua turma, aproximadamente 1 hora se passou para acabar aqueles períodos horrivelmente chatos, la me dirigi para a cantina pois estava com muita fome a ponto de cair duro no chão a qualquer momento. Em quanto eu comia percebi que o mesmo homem que tivera me parado no corredor olhava freneticamente para mim, e quando eu olhava para o mesmo ele desviava seu olhar para o grandalhão que me parou na entrada do colégio como se ele estivesse tentando avisar alguma coisa, já o grandalhão não tirou os olhos de mim nem por um segundo desde que sentei-me na cantina, percebi que um homem bem velho entrou na cantina e foi o único momento que o grandalhão parou de olhar para mim e dirigiu seu olhar o velho, percebi que o mesmo estava vindo em minha direção, em seu crachá estava escrito: Diretor - John Freiser, assim notei obviamente que era o diretor da escola, ele se posicionou em minha frente e começou a conversar como se ja nos conhecíamos.
- Senhor Hawk, depois que estiver totalmente cheio, apareça no ginásio tenho que conversar com o senhor. -
- Você que manda Chefe ! - Respondi com um ar irônico ao mesmo, que seguidamente deu meia volta e saiu do refeitório, não pude deixar de perceber que o grandalhão parecia admirar o diretor que logo quando ele saiu, voltou a olhar para mim novamente como se quisesse me matar ou alguma coisa do tipo.
Depois do refeitório me dirigi ao tal ginásio, e logo ao entrar tive a sensação que aquele ginásio era o mesmo que sonhei neste manhã, achei muito estranho, era como se fosse ... Não sei dizer, mas alguma coisa gritava em minha mente para sair dali logo, não pude deixar de notar o cheiro forte a álcool que havia no local, mas logo pensei que devia ser o chão feito de madeira que talvez acabará de ser encerado e ficou com este cheiro, me dirigi ao centro do ginásio, comecei a esperar pelo diretor, passou-se 5 minutos e nada dela, para qualquer outra pessoa cinco minutos parecia ser pouco, mas para meu grau de hiperatividade aquilo era uma eternidade, neste cinco minutos devo ter dado umas 20 voltas no ginásio, até que quando eu tava em seu centro caminhando ouvi uma porta se abrir estrondosamente, e logo percebi que o diretor e o grandalhão adentraram o local, achei meio estranho pois os dois me encaravam de um jeito assustado, o grandalhão me olhou e começou a falar com sua voz grossa.
- Comida com sabor divino ! Delícia ... - Exclamou o grandalhão enquanto lambia os lábios.
- Sim meu garoto, e desta vez é todo seus ! Pronto para come-lo totalmente assado ? HAHAHA!
- COMIDA !
- Ei ! Vocês são loucos ou o que ? Vou embora, vá que é contagioso seus babacas ... - Exclamei tentando mostrar um rosto calmo, mas por dentro estava um pouco preocupado pois estava preso com dois psicopatas em um ginasio fechado, sorte a minha que havia uma saída de emergência para a rua logo atrás de mim, ja ia me dirigir a mesma quando o diretor exclamou.
- Não tão cedo filho de Ares ! Acha que vai ser fácil ? Meu amiguinho ta com fome, não posso desperdiçar tamanha refeição ! - Em quanto ele falava isto pegou um esqueiro que havia em seu bolso, acendeu, e jogou alguns metros dali acertando o chão, de repente tudo começou a pegar fogo e então percebi o cheio de álcool, já que toda a volta interna do ginasio estava molhada com o mesmo apenas para me trancar, o grandalhão atravessou o fogo sem muitos danos e ria freneticamente para mim.
- Ei amigo ! Vamos sair daqui cara, ta tudo pegando fogo ! Quer morrer queimado é ? Eu não ! Então to vazando ... - Foi quando percebi que não havia por onde fugir, pois grades cercavam a parte de basquete onde eu me colocava, e a única saída estava o grandalhão, comecei a andar em sua direção para tentar fugir por ali, mas ele começou a se deformar esquisitamente.
- HAHAHA ! Não tão rápido semideus ! - De uma hora para a outra ele se transformou na mesma criatura que eu virá em meu sonho, com 3 asas deformadas e uma cara demoniaca, que sobrevoava o local, eu fiquei em pânico sem saber o que fazer.
A criatura se pôs contra mim e veio em minha direção para o ataque, com um reflexo rápido que não sei da onde surgiu consegui dar um pulo para o lado e desviar, mas a mesma continuará a me atacar até que ouvi um zumbido muito agudo vindo da saída de emergência, era o homem de 19 anos que agora segurava um arco e atirava flechas contra a criatura, ela demonstrou sentir muito medo do homem por algum motivo, ele quebrou as grades na frente que ja estavam em puras cinzas e adentrou o recinto, na terceira flecha que parecia ser de bronze o monstro se desintegrou em cinzas, eu olhei para ele totalmente assustado sem saber o que fazer, ele apenas pediu para eu segui-lo, e fui o que fiz sem exitar pois nem sabia o que estava acontecendo, ainda estava fora de mim, entramos em um taxi, o homem de 19 anos deus as informações necessárias para o motorista e começamos a nos mover, estava começando a me recuperar do susto e olhei para o homem.
- Quem é você ... ! - Minha voz estava muito calma por milagre;
- Áh ! Prazer, sou Carl Liver e você ? -
- Kyle, Kyle Blade... Eu to ficando louco ou aquilo era real ? -
- O fúria, ou a fúria como preferir ? Sim era real ... - Ele pareceu meio constrangido, pois parecia que teria uma longe historia para contar pela frente ...
