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Ficha de Reclamação de Charlotte Stoll

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Ficha de Reclamação de Charlotte Stoll

Mensagem por Lottie Stoll em Qui Jul 04, 2013 12:57 pm

Progenitor(a) Divino: Hermes
Progenitor(a) Mortal: Emily Stoll
Local de nascimento:Califórnia
Cor dos Olhos: Verde Intenso
Cor dos Cabelos: Ruivo Intenso
Estatura: Baixa
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Não
Faz o que os outros dizem? Não
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Não

Por que escolheu a divindade como progenitor: Hermes e sua personalidade, brincadeiras, seu humor... Tudo envolve uma grande admiração que tenho pelo deus... Além de que os poderes divinos que são concedidos aos filhos de Hermes são muito bacanas. Enfim, a admiração que tenho pelo deus...

História: Sempre fui uma garota super descontraída, nem sempre me importava muito com as coisas que rolavam ao meu redor, minha mãe dizia que eu era muito desligada desse mundo... Na verdade tudo que eu mais gostava, era zoar com a cara das pessoas e viver a vida todos os dias como se fosse o ultimo, na melhor companhia, minha irmã gêmea, Brooklyn, mais conhecida como Brooke. Além de irmãs, somos melhores amigas, e fazemos tudo juntas, desde... Bom, desde que me lembro.

Antes dessa loucura de "semideusas" acontecer, Brooke, minha mãe e eu morávamos em um apartamento na Califórnia. Nós amávamos aquele lugar, era perfeito para viver a vida sem se preocupar com nada. Minha mãe era uma mulher super extrovertida e carismática, ela amava a Brooke e eu mais do que tudo em sua vida, adorava nosso jeitinho maluco de viver, e sempre dizia que nós tínhamos a personalidade e carisma de nosso pai, Michel... Quando descobri quem realmente era meu pai, não foi um choque, foi como... Sei lá... Como se eu já soubesse que minha mãe mentia sobre meu pai... Afinal, ela não falava muito sobre ele, e alem de tudo dizia que ele era um "problema", mas eu nunca me importei com isso. Brooke ligava demais para esse assunto, achei que ela ficaria doente um dia, se não descobrisse nada sobre nosso pai.

Enfim, vivendo insanamente todos os dias, isso tem sido maravilhosamente perfeito, desde sempre. Eu sou o que eu demonstro ser, nunca fui e nem serei diferente... As pessoas conseguem esconder seus problemas com sorrisos estampados no rosto e tudo mais, mas eu não sou assim, se eu tenho algum problema, preciso compartilhar com alguém, e esse alguém é sempre minha Brooke, mas sendo a pessoa descontraída que sou, nem tudo me afeta... Algum tempo depois que descobri o que realmente sou, passei a me importar com meu pai, fazer preces a ele, e lhe fazer oferendas sempre que podia, e minha vida continua a mesma de sempre, pegadinhas, festas, mais irmãos do que eu imaginei que poderia ter... Enfim, a verdadeira história de nossas vidas, é aquela que NÓS fazemos.

Batalha: Nos primeiros dias como campistas, Brooke e eu éramos inseparáveis, porem hoje quando acordei, ela já não estava mais no chalé.
Todos estavam no chalé, exceto Brooke... O que será que ela está aprontando?
Enfim, saí perguntando á todos se tinham visto a garota, mas todos responderam negativamente.  Alguns minutos depois, os auto-falantes nos chalés nos deram um aviso.
“Boa tarde, semideuses! Lembrando novamente que não é seguro sair agora, estamos com problemas com os cães infernais do bestiário. O almoço será servido para cada chalé. Repito: Não é seguro.”
Certo, ou Brooke quis dar uma de poderosa, ou ela não ouviu os avisos... Esperei pela garota, uns cinco minutos no chalé... Ela não voltou. Não poderia esperar mais, ela poderia estar em apuros...
Saí sorrateiramente do chalé, carregando minha espada, pois eu sabia o que poderia encontrar lá fora.

