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Ficha de Reclamação de Brooklyn Stoll

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Mensagem por Brooke Stoll em Ter Jul 02, 2013 10:02 pm

Progenitor(a) Divino: Hermes
Progenitor(a) Mortal: Emily Stoll
Local de nascimento:Califórnia
Cor dos Olhos: VerdeIntenso
Cor dos Cabelos: RuivoIntenso
Estatura: Baixa
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Não
Faz o que os outros dizem? Não
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Não
Por que escolheu a divindade como progenitor: Me identifico com Hermes, sua maneira de lidar com as coisas, sua personalidade, suas brincadeiras... Além de que Hermes, é o Deus que eu mais admiro.
História: Nunca fui uma pessoa que fosse levada a sério. Aliás, nunca quis ser... Prefiro estar sempre rindo e tirando uma com as caras das pessoas do que ser encarada por alguém.... A vida era uma festa, por que não curtir?! Sim, era.
Era antes de eu entrar nessa confusão toda de semideus com minha irmã gêmea, Charlotte. Ela sempre me acompanhava nas brincadeiras de bom e de mal gosto, quer dizer, ela ainda acompanha... Somos irmãs, melhores amigas e parceiras de crime... Ops, de brincadeiras.

Antes de tudo isso acontecer, Lottie, eu e minha mãe morávamos em um apartamento na Califórnia. Era o local perfeito para se curtir uma vida e não levar nada a sério. O que nossa mãe dizia sobre o assunto? Nada! Ela adorava o nosso jeito, sempre dizia que eramos muito parecidas com nosso pai, "Michel". Um segredo? Nunca acreditei mesmo que meu pai se chamava assim... Motivo? Minha mãe nunca falava dele e publico e sequer tocava no assuntos com minha avó, apenas dizia "mamãe, deixe esse problema comigo". Problema? Meu pai devia ter sido um problema exatamente como eu e Lottie eramos.

Não me recordo de quando era criança, mas sempre tenho umas lembranças rápidas do meu "pai". É quase sempre a mesma: Eu estou no berço, junto com Lottie e um homem entra no quarto, ele está vestido de carteiro e sorri ao ver minha mãe. Logo depois os olhos dele se trombam em mim e ele sorri mais intensamente, me pegando no colo. Sempre acaba assim, mas quem se importa?! Eu. Todos conhecem a Brooklyn-que-tira-todos-do-sério, e na verdade, eu sou a Brooklyn-que-queria-um-pai. Eu nunca tive alguém para falar sobre isso, Charlotte sempre dizia "eu não importo!" e minha mãe: "assunto desnecessário". De uns tempos para cá, eu parei de me importar... Até conhecer a verdadeira história.
Batalha: Nos primeiros dias do acampamento, eu e Lottie nunca nos separávamos. Eramos do mesmo chalé e fazíamos as coisas sempre juntas. Mas nesse dia, eu quis fazer diferente.
Sempre no almoço, eu colocava algum bicho embaixo da mesa do chalé de Afrodite, adorava como elas pulavam e corriam para qualquer lugar, quase sempre se batendo uma na outra. Mas tudo deu errado. Tinha acordado e pegado a caixa de sapos, nem sequer falei com Lottie ou meus irmãos. Quando cheguei no refeitório, estava vazio, um silêncio mortal e isso não era o normal.
Antes de colocar os sapos embaixo da mesa, fiquei observando em volta... Eu estava realmente desconfiada. O refeitório sempre ficava cheio de filhos de Atena estudando em seus notbooks e tios e tias que faziam a limpeza do local. Algo estava muito, muito errado.
- Olá? - Gritei meio alto, colocando a caixa de sapos na mesa. - Se estiver alguém ai, é melhor sair... Ou sofrerá depois.
Andei por entre os pilates e nada de semideuses e instrutores. Sentei na mesa com os braços cruzados.
- Mas o que está acontecendo? - Falei baixinho, tentando resolver o mistério, quando de repente, o alto-falante toca.
"Boa tarde semideuses! Lembrando novamente que não é seguro sair agora, estamos com problemas com os cães infernais do bestiário. O almoço será servido para cada chalé. Repito: Não é seguro."
- Lascou-se. - Me levantei rapidamente, olhando para os dois lados antes de escolher um e correr para o mesmo.

Enquanto corria, ouvi barulhos atrás de mim e olhei. Nada... Mas quando iria olhar para frente novamente, bum! Bati em algo que estava na minha frente... Uma... Uma enorme bunda de cachorro!
- Eca! Quer dizer... - Eu me levantei, hesitante. - Oi, cachorrinho.
O enorme cachorro me olhou e começou a mostrar aqueles dentes que eram quase o tamanho de meu braço. A baba dele caia no chão em um som de "plut", eu estava completamente... Ferrada. Não havia nenhuma arma em meu cinto, eu havia saído do chalé desprotegida... Não ia sobreviver á isso. Mas de repente, me veio uma ideia. A forja se encontrava logo ali, deveria ter algo como um machado, uma espada... Qualquer coisa que poderia me ajudar, eu também estava com meus tênis voadores, presente de papai, que nesse momento foi muito útil.

