Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Alexa Browning

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Ficha de Reclamação de Alexa Browning

Mensagem por Convidad em Sab Jun 22, 2013 6:34 pm

Progenitor(a) Divino: Afrodite
Progenitor(a) Mortal: Jack C. Browning
Local de nascimento:New York - EUA
Cor dos Olhos: AzulClaro
Cor dos Cabelos: RuivoEscuro
Estatura: Baixa
Prefere ficar no(a): Ataque
É uma pessoa tímida? Um pouco
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Forte
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Escolhi Afrodite, por ter uma grande admiração por ela. Pois alem de ser linda também escondo um lado obscuro e perigoso, que se disfarça atras de muita força e poderes fantásticos e uma maldade sutil. Apesar do que todos pensão Afrodite é muito delicada mas também sabe como ferir alguém. O Amor pode ser uma coisa perigosa e atraente.
História: Nasci em New York e morava com Jack, meu pai, um grande empresário. Eu sempre fui uma criança “normal” , era saldável e muito bonita segundo papai, ele sempre dizia que parecia minha mãe, mas eu não era normal como as outras crianças, eu brincava, ia a escola e etc. Mas papai era muito protetor e tinha muito medo de que algo ruim acontecesse comigo, por isso me proibia de muitas coisas, a principal delas era brincar na rua. Eu tinha muitos “amigos” imaginários, porem eles eram monstros enormes que tentavam me matar, o que deixava meu pai muito preocupado. Quando tinha 5 anos fiquei muito assustada em uma noite em que um dos meus “amigos” foi atrás de mim, então ele achou melhor me colocar para fazer tratamento psicológico, colocaram-me em uma “terapia” em grupo, as coisas pareciam que tinham melhorado.
Foi quando descobri que meus colegas de grupo também queriam me matar. Achavam que eu estava louca então aos 6 anos de idade fui para uma clinica psiquiátrica especializada para crianças e adolescentes. Lá as crianças eram doentes, agressivas, problemáticas, eu sabia que lá não era meu lugar, só saia de lá para os 2 “primeiros” casamentos de meu pai, porem sempre medicada e acompanhada de enfermeiros . Medicavam-me quase todo tempo, tive algumas doenças por conta disso, passava a maior parte dos meus dias dopada trancada no meu “quarto” se é que podia chamar aquela cela de quarto . Sempre tinha muitas brigas e as vezes eu apanhava das outras meninas por ser a mais nova.
Passei 7 longos e intermináveis anos lá. No dia do meu aniversario de 13 anos meu pai, Jack, e sua 6 esposa, Paloma tiraram-me do sanatório, comecei a acreditar que ia voltar a ter uma vida normal, voltei a escola (pois tinha aulas no sanatório) e tudo parecia bem... foi quando um mês depois de minha volta recai, voltei a tomar remédios fortíssimos, ir a terapias diariamente. A 7 esposa de meu pai da qual nem lembro o nome, achou melhor pararmos os tratamentos pois comecei a ficar anêmica e depois que de acordo com os médicos poderia tentar o suicídio fui para uma clinica medica e lá papai conheceu sua 8 esposa, Agni ,ela era uma psicóloga , e era um doce. Estava nessa nova clinica a uns 2 meses sendo tratada por Agni. Que era a única madrasta que tive que mostrava se importar de verdade comigo.
Ela cuidava de mim e das minhas seções como psicóloga, porem em um dia chuvoso ocorreu um acidente, na parte na qual nos estávamos em umas das minhas consultas pegou fogo, e Agni, ao tentar me proteger acabou morrendo, eu tive leves queimaduras nas costas, pescoço, e no pulso esquerdo. Algo protegeu-me aquele dia. Só pude ouvir uma voz suave e doce, muito familiar dizendo : “Eu estou com você minha filha....” Depois disso meu pai casou-se mais 2 vezes. Ele estava em busca da mulher perfeita, a que realmente o faria feliz como minha mãe fez...
O que era pra ser coisa de 2 meses transformou-se em 2 anos. Assim que superei e passei a acreditar que a culpa de Agni, morrer não era minha voltei pra casa e pra minha vida de sempre. Meu pai tinha esperanças de que tudo mudara de verdade, e eu também. Passei a morar com meu pai e sua 11 esposa, Amanda, ela já era minha nova madrasta. Ela até que era legal, muito desastrada e péssima cozinheira mais ela tentava.
