Mount Olympian

Ficha de Reclamação de Annie Zoe-O'Connor

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Ficha de Reclamação de Annie Zoe-O'Connor

Mensagem por Convidad em Sex Jun 14, 2013 11:18 pm

Progenitor(a) Divino: Afrodite
Progenitor(a) Mortal: Bob Max-O'Connor
Local de nascimento:Dallas
Cor dos Olhos: AzulClaro
Cor dos Cabelos: RuivoDegradê
Estatura: Mediana
Prefere ficar no(a): Defesa
É uma pessoa tímida? Um pouco
Faz o que os outros dizem? As vezes
É uma pessoa forte ou insegura? Nenhum dos dois.
Sempre segue o plano? Depende da situação
Por que escolheu a divindade como progenitor: Porque sou Sexy and know it... Bem, Afrodite é o amor e eu amo o amor
História: A minha história começa um pouco antes de eu nascer. Bem, a história de todos começa assim. Mas a minha começa na século XIX. Não que eu estava lá para ver, pois ainda não nasci, porém foi naquela época que a minha família se formou. Dois jovens bem apaixonados, cresceram juntos, se casaram, tiveram filhos e blá-blá-blá. Seus filhos tiveram mais filhos até meu pai nascer. O sobrenome da família é O'Connor e uma tradição era colocar o nome dos pombinhos que geraram essa família nos descendentes. Por exemplo: O homem tinha Max como nome, então o sobrenome fica Max-O'Connor, nos membros masculinos. A mulher era Zoe e o resto você já sabe: Zoe-O'Connor, meu sobrenome.

Depois de gerações, nasceu eu. Quando nasci, meu pai vivia em uma fazenda em Dallas, apenas com seus animais e comigo, é claro. Ele me criou sozinho, sem mãe. Quer dizer, sem mãe biológica, pois toda hora meu pai estava com uma mulher diferente, que sinceramente eu não sei de onde ele conseguia arranjar. Esses relacionamentos nunca dava certo e, normalmente, ela sempre terminava ao saber que meu pai tinha uma filha, eu.

Minha infância foi sem anormalidades. É, ainda não acontecia nada naquela época. Eu ajudava meu pai a cuidar da fazenda, suas plantações, animais e etc. Com dois aninhos, comecei a ir para escola. Aprender números de um até dez era tão legal... as cores então nem fala... Os anos foi passando e as séries foram avançando. Os alunos da escola foram mudando, mas nunca fiz amizades. Gostava de ficar sozinha, com meu cabelo sobre um de meus olhos. Eu tinha, apenas, uma ligação especial com meu pai. Com as pessoas que via na escola todo dia eu não era assim.

O tempo foi passando, e chegamos na minha adolescência. Essa época as pessoas começam a mudar e ser uma garota que anda sozinha começa a ter suas desvantagens. As pessoas sempre pegavam no meu pé por esse motivo. Isso doí. Não da forma normal, as cicatrizes eram psicológicas. Eu tentava ignorar, ou melhor, eu me segurava e em casa, quando chegava, não cumprimentava ninguém e me trancava no quarto. É triste lembrar dessa fase da minha vida. Eu sentava toda encolhida na cama e ficava chorando me perguntando "Por que?", enquanto meu pai ficava batendo na porta perguntando se estava bem. Depois eu esmurrava algo e melhorava. Meu pai vivia me perguntando o que acontecia, mas eu cheguei ao ponto de não responde-lo.