Andei alguns passos para trás e o cão infernal me seguiu com os olhos.
- Maia! - Gritei a palavra que comandava o tênis e automaticamente ele criou asas e me subiu no ar. Sem demorar, eu inclinei meu corpo para frente, indo em direção a forja. Por sorte, escapei da mordida que o cão tinha dado no ar, tentando me pegar.
Sorri ao vê-lo no chão e eu, no ar.
Mas minha alegria não durou muito... Eu estava chegando na forja, mas o cão ainda me seguia, tentando dar botes no ar. Eu não sabia se realmente iria ter alguma arma na forja, eu precisava de sorte... Precisava muito.
Quando cheguei perto da forja, forcei meu corpo para baixo, fazendo com que ele descesse e me desse alguns segundos de vantagem para correr e abrir a porta da forja.
- Vamos! Abra! - A porta era pesada, para uma garota baixa... Mas eu tinha vantagem, era forte e consegui abrir depois de alguns segundos.
Entrei na forja e meus olhos procuraram freneticamente por alguma arma...
- Caramba! Os filhos de Hefesto nunca deixam nada aqui?! Qual é?! - Estava brigando comigo mesma, tentando disfarçar o nervosismo, quando eu ouço os passos pesados do cachorro. Graças as Deuses, havia uma espada ali... Não era muito pesada, mas era extremamente mortal... Só que eu não queria matar o cão. Eu só... Não conseguia.
- Pensa Brooke, pensa!!! - Olhei e volta, nada. Quer dizer, sim! Havia uma coisa em cima da mesa que forjava. Era um tipo de botão. O tipo de botão que um forjador aperta quando está pedindo algo fora da forja. Eu não sabia onde este botão iria dar, mas mesmo assim, corri até ele e o apertei. Não aconteceu nada, e o cão infernal já estava derrubando a porta da forja. Ok. Eu iria lutar.

Branjo minha espada até o focinho do animal, tenho uma vantagem, pois ele estava preso na porta. Faço um pequeno corte em seu nariz, mas que foi inútil, pois ele só se irritou mais e quebrou mais ainda a porta da forja, entrando com seu peitoral. Observei por baixo das suas patas e vi que poderia sair daquele local, então corro até as patas dele, passando do baixo do mesmo e saindo a campo aberto.
- Ok! Já que eu vou me ferrar por ter acabado com a forja e ainda ter saído sem supervisão, vamos lutar! - Levantei a minha espada e fui em direção ao cachorro enorme.
Rodei meu corpo e atingi a perna dele, e logo depois disso ele começou a mancar com a mesma pata, soltando um urro. Não quis demorar, sabia que ele poderia me pegar de qualquer jeito, então corri até a segunda pata dianteira, com o objetivo de fazer ele cair, sem ter uma perna dianteira para se apoiar.
Enquanto corro para a outra, ele tenta dar um bote que por sorte, eu saio com vida e consigo fazer um corte em sua outra pata... Mas de repente, ele consegue me dar um tipo de tapa, que me prende em baixo de sua enorme pata... Minha espada voou para longe e eu estava no chão, provavelmente eu iria morrer... Mas não.
- Brook! - Ouvi alguém gritando meu nome e virei meu pescoço, era Lottie...
- Lott! Rápido! - Sem demorar, ela ativou os tênis voadores, parou perto de mim e cravou a espada na pata do cachorro, que logo me soltou.
Rolei para o lado e me levantei, meu cabelo alaranjado estava cheia de gramas verdes, mas não era hora para benção de Afrodite. Amarrei meu cabelo em um coque enquanto sorria para minhã irmã.
- Juntas? - Perguntei, pegando a espada que estava no chão.
- Como sempre. - Ela riu e nós duas fomos de encontro ao cachorro enorme.
Ela terminou o trabalho das patas dianteiras, e eu cuidei das traseiras. No final, ele não podia mais levantar.
- Como soube que eu estava aqui? - Perguntei para Lott, enquanto colocava a espada no chão.
- Bom, você saiu e nem falou comigo hoje de manhã... Quando ouvi o anuncio no alto-falante, esperei mais 5 minutos para que você aparecesse, depois corri até aqui... E vi um outro cachorro igual a este... Tive de despista-lo.
Apenas concordei com a cabeça, enquanto olhava mais adiante para a forja.
- Vou ter um longo dia de trabalho nos estábulos. - Coloquei minha mão no rosto, enquanto ouvia ela rindo e... Um barulho de passos. Olhei assustada para trás e vi o nosso instrutor do acampamento. - Eu... Eu... Posso explicar.
Ele olhou para o cachorro e negou com a cabeça.
- Vamos fingir que foi apenas isso, e que eu, por mera coincidência passei por aqui.
Pensei melhor e perguntei:
- Como o senhor soube? - Ele fez uma cara de sem graça e nos explicou.

No final, o nosso instrutor estava passando pela cozinha, sedento por algum refrigerante no momento que eu apertei o botão da forja. O botão era para pedir o almoço dos filhos de Hefesto, e por sorte... Ele estava lá.
E bota sorte nisso, esse dia... Eu estava com muita, muita sorte.
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Mensagem por Convidad em Qua Jul 03, 2013 9:32 am

~~ Atualizado por Hermes ~~

Seja bem vinda Filhota ^^

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