Alguns dias depois iria voltar a escola. Na manha de segunda, estava tento lindos sonhos com o Taylor quando fui brutalmente acordada pelo meu despertador as 06:20h da manha. Era minha volta a escola depois de tanta tragédia, abri os olhos com dificuldade por conta da luz do sol que entrava no meu quarto. Amanda entrou no meu quarto acompanhada de meu pia trazendo nos braços uma caixa grande com embrulho de presente, sentei-me na cama e sorri. Os dois olharam-me sorridentes dizendo : “Feliz primeiro dia de uma vida melhor !” Eu estava que era pura alegria por enfim voltar a ter vida, peguei a caixa e a abri rasgando o embrulho dentro da mesma tinha uma calça preta , uma blusa regata branca e um casaco vermelho. Adorei o presente, deixei a caixa de lado e pulei nos meus pais.
- Muito obrigada, eu amo vocês –disse os abraçando apertado.
- De nada Alexa querida, agora vá se ajeitar pra não se atrasar – disse Amanda sorrindo.
- Ta bom, ate já.
Levantei-me e fui tomar meu banho. Sai do banho e fui me vestir, coloquei minha roupa nova. Calcei meu all star velho, deixei meu cabelo solto e coloquei uma tiara, peguei meu celular, fones de ouvido e minha mochila, desci as escadas para ir tomar meu café, meu pai já havia ido trabalhar então fui tomar café da manha com minha madrasta. Assim que adentrei na cozinha havia uma linda mesa posta, comemos e já eram 6:50h da manha, eu já tinha perdido o ônibus.
Sai de casa correndo tentando alcançar o ônibus. Por “sorte” minha corri, corri, e corri e nem cheguei perto de o alcançar. Então decidi ir correndo ate a escola, enquanto passava nas ruas correndo atrás do ônibus para não me perder , ia desviando das pessoas que lá estavam quando passei por um homem, alto e forte, com aparência amedrontadora, ele ficou olhando-me e começou a andar atrás de mim enquanto eu corria, fiquei assustada e comecei a ir mais rápido, ele estava seguindo-me, eu tentava ver seu rosto porem ele era bem alto. Estava com um moleton e calça comprida, foi quando cheguei na frente da escola ele já não estava mais seguindo-me, acho que tinha me perdido de vista.
Assim que cheguei na escola eu já estava mais que atrasada, encontrei com uma senhora velha que parecia um maracujá de gaveta, essa era a sra. Smith a diretora. Tinha aparência de acabada, dinossauro velho. Ela olhou-me firme.
- Você deve ser a srta. Browning, a minha nova aluna certo? –disse o maracujá
- Sim, mais já estudava aqui antes...–disse sentindo um frio enorme na barriga
- Exatamente. –a sra. Smith deu um sorriso seco –Venha comigo, vou mostrar-lhe sua sala e seus colegas.
- Muito obrigada –sorri
Adentramos o edifício, era enorme com varias fotos dos jogadores, das lideres de torcida, cheia de troféus, a diretora foi explicando-me tudo, mais ela era muito chata e tinha uma coisa verde presa em seu dente que prendia minha atenção. Estávamos passando no corredor quando avistei de longe um menino alto na porta de uma sala, ele parecia procurar algo, assim que nos viu, veio ate nos. A diretora me olhou e esperamos ele chegar mais perto.
- Esse é Bernardo, ele será seu guia, pois tenho coisa melhor pra fazer. – a sra. Smith disse apresentando-nos
- Prazer, me chamo Alexa –sorri
- Poupem apresentações terão tempo pra isso –a dinossauro disse fazendo um gesto para que saíssemos
Fizemos isso, Bernardo tinha um jeito de andar bem engraçado, estava com uma calça jeans larga e uma toca, ele tinha um jeito esquisito, ele era até que alto pra mim, tinha cabelos negros, Bernardo tinha pele morena, como um bronzeado natural e era até que muito bonito ah, e tinha uma barbinha engraçada. Ele falava-me sobre os professores e tudo mais... eramos da mesma sala de aula, assim que adentramos na mesma ele disse: “Bem-vinda a selva !” Ele deu uma risadinha.