- Hã ? Oque ... ? - Não sabia o que falar pois estava muito confuso no momento.
- Sim, é muito estranho o que você vai ouvir. Mas vamos fazer do meio mais rápido, ok ? Eu vou falar e você não me interrompa por favor, as perguntas você tira no acampamento ... - Ele olhou para mim com um sorriso meio que sincero.
- Ok, ok ... Pera ai, acampamento ? -
- É sim, lembra quando das histórias da mitologia grega ? Sobre os deuses, e outras divindades ? Tudo aquilo é real, mas se eu fosse te explicar tudo agora daria muito tempo de conversa, então vamos ao ponto ... A cada "não se sabe" quantos anos os deuses vem a terra e "dão uns pegas" em algumas garotas ou garotos, assim criando semideuses como você e como eu, esses semi-deuses são bem poderosos e são levados a um acampamento meio-sangue onde eles treinam suas habilidades para combater monstros como aquele na sua escola ... - Ele falou aquilo tão confiante que quase acreditei.
- Isso é loucura ! Você deve ter algum problema cara ... - Respondi friamente com um ar de discórdia.
- Sim, sim ... Cara ! Quer saber ? Acredite se quiser, mas agora você tem que ir pro acampamento, la você vai ver a realidade e vai passar a acreditar. -
Sem ter o que renunciar não respondi ao mesmo e deixei que ele me levasse, passou-se um bom tempo de viagem até chegarmos em um local onde havia várias colinas por todo horizonte, Jerris pagou o taxi e logo adentrou floresta adentro, eu devia te-lo ignorado e ido em bora mas por algum motivo eu estava acreditando nas palavras daquela pessoa, depois de andar por alguns minutos chegamos a um tipo de entrada, que no topo dizia: Acampamento meio-sangue. Pelo menos a parte do acampamento parecia ser real, desde então comecei a aprender tudo sobre a realidade em que vivia, sobre meu pai Ares, sobre criaturas mitológicas e etc ... Forá descoberto que foi muita sorte Carl ter me achado naquele colégio, pois ele estava a procura de meio-sangues mas era bem raro encontrar algum, e o monstro talvez tenha me reconhecido pelo cheiro, como ele por dedicar boa parte da sua vida procurando outros semideuses passou a aprender a identificar seus cheiros. Assim tornei a viver partir de então no acampamento meio-sangue ...
Batalha:No acampamento meio-sangue, preciso treinar para sobreviver caso tenha que sair dali para alguma missão ou até para caso ocorra uma invasão. Ainda não fui reclamado, mas isso não é motivo para ficar sentado sem fazer nada. Não possuía nenhuma arma além de uma adaga, então fui até o arsenal para pegar emprestado uma espada de bronze celestial e um escudo médio também de bronze celestial. Corro em direção à jaula dos monstros e fico parado os encarando. Não fazia ideia de com qual batalhar. Solto um ciclope, já haviam falado que eles não são inteligentes, mas compensam isso em uma força descomunal. Corro me distanciando do monstro que sai com passos lentos de sua jaula. Ele parecia mais um bebê perdido, mas quando seu grande e único olho me visualiza, sua expressão muda totalmente de bebê procurando a mãe para gato que viu um rato. Ele começa a correr em minha direção causando um pequeno tremor com cada passo que ele dava. Totalmente assustador. Quando ele ficara a cerca de dois metros de distância, saltei para o lado direito. O ciclope me perde, então começa a gritar.
- Hey! Estou aqui! – chamo a atenção dele para ele correr até mim mais uma vez. Então rapidamente ele me encontra e corre novamente em minha direção, mas dessa vez eu tinha um plano. Começo a fugir dele para que ele adquirisse mais velocidade, então me viro e espero ele chegar perto. Ele direciona seu punho direito para frente com a intenção de me acertar, mas então eu me viro e corto seu braço. O que o faz gritar por causa da dor. Ele cobre a ferida com a mão esquerda e depois olha para mim com tanta raiva que me fez ficar com mais medo dele. Lanço meu escudo no rosto do ciclope que consegue se defender com seu braço esquerdo, mas o real motivo desse ataque na verdade foi para poder fazer um ataque direto sem que ele percebesse. Quando o ciclope me visualiza, minha espada estava prestes a matá-lo, então corto seu pescoço o decepando. O monstro se transforma em pó e eu caio no chão exausto, possivelmente por causa do medo que acabara de enfrentar. Depois de alguns minutos, me levanto e saio do local deixando as armas onde eu havia pegado.


Última edição por Kyle Blade em Seg Jul 08, 2013 5:37 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Ficha de Reclamação de Kyle Blade

Mensagem por Tânatos em Seg Jul 08, 2013 1:34 pm

Sua historia foi boa, e criativa. Mas contem muitos erros de pontuação.
A batalha foi fraca, precisa de mais ação. E um golpe de adaga na barriga de um ciclope não seria instantaneamente fatal.
E não acredito que Hades mandaria uma de suas furias para atacar um semideus nao reclamado, e que nao fosse de Zeus ou Poseidon. Ou tivesse em missao importante.

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Re: Ficha de Reclamação de Kyle Blade

Mensagem por Tânatos em Seg Jul 08, 2013 6:01 pm

A questao da Pontuação ainda merece atenção. E uma furia nao atacaria qualquer um.
A batalha melhorou, mas nos treinos espero mais.
Bem vindo, Filho do deus da Geurra.

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