Fui até o pátio, mas não encontrei nada.
_Brooke... Brooke! – Chamei algumas vezes. – Se você estiver ai, saia... O negócio aqui é sério...
Sei que essa frase vinda de mim, não seria levada a sério... Porem o que vale é a intenção... Brooke não estava ali... Isso agora era certeza. Eu não poderia deixá-la sozinha por ai, mas eu deveria voltar para o chalé...
Eu estava quase chegando lá, quando fui interrompida por uma sombra gigante e negra...
Um cão infernal.
_Merda!  
O monstro era fedorento e enorme, mas não tão assustador quanto eu sou quando me olho no espelho quando acordo...
Enfim, não queria batalhar com um monstro daquele tamanho, sozinha... Seria lutar por uma batalha perdida... Antes que eu pudesse correr para qualquer lado o monstro saltou para cima de mim, levantei minha espada rapidamente e fiz um pequeno corte no monstro.
De nada iria adiantar, eu tinha que fazer qualquer coisa, o monstro parecia furioso e fugir seria a melhor opção.
Sai correndo do monstro e ele vinha em alta velocidade atrás de mim.
_Maia! – Gritei.
Meus tênis alados se ativaram e eu já estava voando á alguns metros do chão. Parei em uma árvore ali perto despistando o monstro, que foi atrás de outra presa.
De cima da árvore tinha a vista quase que inteira do acampamento... Perto das forjas, lá estava ela... Brooke, lutando com outro cão infernal.

Voei em sua direção, o mais rápido que meus tênis podiam voar. Fui descendo aos pouco e corri na direção de minha irmã. Minha sorte é que não lancei a espada na bunda enorme daquele outro cão infernal, se não, estaríamos lascadas agora.
Brooke estava desarmada e debaixo da enorme pata do monstro.
_Brooke! – Gritei.
_Lottie! Rápido! - Sem demora, ativei meus tênis novamente, parando perto de Brooke e cravando minha espada na pata do cão, que soltou Brooke num pulo.
Puxei minha espada antes que o monstro pudesse jogá-la longe. Olhei para Brooke, ela estava prendendo seu cabelo cheio de grama...
_Juntas? - Perguntou, pegando a espada que estava no chão.
_Como sempre. – Respondi rindo e nós duas fomos de encontro ao monstro.
Novamente cravando minha espada nas patas frontais do cachorrão, e minha irmã nas traseiras. No final, o cão não podia se levantar. Estava urrando de dor, talvez até chorando.
_Como soube que eu estava aqui? – Brooke me perguntou  enquanto colocava a espada no chão.
_Bom, você saiu , não falou comigo hoje de manhã... Quando ouvi o anuncio no alto-falante, esperei mais 5 minutos para que você aparecesse, depois fui te procurar. E vi outro cão infernal... Tive de despistá-lo e assim encontrei você...
Ela assentiu afirmativamente e ficou olhando para a forja.
_Vou ter um longo dia de trabalho nos estábulos. – Ela colocou as mãos nos rosto, e eu já estava rindo... Digamos que foi engraçado e... Barulho de passos.  Olhei para frente, além de Brooke, nosso instrutor. – Eu... Eu... Posso explicar. – Brooke disse assustada.
Eu parei de rir na hora, e fiquei apenas observando.

O instrutor olhou para o cão e negou com a cabeça.
_Vamos fingir que foi apenas isso, e que eu, por mera coincidência passei por aqui.
“Ufa”, pensei.
_Como o senhor soube? – A Brooke-burra perguntou. Ele fez uma cara de sem graça e explicou o que aconteceu.
Enfim, ele disse que estava passando pela cozinha, esperando encontrar algum refrigerante e foi bem no momento que Brooke apertou algum botão na forja. O botão servia para pedir o almoço dos filhos de Hefesto e por sorte ele estava lá.
Foi mesmo sorte, minha  e de Brooke, ela poderia ter virado lanchinho de cão infernal, se não fosse por mim “Lottie, a salvadora” e claro, por nosso instrutor, que na verdade nem é tão importante assim.
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Re: Ficha de Reclamação de Charlotte Stoll

Mensagem por Hades em Qui Jul 04, 2013 8:17 pm

Achei a sua história boa e a batalha, apesar de poder ter sido mais detalhada em relação a derrota do cão infernal, foi muito divertida.
Aprovada.
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