Era uma aula de biologia e minha professora era uma senhora de 200 anos a.C, entrei normalmente, ela nem notou pois era meio cega e bem, bem lerda. Sentei-me no único lugar vazio, que ficava perto da parede, era a antepenúltima da minha fileira. Lá os alunos separavam-se em grupos, eu era a novata então não me metia com eles pois pareciam com as pessoas da clinica de malucos. Muitas das pessoas do colégio olhavam-me de um jeito estranho não sei bem o porque disso.
Depois tive muitas aulas chatas, e deu a hora de voltar pra casa. Decidi ir a pé, estava andando tranquilamente quando me deparei com o mesmo homem que me seguira mais cedo, fiquei muito assustada então entrei em uma rua qualquer para ver se ele me deixava em paz. Consegui que ele fosse embora e fui disparada para casa. Contei tudo para meus pais e fui fazer minhas lições...
Os meses foram passando e eu e Bernardo fomos ficando mais amigos, ele guardava meu lugar no ônibus e almoçava comigo afastado dos outros. Ele era bem palhaço e engraçado, medroso também, poderia até dizer que ele era meu melhor amigo. Acordei muito atrasada na quarta devido um pesadelo que tive com o “Homem-do –moleton” pois havia alguns dias que ele me encontrava na volta pra casa. Vesti-me rápido e pedi para Amanda levar-me ate o colégio para chegar mais cedo.
Quando chegamos entrei correndo no prédio e fui logo pra sala, era aula de literatura e minha professora pra variar não tinha ido dar aula, assim que entrei fui para perto de Bernardo, ele sorriu e abraçou-me forte.
- Fiquei guardando seu lugar no ônibus, o que te aconteceu? –perguntou-me
- Tive um sonho ruim com o cara do moleton ai, me atrasei – sentei no meu lugar
- Esse cara de novo? Ainda tem visto ele? –disse preocupado
- Já tem dois dias que não o vejo.
- Hm, que tal eu te levar pra casa hoje? Acho que precisamos conversar serio
- Uhum, pode ser –sorri
Fiquei imaginando mil coisas que ele poderia me dizer, será que estava afim de mim? Ou será que ele era gay ? passei as aulas pensando nisso, quando vi já estava perto de irmos embora, eu estava mega curiosa pra saber o que de tão importante tinhamos que conversar. Deu o sinal da saída e Ber e eu fomos saindo juntos do colégio, indo em direção a minha casa, como havíamos combinada, fomos conversando e ele veio com um assunto sobre deuses gregos. Estava boiando.
Ber ia falando e olhando para os lados perplexo. Estávamos chegando perto da minha rua quando passamos por um mercadinho, me deu uma sede então o interrompi.
- Ber, vamos ali pegar um refrigerante rapidinho ? –disse apontando para o mercadinho
- Ah, claro, mais tem que ser muito rápido mesmo –disse serio
Nunca tinha visto Bernardo tão serio e assustado como ele estava. Entramos no mercadinho e fomos logo escolhendo algo para beber, quando ouvi o barulho da porta do mercadinho abrir, olhei pra trás de curiosidade, havia entrado um cara. O mesmo cara que estava me seguindo, cutuquei Ber discretamente.
- Ber, lembra aquele cara que eu disse que me seguiu? – falei abaixando a cabeça tentando esconder-me
- Sim, o que tem ele Ale? – olhou-me confuso por eu estar me escondendo na frente dele
- Ele esta aqui ! – ele assim como eu ficou muito assustado com isso
- Vem ! – disse Bernardo me pegando pelo braço de fininho – Temos que sair daqui e ir pra sua casa, agora !
Fomos saindo devagar em direção a porta quando ouvimos um barulho atrás de nos, viramo-nos para olhar e lá estava ele, aquele cara estranho, alto e assustador, ele fazia um barulho que parecia mais um rugido muito medonho, eu olhei para Ber, largamos nossas mochilas e fomos andando para trás devagar até a porta, abrimos a mesma.