Algum tempo depois não aquentei e contei para meu pai. Ele me compreendeu e me matriculou em uma nova escola. Parecia um novo começo, mas o meu probleminha de ser solitária continuava. Essa escola despertou meu "eu" selvagem. Nela havia alguns garotos que se achavam "O tal" e só por causa disso eram considerados "Os chefes" da escola. Eles faziam parte de uma gangue de rua, e como o colégio era precário quando se falava em controle de alunos, eles conseguiam colocar drogas dentro do local e todos gostavam deles por isso. Uma certa vez eles tentaram me forçar a consumir. Eles estavam me segurando na sala de aula. Desculpem, é difícil lembra isso. Alguns garotos me segurava, enquanto outro acendia o isqueiro. O Sol entrava pela janela. Eu estava desesperada. Mas algo estranho aconteceu. Pétalas de rosas se materializaram e distraiu os garotos. Eles me largaram e eu, aproveitando a situação, me apoderei do isqueiro. Eles riram de mim, mas eu coloquei fogo em um deles. Começou com um deles, depois passou para a sala toda e por fim, a escola inteira. Foi um acidente, o local fico destruído e não tinha como reconstruir. Os alunos e professores ganharam bolsas em outra escola e nesse novo recomeço, eu era a estranha. Lógico que não deu. Eu fiquei um tempo sem ir para colégios, apenas ajudando meu pai na fazendo.

Meus 16 anos chegou. Bem essa é minha idade atual e desde de aquele acontecimento, eu não frequentava uma escola. Era noite e eu e meu pai estava vendo clássicos da comédia na TV. Estávamos no sofá, com as luzes apagadas, apenas o brilho do televisor e um cobertor nos esquentando. Eis que alguém bate na porta. Era uma bela mulher, usava um vestido lindo, da mesma cor de seus olhos. Meu pai reconheceu ela:

PAI: - Afrodite? - peguntou
AFRODITE: - Sim, sou eu. - respondeu - Você é a Annie? - perguntou deslocando o olhar para mim.
EU: - Sim. Quem é você?
AFRODITE: - Sua mãe, apenas.

Nesse momento, eu me senti como se tivesse tomado uma injeção de alegria. Meu impulso foi abraça-la. Ela retribuiu o gesto. Logo em seguida meu pai nos agarrou e ficamos ali nos abraçando por um tempão. Depois, Afrodite voltou a falar:

AFRODITE: - Bem, eu vim aqui para leva-la para o Acampamento Meio-Sangue.
PAI: É claro, eu sempre soube que esse dia ia chegar. - nós nos entreolhamos
EU: - Mas que Acampamento é esse?

Eles me explicaram sobre mitologia e tudo que tem haver. Um sátiro me viria me buscar em breve e minha mãe, Afrodite teve que partir.

Como minha mãe disse, um sátiro foi me buscar e me levou para o Acampamento Meio-Sangue.
Batalha: A sim. Outra coisa que eu não posso esquecer foi a luta. Quando chegávamos no Acampamento Meio-Sangue, um ciclope de dois metros, tentou nos interceptar. Ele empunhava uma clava. O sátiro fez algo estranho. Pediu para eu resistir enquanto ia pedir ajuda no Acampamento. Ele não deixou eu reagir e partiu para dentro da fronteira.

Eu estava com medo, não sabia o que fazer. A criatura corria na minha direção, acelerando meu coração. Comecei a suar frio, principalmente nas mãos. Ao olhar para elas, percebi que minhas unhas cresciam. Arranhei minha a palma da minha mão e me cortei. Ganhei coragem. Fui na direção do monstro. Lógico que deu errado, levei um forte golpe com a clava e caí longe.

Estava sentada no chão com as costas, que doía, encostada em uma árvore. O ciclope largou a clava e veio na minha direção. Estranhei isso. Quando o monstro chegou mais perto perguntou se eu estava bem. Eu sentia que ele estava apaixonado. "Não muito, estou com as costas doendo", respondi. A criatura se preocupo em me ajudar. Aproveitei o momento e lhe ataquei com minhas unhas que havia crescido. Meu oponente uivou e cambaleou. Depois desferi um golpe no olho dele. E sai correndo e deixei apenas uma rosa para ele. Meus passos eram suave e sem muito alarde, cheguei dentro do acampamento.

O sátiro chego no local correndo com um garoto grande e forte que se perguntava pelo monstro, mas já era tarde de mais.

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Re: Ficha de Reclamação de Annie Zoe-O'Connor

Mensagem por Tânatos em Ter Jun 18, 2013 8:51 pm

Historia interessante. A batalha poderia ser um pouco melhor.
Aprovada
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