- Corre !!!! –gritou B que saiu correndo todo desengonçado
- Me espera !!! –corri logo atrás dele
Corremos muito pelas ruas, em seguida o cara veio atrás de nos e encurralou-nos em um beco sem saída, olhei-o e ele começou a crescer, e crescer, e crescer e logo estava muito, muito alto, nos olhamos e corremos para tentar passar por debaixo das pernas dele, porem ele nos deu um “tapa” que paramos do outro lado jogados no chão.
- Você ta bem? –disse B estendendo a mão para ajudar-me
- Acho que quebrei meu bumbum – segurei em sua mão
- Ta legal, você vai ficar bem –rio
Tentei passar por ele de novo dando-lhe uma voadora de ninja supremo que vi no desenho, quando cheguei bem perto pude ver seu rosto e reparei que ele tinha apenas um olho. UM OLHO ! O que era aquela coisa? Ele me empurrou novamente e Pedro me segurou.
- Ele tem um olho ! –disse apavorada
- Eu sei, ele é um ciclope –disse Pedro tentando me acalmar –Eu ia explicar o resto quando a gente chegasse na sua casa...
- Ia explicar o resto? Explicar que tem um cara caolho atrás de mim ? –gritei – Eu to sonhando ! E um pesadelo, logo eu vou acordar... Ai não, tudo de novo não...
Devagar fomos indo pra frente, tentando acalma-lo porem ele nos pegou pela cintura, rodou-nos, jogou-nos e brincou com a gente como se fossemos bonecos. Depois de um tempo de brincadeiras ele se assustou com um gato e deixou-nos cair no chão
- Achei que ia dar certo ! – rio
- Eu te odeio tanto ! –fiz sinal feio para Bernardo
Antes que pudesse ouvir sua resposta o caolho me puxou pela perna e eu gritei.
- Aaaaah ! –gritei de dor por ser apertada pelo ciclope –Bernardo, faz alguma coisa agora !
- Alexa ! Eu vou te salvar calma ! –disse Ber se arrastando ate os pés do bicho
Eu parecia um brinquedo novo na mão de uma criança, era jogada, empurrada, arremessada, arrastada, balançada. Estava toda descabelada, arranhada e machucada ! Ber foi saindo do beco de mansinho ate voltar pro mercadinho, depois de uns minutos voltou com a mochila e algo nas mãos. O ciclope se esquivou e ficou muito nervoso com isso, me arremessou na parede e correu atrás do Bernardo. Bati a cabeça e apaguei. Quando enfim acordei estava deitada na minha cama como se tudo não tivesse passado de um sonho ruim, mais ainda doía muito todo meu lindo corpinho. Sentei na cama e vi Ber jogado na minha poltrona dormindo.
- Acorda ! –joguei-lhe uma almofada –O que aconteceu? –disse toda confusa
- Aaaaah, não faça mais isso –falou todo assustado –Vou te explicar tudo!
Ber começou a me contar que era um sátiro, falou sobre os deuses, sobre o olimpo, e tudo mais... Foi quando meu pai entro e me contou que eu, euzinha era uma semi-deusa, fiquei momentaneamente sem reação, depois surtei ate começar a aceitar tudo isso. Saímos todos para uma lanchonete pois eu estava com fome e depois voltei pra arrumar minhas malas, desde dai minhas aventuras com o Bernardo foram aumentando, depois de uma longa viagem chegamos ao acampamento. Subimos a colina ate um grande pinheiro, senti um cheiro muito bom de morangos, o que foi a primeira coisa que vi quando cheguei, olfato de gordo e outra coisa né!? Pedro olhou-me feliz e pegou minhas coisas.
- Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue –sorriu
- Ate que enfim chegamos, obrigada ! –sorri de volta
Entramos e quando íamos descendo ate a Casa grande, me distrai olhando um cara bonitinho, torci o tornozelo e cai de cara no chão. Ber riu muito da minha cara porem me recompus e entramos na casa. Pois é vida nova mais a sorte é a mesma...
Batalha: Mais um, belo dia de sol e lá estava eu, na praia relaxando após um breve treinamento na arena. Ter vindo para o acampamento havia sido uma as melhores coisas da minha vida. Eu ainda não havia sido reclamada, mas isso não me impedia de participar das atividades como todos os outros. Bernardo logo apareceu, estava correndo como um louco e parecia muito assustado.
- O que foi Ber? Aconteceu alguma coisa? – comecei a perguntar enquanto levantava.
- Ciclope... Floresta... Ninfas... Atacar... – ele começou a falar um monte de palavras sem nexo algum, até parecia que ia desmaiar.
- Ei, ei. Ei. Respira ok? – Ber começou a se acalmar e então falou.
- Um ciclope está atacando as ninfas da floresta. Você tem que ajudá-las Alexa.
- Eu? – perguntei assustada – Não, chamou a pessoa errada.
- Só você pode ajudar rápido! – ele praticamente berrou a ultima parte.
- Ta bom, eu vou – peguei a espada e o escudo que havia usado no treinamento de mais cedo, simples armas de ferro – Onde que ele está?
Ber olhou para mim com uma cara de medo que nunca havia visto antes – O que foi? Onde ele está?
- Ale, tenho duas notícias, uma boa e uma má. A boa é que não precisamos procurar o ciclope e a má, ele está atrás de você – foi só ele terminar de falar isso e o meu sangue gelou. Virei-me para trás e lá estava àquela coisa feia, e nojenta com dois metros de altura a poucos metros de mim, me encarando, devia estar pensando no jantar que iria ganhar, ou seja, eu.
- Ok, to morta! – arrumei o escudo e fiquei olhando a fera monstruosa babar e fazer uma careta para mim – Caio dentro coisa feia.
O ciclope berrou e venho correndo na minha direção fazendo um som estranho a cada passo que dava. Arregalei os olhos vendo aquela coisa chegando cada vez mais perto. “Pensa Alexa”. O monstro pulou e preparou um soco, só tive tempo para sair do caminho. A criatura abriu um buraco no chão com o golpe e isso me deixou ainda mais assustada, minhas pernas já estavam tremendo e nenhuma idéia de como derrotar aquilo havia aparecido. Levantei-me e fiquei com o escudo na minha frente.
- Ale, lembre-se das aulas de esgrima – gritou Ber que havia subido em uma árvore. A dica era boa, e é claro eu deveria ter pensado isso antes. Levantei o escudo até que cobrisse todo o meu peito, deixei a espada levemente levantada e respirei fundo. “É agora!”
O monstro se virou para mim e mai suma vez fez aquele barulho que eu não sabia se era um grito ou uma tentativa patética de rugir. Ele desferiu outro soco, joguei meu corpo para o lado contrário, saindo da trajetória. Ataquei meio sem jeito e consegui acertar, por muito pouco, o seu braço. Ele tentou um tapa e imediatamente me abaixei, senti o vento sobre a minha cabeça. Ataquei de novo, agora mais confiante e consegui acertar o seu ombro direito. Me deixei levar pelo sucesso do ataque e dei a chance para que o monstro me acertasse um de seus tapas, esse pegou em cheio e me jogou no chão, mas tive sorte pelo fato dele ter acertado o escudo.
Ele ficou tentando tapar o ferimento e com isso me deu tempo para levantar, ainda tonta com o golpe, lutei para consegui ficar em pé. Balancei a cabeça e olhei para a fera – você machucou o braço de Quebra Ossos, você vai pagar – Ele ficava repetindo meio que desesperado. Quebra ossos devia ser o nome dele ou a função do seu braço, bem, isso não importava.
“Você consegue minha pequena” falou uma voz feminina em minha cabeça, uma voz que eu não ouvia já fazia tempo. Aquilo pareceu me dar forças para continuar lutando, olhei para o ciclope continuava preocupado com o braço e corri para cima dele. Quando o monstro voltou seu único olho para mim já era tarde, enfiei a espada bem fundo na barriga dele. A criatura gritou tão alto que me fez largar as armas para tentar tapar os ouvidos. Corri para longe e vi o monstro cair morto e se transformar em pó logo depois.
- Pelos deuses. O que foi isso? – perguntei assustada olhando para o Ber.
- Você lutou! – exclamou ele ainda mais surpreso.

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Re: Ficha de Reclamação de Alexa Browning

Mensagem por Circe em Sab Jun 22, 2013 11:03 pm

Muito interessante a sua história eu amei ^^^Seja muito bem vinda filha de Afrodite ;D
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